Pescar à Bóia


Talvez a técnica mais utilizada, que se mantêm fiel e equilibrada entre as capturas de diferentes espécies.
Pelo simples acto de afundar a bóia o peixe transmite ao pescador um aviso visual que com a pratica e desenvolvimento da técnica um dia tornar-se há instintivo e mecanizado, do tipo sente e vê agindo de imediato, somente pelo simples facto de manter uma sem tensão entre a bóia e a ponteira da cana onde o elo de ligação é justamente o nylon.


Esta técnica de pesca reúne um considerável numero de praticantes de igual forma como a pesca ao fundo, consistindo basicamente na utilização de um instrumento com um grau de flutuabilidade que pode ser calibrado, quando a bóia já trás o peso ideal que a torna equilibrada á superfície da linha de água na posição vertical ou não, no ultimo caso se não o for, poderá ser adquirido um acessório que o calibre de forma a que a mesma não fique à superfície da linha de água na posição horizontal, vulgarmente conhecido como chumbo fendido ou chumbo de aperto.


Esse utensílio que chamamos bóia tem uma dupla finalidade, a visibilidade ao toque/ferragem/mordida do peixe assim que deixamos de observar a bóia á superfície da linha de água, ou então, pelo simples facto de conseguirmos desta forma manter a isca a uma profundidade fixa ou variável ou não conforme pretendermos.


Uma cana com boas características será necessária para nos auxiliar na prática desta técnica, como por exemplo não nos podemos esquecer aquando da aquisição de algumas características das canas tais como;

Leveza – Consideravelmente leve que não interfira no conforto de pesca, porque estamos por vezes a praticar esta técnica em locais com superfícies acidentadas que interferem com a correcta postura da coluna e quanto mais pesada for a cana mais depressa este incomodo sugue ou dores nas costas, braços e ombros, por outro dado essa mesma leveza pressupõe uma maior facilidade no transporte.

Resistência – Permite a recuperação de exemplares de bom porte, por um lado auxiliam ao combate dos mesmos e por outro é bastante positivo termos uma cana de resistência considerável quando estamos a içar exemplares a alturas consideráveis o que se reflecte em termos menos importantes quando estamos a trabalhar ao nível do mar, embora a resistência seja um factor importante inclusivamente nestas alturas.

- Boa ferragem – Não só a boa ferragem é essencial, mas também o trabalhar do peixe, deverá estar equilibrada com o carreto adequado deverá ser equilibrada em termos de flexibilidade ou rigidez, embora seja do critério de cada um e gosto esta escolha.

Teremos basicamente três tipos de características de canas como acção, de forma gradual poderemos avalia-las em acção rija, em que o vergar da cana não é significativo sendo uma mais valia em termos de ferragens, pesca em locais altos, dias de vento, sendo uma característica que chamo de 4 x 4 porque com uma cana deste tipo de acção podermos utiliza-la ao fundo, chumbadinha/engano (light), bóia, tento, etc.


Por outro lado temos as canas de acção de ponteira, um meio termo quanto a mim entre as características e funções citadas na acção rija e as da acção parabólica.
As canas de acção parabólica são excelentes para matar/trabalhar o peixe, principalmente se forem bons exemplares praticamente o trabalhar desta cana cansa o peixe com uma extrema facilidade, ideias para chumbadinha/engano tento e bóia.


Dois modelos de canas com excelentes performances e bem diferentes uma da outra, a Vega Warrior e a Barros Power Strike ambas de 6 metros.

Uma visão do Litoral Alentejano - Cabo Sardão

Especialistas internacionais debatem áreas marinhas nos Açores


Especialistas internacionais, oriundos de 15 países, vão debater esta semana em Ponta Delgada, por iniciativa da Organização das Nações Unidas, os critérios ecológicos e sistemas de classificação biogeográfica de áreas marinhas com necessidade de protecção.

No encontro, que terá lugar dias 2, 3 e 4, no Hotel Marina Atlântico, participam peritos de várias universidades, departamentos de Estado, Organizações Não-Governamentais e departamentos das Organização das Nações Unidas, entre outros.

Dirigida por Ricardo Serrão Santos, director do Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores, a reunião servirá, igualmente, para compilar os sistemas de classificação biogeográficos e ecológicos, bem como para delinear regiões oceânicas e ecossistemas e fixar critérios científicos para uma rede mundial de áreas marinhas protegidas, incluindo o mar alto e o mar profundo.

O evento é organizado pelo Secretariado da Convenção Internacional para a Diversidade Biológica e Ministério português do Ambiente, Ordenamento do Território e Desenvolvimento Regional, representado pelo Instituto para a Conservação da Natureza e Biodiversidade, em cooperação estreita com a Secretaria Regional do Ambiente e do Mar.

Na sessão de encerramento, agendada para quinta-feira, a secretária regional do Ambiente e do Mar far-se-á representar pelo director regional do Ambiente, Frederico Cardigos.

Por razões logísticas, os trabalhos organizativos deste encontro internacional têm sido coordenados pelo Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores.

in: JornalDiario

Peixe-Lua, Mola Mola, Rolim


Recentemente a bordo do Onda Salgada (embarcação de marítimo turística), fomos brindados pela visita deste invulgar espécime, o Peixe-Lua, Rolim de nome cientifico Mola Mola, actualmente uma espécie que se encontra protegida, do qual tive o cuidado de a capturar com o auxilio de um chalavar, para um breve registo fotográfico do meu primeiro contacto com esta espécie, sendo devolvido calmamente ao seu habitat, embora antes tenha sido retirado da sua pele alguns parasitas idênticos a moedas de cor transparente.

Alguns dados sobre esta espécie:


A barbatana dorsal do Mola Mola é confundida com a do tubarão, sendo um animal gracioso pela coloração prateada e pelo lento movimentar das suas duas enormes barbatanas, dependendo do tamanho dos indivíduos desta espécie, o que poderá chegar aos 3 metros de cumprimento e pesar 3.000 kg, o que o coloca em número um como maior peixe ósseo do mundo.



A base da sua alimentação anda em torno das alforrecas, apesar de também se alimentar de lulas, zooplancton, larvas de pequenos peixes ou pequenos peixes e crustáceos. A sua base alimentícia é por norma fraca o que obriga esta espécie a ingerir grandes quantidades de alimento para manutenção do seu peso e tamanho, por norma não atinge grande velocidade o que dificulta a obtenção de alimento por predação. É uma espécie extremamente dócil apesar do seu formato algo esquisito e diferente da normalidade dos peixes que conhecemos não apresenta qualquer perigo para o homem. Sendo um peixe que nada em mar alto ou flutua ao sabor de correntes destaca-se por transportar uma enorme carga de parasitas, o que segundo estudos científicos, já foram descobertos cerca de 50 espécies diferentes de parasitas internos e externos. Um facto notório é que a fêmea desta espécie consegue reproduzir mais ovos de que qualquer outro vertebrado conhecido, cerca de 300 milhões de ovos de cada vez.



Dentro da fase adulta esta espécie conhece muito poucos predadores, apesar dos leões marinhos, orcas e algumas espécies de tubarões apreciarem a sua carne, o homem não está incluído na lista de predadores desta espécie uma vez que existem normas e sanções de defesa desta espécie por toda a Europa, embora devido à sua natureza delicada e aos movimentos lentos, estes peixes são facilmente capturados por redes à deriva e por outros métodos de pesca. Como consequência as populações poderão estar em declínio, uma vez que são muito cobiçados em alguns países como o Taiwan e no Japão.

Água não é peixe...


Água não é peixe mas ajuda bastante, ou melhor é um factor indispensável para a maioria das técnicas de pesca, pois a sua oxigenação "esconde quer predadores como presas".

As tonalidades das águagens são resultantes de alguns factores como por exemplo o sol, vento, força da ondulação, chuvas, condições metereológicas de dias anteriores, localização do pesqueiro ou da zona e fundos.


Estas águas são prometedoras, pois a forte oxigenação das mesmas pela ondulação minima que entra por "lavadiços" e na revessa provoca o torbulhão de água, onde algumas espécies como é o caso dos sargos, se refugiam não só por protecção, mas também para alimentação...

... uma vez que os mesmos aproveitam a onda para entrar em zonas que somente de maré cheia podem aceder, uma vez que lá encontram o tenro marisco que é a base da sua alimentação, perceves e mexilhões, são mordidos pelos fortes maxilares destas especies na subada da onda, aproveitando a revessa da mesma vaga que ao fazer atrito no volume do peixe os ajuda e facilita na tarefa da alimentação.





























A grande oxigenação em locais de entrada de areias novas, são um campo de batalha entre perdadores e presas onde as ultimas raramente escapam, robalos, douradas, sargos são frequentadores aciduos destas zonas, pois trazem muito alimento de variados tipos...


... quer anelídeos, caranguejos, pequenos peixes que quando são apanhados pela corrente ou rebentação nadam com grandes dificuldades, molusculos que fogem das areias pois as mesmas tapam-lhe os buracos.


A titulo de conclusão, creio que se deve dar uma especial atenção a este factor, pois certamente água não é peixe, mas quando se dá o encontro entre pescador e o peixe, ajuda bastante...



















Boas escolhas!

Reestruturação do ICN

Reestruturação do ICN poderia ter sido feita sem mudar o nome original, sintético, coerente, expressivo e mais correcto

O Presidente da República encorajou, no seu discurso do 25 de Abril, os jovens a não se resignarem. Já não sou jovem, mas escrevo porque não me resigno com a mudança de nome do Instituto da Conservação da Natureza (ICN) para Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB) estabelecida pelo Decreto-Lei n.º 136/07.

Biodiversidade é uma forma de dizer, numa só palavra, diversidade biológica, ou seja, o conjunto dos seres vivos. É, para muitos, a parte mais visível da natureza, mas não é, seguramente, a mais importante. Outra parte, com idêntica importância, é a geodiversidade, sendo esta entendida como o conjunto das rochas, dos minerais e das suas expressões no subsolo e nas paisagens.

No meu tempo de escola ainda se aprendia que a natureza abarcava três reinos: o reino animal, o reino vegetal e o reino mineral. A biodiversidade abrange os dois primeiros, e a geodiversidade o terceiro. Estando assente, e bem, que biodiversidade é parte integrante da natureza, a designação agora decretada para este importante organismo do Estado é, no mínimo, desnecessária e redundante.

Esta redundância vem de trás. Ficou consagrada
em 2001 na Estratégia Nacional para a Conservação da Natureza e da Biodiversidade, na sequência da Convenção sobre a Diversidade Biológica (Conferência do Rio, 1992).

O nome vem daí, mas custa-me a crer que, num
organismo onde trabalham mais de quarenta biólogos e uma quinzena de arquitectos paisagistas, ninguém tenha chamado a atenção do legislador para esta aparente ingenuidade que, cientificamente, raia o ridículo - a menos que alguém me explique aquilo que me parece inexplicável. Está fora de causa qualquer juízo crítico à reestruturação deste instituto, mas ela poderia ter sido feita sem mudar o nome original, que era sintético, coerente, expressivo e, por isso, mais correcto.

Retirar a biodiversidade da natureza é o mesmo que retirar o sobreiro do
conjunto das árvores, o bacalhau do dos peixes, o papagaio do das aves, os morcegos do dos mamíferos, os jornais do da comunicação social e por aí adiante, num nunca mais acabar de exemplos disparatados.

Ao enfatizar a
componente biológica, a nova designação do ex-ICN torna mais evidente a subestima que, lamentavelmente, a nossa administração tem manifestado pelos valores da geologia. Como se a paisagem e a civilização não dependessem do substrato geológico.

Os governantes deveriam estar mais elucidados sobre o papel da
geodiversidade na civilização moderna, na prospecção e exploração das matérias-primas metálicas e não metálicas, dos combustíveis fósseis e nucleares, das águas subterrâneas, para não falar no conhecimento dos riscos sísmico e vulcânico ou no dos terrenos sobre os quais se edificam barragens, pontes e outras grandes obras de engenharia.

É que, apesar de na quinta das
10 opções estratégicas aprovadas em 2001 se propor "desenvolver em todo o território nacional acções específicas de conservação e gestão de espécies e habitats, bem como de salvaguarda e valorização do património paisagístico e dos elementos notáveis do património geológico, geomorfológico e palentológico", nem o decreto-lei que lhe deu seguimento, nem a Portaria n.º 530/07, que lhe fixa os estatutos, têm um artigo, uma alínea, uma palavra referente à componente geológica da natureza.

Mas tem meia centena de
referências à biodiversidade. Esta pouquíssima importância dada à geodiversidade por este instituto fica, aliás, bem demonstrada pelo número de geólogos que ali trabalham, menos do que os dedos de uma mão entre 180 técnicos superiores.

Que país é este que tem na geodiversidade (mármores,
granitos, cobre, zinco, volfrâmio, estanho) a maior fonte de riqueza e a subestima na instituição que seria suposto zelar por ela?

É o mesmo país que
extinguiu, em 2003, o Instituto Geológico e Mineiro.

Valha-nos Santa
Bárbara!

A.M. Galopim de Carvalho
Geólogo

Fonte: Público (5/5/2007)

Pescadores contra perda de soberania sobre gestão da ZEE

Pescadores contra perda de soberania sobre gestão da ZEE

A Federação das Pescas dos Açores (FPA) solicitou ao presidente da Assembleia da República e líderes parlamentares que a proposta de transferência para a União Europeia da competência exclusiva da gestão dos recursos marinhos seja discutida com "urgência".

Nas cartas enviadas a Jaime Gama e aos líderes parlamentares do PS, PSD, PCP, CDS/PP, BE e Verdes, o presidente da FPA sustenta que "não é admissível que Portugal aliene a sua soberania e as suas responsabilidades na gestão da sua Zona Económica Exclusiva (ZEE)".

Segundo um comunicado assinado por Liberato Fernandes, a proposta do Tratado Reformador prevê que as actuais competências dos Estados-membros, em matéria de gestão dos recursos biológicos do mar, passem para a alçada "exclusiva" da União Europeia.

Uma vez que está previsto para a segunda quinzena de Outubro a apresentação, em Lisboa, da nova proposta de tratado, a FPA solicita que o parlamento agende "com urgência" a discussão desta matéria, para que possa ser alterada esta alínea "em tempo útil".

"A alínea correspondente à gestão dos recursos biológicos do mar no âmbito da Política Comum de Pescas deve consagrar esta gestão como competência dos Estados", salienta a FPA, acrescentando que a discussão deve estender-se aos cidadãos portugueses, integrada no processo de consulta pública sobre o futuro tratado europeu.

A Federação das Pescas dos Açores refere ainda que, em finais de Junho de 2005, a Assembleia da República recebeu uma petição com mais de 25 mil assinaturas, que "até à presente data" nunca foi discutida em plenário.

O Pargo (Pargus Pargus) na costa litoral


Vitor de Matos (Pargo de 3 kg)

Com o aquecimento das águas cada vez mais se vão verificando todos os anos a presença destes exemplares junto à faixa litoral onde fazem as delicias de pescadores lúdicos com as suas potentes lutas como é o caso destes amigos que tiveream a felicidade de os encontrar enquanto pescavam ao sargo, engodando com sardinha. De salientar que o pargo de 2.250 kg apanhado pelo Ricardo foi ferrado , trabalhado e capturado pela modalidade de tento (sentir ou pesca directa) o que lhe valeu um elemento novo da cana.



Zé (pargo de 5 kg) Ricardo (Pargo de 2.250kg)

O pargo de nome científico (Pagrus Pagrus), pertence à família dos esparídeos, de igual forma como o sargo (Diplodus Sargus) e a dourada (Sparus Aurata) ou o sargo viado (Diplodus Cervinus Cervinus), sendo especies identicas com as mesmas dietas alimentares e características semelhantes, ate na reprodução são idênticas incluindo a alteração do sexo (hermafrodita).


(pargo de 5 kg)

Como base de alimentação podemos encontrar um variado leque de iguarias composta sobretudo por crustáceos, sendo caranguejos e pequenos camarões os eleitos, dentro da espécie moluscos os búzios, lulas e polvos são um manjar que apreciam durante toda a sua vida e claro pequenos peixes. São os seus dentes caninos, juntamente com os numerosos molares que equipam as suas maxilas, que permitem que o pargo se alimente de presas bem diversas, muitas das quais, como os ouriços e mexilhões, todas elas são vítimas da poderosa prensa triturante que são os maxilares destas espécies.


Zé (pargo de 5 kg)

Na boca possuem uma dentição característica, com dentes incisivos cortantes (4 ou 6 em cada maxila) e os posteriores arredondados, sendo esta arma potente que lhe permite partir conchas e crustáceos ou cortar molusculos ou carne com facilidade.



Ricardo (Pargo de 2.250 kg)

Por outro lado o pargo tem uma notável capacidade para se habituar a qualquer tipo de fundos, sejam eles compostos por areia, rocha ou mistos, uma vez que consegue capturar e alimentar-se em qualquer tipo destes fundos, onde facilmente poderá encontrar qualquer tipo de alimentação que faz a sua dieta.



Ricardo (Pargo de 2.250 kg)

Em termos de tamanho estamos perante uma espécie que pode facilmente atingir 1 metro ou mais de comprimento e mais até 15 quilos de peso.
Normalmente habita e vive desde a costa até aos 250 metros de profundidade.


Nas nossas águas o pargo é um dos gigantes, sendo um exemplar desta família demora quatro a seis anos a atingir os 40 centímetros e a pesar um quilograma, podendo atingir um metro de comprimento e oito quilogramas de peso ou mais, segundo os estudos científicos um peixe deste porte poderá viver até aos 22 anos.

Semana Gastronómica da Cavala do Concelho de Odemira



Entre os dias 25 e 30 de Setembro, será promovida uma semana gastronómica em diversos restaurantes do concelho de Odemira, dedicada à cavala, espécie de alto valor nutricional e de preço acessível, capturada em abundância ao largo da costa alentejana e que permite confeccionar pratos de especial sabor bastante apreciados a nível local.

RESTAURANTES ADERENTES

ZAMBUJEIRA DO MAR

Café-Restaurante “Pôr do Sol”
Loteamento Municipal, lote n.º 49
7630 Zambujeira do Mar
Telefone: 283 961 122

* Cavala de azeite e vinagre c/molho de coentros;
* Sopa de Cavala;
* Cavala em molho de tomate.

Restaurante “O Sacas”
Entrada da Barca
7630-785 Zambujeira do Mar
Telefone: 283 961 151
Encerra: Quarta 26 DE Setembro

* Cavala com orégãos;
* Cavala escalada;
* Cavala c/hortelã.

Café / Restaurante “ Estrela do Mar”
Avª. Do Mar, n.º 82
7630-785 Zambujeira do Mar
Telefone: 283 961 131

* Cavala de molho de tomate;
* Cavala de cebolada;
* Cavala grelhada na brasa;
* Cavala no forno;
* Cavala cozida com orégãos.

Restaurante “Rita”
Zambujeira do Mar
Telefone: 283 961 317

* Cavalinhas de molho de tomate;
* Cavala grelhada na brasa;
* Cavalinhas cozidas de azeite e vinagre.

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VILA NOVA DE MILFONTES

Restaurante “O Dunas Mil”
Eira da Pedra
7645 Vila Nova de Milfontes
Telefone: 283 996 420

* Cavala cozida com orégãos;
* Cavala grelhada/escalada c/molho de tomate.

Restaurante “ Duna Parque”
Eira da Pedra
7645 Vila Nova de Milfontes
Telefone: 283 996 451

* Cabidela de cavala;
* Filetes de cavala à chefe.

Café-Restaurante “ O 29”
Rua do Pinhal, nº 29
7645-293 Vila Nova de Milfontes
Telefone: 283 996 125

* Cavala de molho de tomate c/pimentos;
* Cavala grelhada/escalada c/coentro e alho;
* Cavala no forno.

Restaurante “Mar e Sol”
Rua Custódio Brás Pacheco
7645-251 Vila Nova de Milfontes
Telefone: 283 996 384

* Cavala cozida c/orégãos;
* Cavala de molho de tomate;
* Cavala grelhada/escalada;
* Filetes de cavala;
* Cavala frita.

Restaurante de Praia “Portinho do Canal”
Vila Nova de Milfontes
Contacto: 283 996 255 (Augusto)
Encerra: Quinta 27 DE Setembro

* Cavala grelhada/escalada.

Restaurante a “Fateixa”
Largo do Cais
Vila Nova de Milfontes
Contacto: 283 996 415 (Almeida)
Encerra: Quarta 26 DE Setembro

* Cavala c/molho pitau;
* Cavala grelhada c/molho coentrão;
* Ensopado de cavala;
* Sopa de tomate c/cavala.

Restaurante “Guarda-Rios “
Estrada das Furnas
7645 Vila Nova de Milfontes
Telefone: 283 998 504
Encerra: Terça 25 Setembro

* Cavala de coentrada;
* Cavala estufada c/molho de champanhe;
* Cavala marinada.

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LONGUEIRA/ALMOGRAVE

Café/Restaurante “O Lavrador”
Almograve
7630-017 Longueira/Almograve
Telfone: 283 647 182
Encerra: Quarta 26 Setembro

* Ensopado de cavala;
* Cavala cozida com óregãos;
* Cavala escalada e/ou grelhada.

Café/Restaurante “O Nobre”
Cruzamento do Almograve
7630-063 Longueira – Almograve
Telefone: 283 647 163
Encerra: Sabado 29 Setembro

* Cavala c/molho de tomate;
* Cavala grelhada com molho de coentro e alho.

Restaurante - Apoio de Praia “Oásis”
Praia da Furnas
Longueira Almograve
Telefone: 963 033 289 ou 283 998 020

* Cavala cozida com orégãos;
* Cavala de molho de tomate;
* Filetes de cavala.

Restaurante/Snack-Bar “Mar Azul”
Lote n.º 15, fracção D – Loteamento do Cabecinho
Almograve
7630 Longueira/Almograve
Encerra: Quita 27 de Setembro

* Cavala de molho de tomate;
* Cavala grelhada c/molho de coentro e alho.

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S. TEOTÓNIO

Restaurante “A Azenha do Mar”
Azenha do Mar
7630-564 S. Teotónio
Telefone: 282 947 297
Encerra: Quarta 26 Setembro

* Cavala de molho de tomate;
* Cavala cozida c/orégãos.

Café-Restaurante “Rocamar”
Cavaleiro
7630 S. Teotónio
Telefone: 283 647 563

* Cavala grelhada/escalada.

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ODEMIRA

Duo Mira – Casa do Pasto
Largo Brito Pais n.º 2/3
7630 Odemira
Telefone: 283 322 588
Encerra: Domingo 30 Setembro

* Cavala frita c/tomatada;
* Cavala no forno;
* Cavala de molho de tomate;
* Cavala recheada;
* Cavala escalada;
* Cavala c/pimentos.

Restaurante/Cafetaria “ O Tarro”
Estrada da Circunvalação
7630-130 Odemira
Telefone: 283 322 161

* Cavala frita;
* Cavala em molho de tomate;
* Cavala de cebolada;
* Cavala no forno;
* Cavala assada na brasa.

Café / Restaurante “Os Bons Amigos”
Av. ª Teófilo da Trindade
7630 Odemira
Telefone: 283 327 291
Encerra: 29 e 30 de Setembro

* Massinha de cavala c/hortelã da ribeira;
* Cavala escalada de escabeche;
* Cavalinha cozida c/orégãos e molho verde.

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Pescado na lota de Lagos ficou sem compradores

Pescado na lota de Lagos ficou sem compradores

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) apreendeu ontem 1657 quilos de peixe que se encontrava a ser vendido no exterior da lota de Lagos.
Mas a operação da ASAE acabou por assustar os comerciantes que pretendiam adquirir pescado na própria lota.
Os pescadores ficaram sem compradores para o peixe.



1º Encontro Convívio de Pesca Lúdica do Brejão



Um agradecimento ao produtor deste vídeo, Nuno Ribeiro, pelo registo memóravel deste acontecimento que ficará gravado na memória desta bela gente que se deslocou de norte a sul do pais e proporcionou um fim de semana inesquecível...

AGRADECIMENTO:

- Pessoal do Sport Brejão e Benfica foram magníficos
- Câmara Municipal de Odemira;
- Junta de Freguesia de s. Teotónio;
- Azipesca na pessoal do Sr. Raul, pela ajuda e apoio nesta actividade;
- Multisport na pessoal do Sr. Carlos, pela ajuda e apoio nesta actividade;
- Onda Salgada, pelo apoio;
- Pedro (Gasolinas) o homem que tratou do "little pig";
- Ao pessoal que contribuiu para a recolha de lixo;
- Ao forúm www.pescadesportiva-pt.net, que apoiou esta iniciativa;
- À comunicação social que esteve presente;

A pesca lúdica teve mais um grandioso dia, o ambiente e o Brejão idem.

Obrigado a todos.

Golfinho encontrado morto no rio Sado


Um golfinho foi encontrado morto ontem de manhã no estuário do Sado, o mamífero com 3,30 metros e 400 quilos de peso ao que tudo indica era adulto e terá dado entrada neste estuário vindo do oceano, mas já se encontrava morto há algum tempo. Aparentemente ao que parece o mesmo não é pertencente à Reserva Natural do Sado, a maior em termos de número de efectivos que temos no país.

Muito se tem especulado em torno da poluição do Sado, quer pela Fábrica de Celulose Portucel/Soporcel a funcionar em pleno estuário do Sado e pela Fábrica da Secil em pleno Parque Natural da Serra da Arrábida.

É de salientar que o stress causado nos golfinhos existentes no estuário pelas passagens constantes dos Ferryboats e embarcações de recreios agrava efectivamente a reprodução, criação e sobrevivência das crias mas também cria entraves á reprodução da espécie.

È de salientar o empreendimento da zona turística que esta em plena construção em Tróia, na margem sul e da marina para embarcações de recreio que ditarão brevemente um acréscimo de frequentadores da zona, o parque de embarcações de recreio duplicará e com isso certamente o stress causado na tranquilidade das águas.

Segundo estudos sobre a especie, os golfinhos do Sado não estão a resistir à poluição ambiental em pleno estuário, nas duas ultimas dezenas de anos causaram um decréscimo em cerca de 14 efectivos, encontrando-se actualmente nos 26 efectivos.

Pelo andar das coisas, na próxima dezena que se avizinha prevê-se o desaparecimento desta espécie do estuário do Sado.

Os Golfinhos tem certamente os dias contados em pleno estuário do Sado.

E nada é feito para os ajudar.

1º Encontro de Pesca Lúdica do Brejão



No próximo sábado, dia 22 de Setembro, vai ser promovido um encontro de pesca lúdica no Litoral Alentejano dentro da área do Concelho de Odemira, com o objectivo de promover o convívio entre pescadores de vários pontos do país, promoção da excelente faixa litoral costeira para a pratica de diversas modalidades de pesca, tais como bóia, spinning, surf-casting, embarcada, corrico, chumbadinha, tento e fundo e recolher lixo nas zonas frequentadas pelos participantes sensibilizando com isto a preservação da zona costeira, mas sobretudo alertar para que estas actividades sejam mais vezes promovidas, uma vez que cada vez mais os fóruns dentro desta área estão a alertar para as causas ambientais.

O Município de Odemira, o site www.pescadesportiva-pt.net e as empresas de comercio de material de pesca Azipesca, localizada na Azenha do Mar e Multisport localizada em S.Teotónio, são os patrocinadores deste evento levado a cabo pelo clube desportivo Sport Brejão e Benfica.

A concentração será feita na sede do Centro Sócio Cultural do Brejão entre as 8.30 e as 9.00, ás 9.30 será a hora que ditará a saida para os pesqueiros, nomeadamente entre a Zambujeira do Mar e a azenha do Mar, contando com a presença em algumas das belas praias dentro desta faixa litoral, como por exemplo os Alteirinhos, Alvoreão, Carvalhal, Machados e Seisseras (vulgarmente conheçida como Praia da Ámalia).

Aos participantes no convívio irá ser entregue sacos para a recolha de algum lixo nas áreas que frequentarem, entre as 14 e as 15 horas será feita a selecção do lixo recolhido para deposição nos respectivos ecopontos de papel, plástico e vidro e culminará com um almoço que será alargado até ao jantar, altura em que o peixe pescado e cedido gentilmente pelos participantes será confeccionado para um petisco.

As inscrições para o convívio de pesca desportiva deverão ser efectuadas até ao dia 20 de Setembro, através do site www.pescadesportiva-pt.net ou na sede do Sport Brejão e Benfica.


O Projecto Biomares

O projecto Biomares é um dos quatro projectos vencedores do Programa Life-Natureza atribuído pela União Europeia em 2006. Tem como objectivo a recuperação da biodiversidade na área do Parque Marinho da Arrábida, bem como a implementação de diversas acções de gestão ambiental.
A acção principal do projecto consiste na replantação das pradarias marinhas na zona do Portinho da Arrábida e Baía de Galápos. O ecossistema de ervas marinhas outrora existente nestes locais foi o suporte fundamental da vida e da biodiversidade marinha do parque natural. A sua destruição quase total (dos 30 ha existentes em 1983, já só restam 0,006 ha em 2006) ficou a dever-se principalmente à utilização da ganchorra e outras artes de pesca destruidoras dos fundos marinhos. O grande aumento do número de embarcações de recreio na zona e o fundeamento não controlado das mesmas foram também outros dos factores que contribuíram para o desaparecimento deste habitat. As ervas marinhas são plantas com raiz e que são facilmente destruídas pela acção das fateixas e âncoras.

A replantação, efectuada por mergulho com escafandro, vai fazer-se com o recurso ao transplante de ervas marinhas de populações dadoras na Ria Formosa, no Rio Mira e no Estuário do Sado.
Este projecto resultou de uma candidatura ao programa Life-Natureza da Comunidade Europeia, programa destinado ao financiamento da implementação das
Directivas Habitats e Aves e dos sítios da Rede Natura e decorrerá entre 2007 e 2011.



O Secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa, presidiu, no dia 27 de Julho, à sessão de apresentação do projecto Biomares. A cerimónia teve lugar no Museu Oceanográfico, no Portinho da Arrábida. Antes da apresentação, o Secretário de Estado do Ambiente, acompanhado por membros da equipa do projecto Biomares, efectuou um mergulho para plantar alguns pés de Zostera marina.



http://www.ccmar.ualg.pt/biomares/projecto_biomares.html/


Bóias


Actualmente podemos encontrar no mercado ou mesmo fabricar muitos modelos e formas de bóias, existindo diferentes gramagens para equilibra-las conforme o formato, volume, peso, condições de mar, vento, distancias onde pescar, altura e até espécies alvo, deveremos ter uma sensibilidade na escolha das mesmas de forma a que consigamos optimizar e aperfeiçoar a nossa técnica e sensibilidade do peixe, porque sinceramente creio que estamos perante uma excelente técnica que nos devemos aperfeiçoar quanto mais melhor.











Se quisermos a titulo de passatempo ou até pouparmos uns euros podemos sem problema algum executar as nossas próprias bóias, pois existem um sem número de matérias ou compostos para a sua produção, como exemplo a cortiça, corticite, esferovite, madeira de balsa, policarbonatos, espuma de propileno, esponjas, plásticos, madeira, etc.

Cada bóia e formato têm características, qualidades e finalidades em termos específicos consoante a técnica e pratica que escolhermos ou que nos identificarmos.


Para além da boa visibilidade que as bóias deverão proporcionar, uma vez que a sua visibilidade deve ser rapidamente identificada no meio da oxigenação ou espuma branca, existem outras características que as bóias nos oferecem, tais como;













- Antenas (as chamadas bóias sensíveis) – Compridas e finas para não causarem grande atrito quando o peixe está a comer mal possuindo desta forma uma sensibilidade fora do vulgar, são excelentes para colocações cirúrgicas em locais específicos; base mais longa que o corpo aquelas bóias que são indispensáveis e que me acompanham em todas as jornadas ideais para dias de vento pelo seu formato e quando bem calibradas são óptimas em termos de capacidade de suporte de mar considerável e com grande sensibilidade; frágeis talvez o único ponto negativo que vejo nestas bóias pois deveremos ter o máximo cuidado com elas pois qualquer toque com mais força na pedra partem-se ou partem as antenas; equilibradas ou não conforme os nossos gostos e opções de aquisição.











- Bóias de peão – A meu ver estamos a falar da rainha da flutuabilidade / durabilidade / resistência, a sua forma é idêntica a um vulgar peão daí o seu nome, podem ser compostas por todo o tipo de material, podem ser calibradas já incluindo o chumbo incorporado no interior da mesma ou não quando teremos de colocar peso para as calibrarmos (com o problema de no caso de ser necessário colocar algum peso considerável para a calibragem das mesmas, a bóia ao bater na água provoca muito barulho o que poderá afastar o peixe se estivermos a pescar em locais amplos de pouca profundidade, poderemos sempre colmatar este ponto negativo com o lançamento mais longo, mas o principio é quase o mesmo).


A dificuldade do vento em arrastar este tipo de bóias é um ponto que vem a nosso favor, bem como o seu trabalhar em locais de correntes, ondulação forte ou mar agitado (reversas). A boa visibilidade quer ao nível da linha de água, mas a media altura ou grande altura é uma factor de enorme contributo que estas bóias nos fornecem, (pois se estamos a 40 metros de altura a pescar com mares de 3 m de ondulação numa zona cheia de espuma, qualquer outra bóia, com excepção das de madeira (carrapateiras), trará bastantes problemas e incómodos à pesca e que sabe se a jornada não terá condições para prosseguir).


Permite lançamentos longos devido ao seu peso e formato, dependendo do material que são compostas terão uma maior ou menor durabilidade e resistência.
Dificultam um pouco a recuperação do peixe quando se trata de exemplares de bom porte, uma vez que o seu volume submerso provoca um atrito considerável conforme o volume da bóia, tamanho do exemplar ou espécie.