Rajadas de vento, precipitação intensa e agitação marítima na ordem dos 5 a 6 metros e poucos sargos, foi o que caracterizou mais uma semana por terras da Galiza. As técnicas utilizadas foram as normais na pesca ao sargo, ou seja, bóia e chumbadinha. Na pesca à bóia utilizei bóias calibradas de cortiça entre as 30 e as 45 gramas, poderia ter utilizado outro tipo de bóias mas mantive-me fiel a estas pelas condições de mar e vento.
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Sargos em pouca água
Uma deslocação mais a sul, com pouco mar, num local onde já não pescava ia fazer uns dois anos, aparentemente boas condições à chegada do pesqueiro, a maré que já trazia umas duas horas de enchente ainda não era a ideal para começar a pescar, por isso com calma deu para observar alguns pescadores que lançavam artificiais para a ondulação na zona de praia.
Com mais claridade começava a observar alguns robalos de bom porte que "surfavam" as ondas, mas ainda assim bastante afastados, até que um foi ferrado por um elemento que estava a praticar spinning, a adrenalina de sempre na altura final, muito motivada pela ondulação que se fazia sentir naquele local com misto de pedra e areia, mas foi recuperado com sucesso, à distancia deveria ser exemplar para uns quatro quilos.
Mar parado e alguns sargos
Uma das poucas pescarias realizadas este ano, efectuada com sardinha e camarão, com chumbadinha mas usando muito pouco lastro numa zona onde o substrato rochoso esta coberto com mexilhão juvenil, local propicio para se efectuar "esperas" aos sargos, uma vez que os mesmos nesta altura e com pouca ondulação atrevem-se a vir mariscar mexilhão, com pouca profundidade em cima destes bancos de mexilhão à maré cheia.
Poucos foram os sargos que se soltaram e a grande maioria das capturas engoliram literalmente o anzol até ao bucho. A engodagem foi pouca e intervalada, não fossem as bogas aparecerem, situação que não se verificou, muito motivado também pela escolha do local, de difícil acesso e muito pouco pescado.
A despedida
Muito motivado pelo estado do mar, que durante toda a semana não passou de ondulação de metro, a nossa espécie alvo, não apareceu mais junto à costa, tendo as tentativas resultado na captura de alguns sargos a alguns elementos do grupo. No final da semana, já em fase de despedida foram efectuadas algumas capturas após o almoço, fase em que nos abastecemos com alguma energia extra (chipirones, pulpo, tortilla e estrella galicia), sendo que após consulta das previsões o mar estaria a subir neste período, sendo que foi verificado na parte da manha alguma força de fundo. Seguimos então em três grupos, um para casa, outro para norte e outro para sul. Sul era coincidente com uma zona próxima ao local onde três dias antes tinha efectuado a captura dos sargos de bom porte na caça sub, e nesse mesmo dia tinha observado o local afastado ao qual apelidei como o "pesqueiro das cabras", pela acessibilidade que o mesmo proporcionava, e lá fomos nós.
Caça submarina na Galiza (parte II)
Como o estado do mar se mantinha inalterado, ou seja praticamente parado e com grande visibilidade, resolvi efectuar mais uma investida de caça submarina, desta vez numa zona de difícil acesso. Após a descida e entrada na agua, numa zona com aproximadamente quinze metros de fundo, resolvo encostar mais às paredes da falésia, pois em algumas zonas existiam rochas fragmentadas que provavelmente albergariam alguns sargos "entocados", dadas as condições de mar.
Caça submarina na Galiza
No decorrer desta aventura por mares da Galiza, tivemos alguns dias de mar parado, pelo que a experiência de mergulhar nestas aguas foi realizada.
Tendo sido estabelecido o circuito a efectuar, na zona de entrada fui brindado com agua turva, com bastante matéria orgânica em suspensão (algas laminarias decompostas), numa zona de aproximadamente cem metros junto à costa, passando esta mancha a agua ficou clara com bastante visibilidade, começaram a ser avistados os primeiros exemplares, tainhas e pequenos burros, mas nada de sargos.
Sorento na Galiza
Mais uma fishing trip 2017, em conjunto com o grupo do costume, novas paragens, gastronomia à qual já nos habituamos, e que saudades do Pulpo à la Feria, Chipirones, Tortilha e Estrella Galicia...
Resolvemos mudar de zona, algo novo, pesqueiros temos sempre, uns com melhor acessibilidade que outros, mas faz parte da conjuntura, sendo que temos gosto e pessoal para todo o tipo de pesqueiros, o que é preciso é haver peixe e vontade de os procurar.
Tivemos pouco mar para as nossas expectativas, sendo que na primeira investida tenham saído estes de uma zona que proporcionava boas condições para a chumbadinha com pouca água.
Quanto ao conjunto: cana Sorento Power 600 e carreto Potenza 450 nada a assinalar, ou seja, um bom conjunto para bóia e chumbadinha, neste caso foram capturados bons exemplares, sendo que a prestação deste equipamento é notável, tanto na ferragem como na recuperação dos exemplares.
Sorento e Potenza: Inicio dos trabalhos
A expectativa era crescente, pois já alguns dias detinha este conjunto sem que tivesse oportunidade e disponibilidade ao fim de semana para iniciar uma boa jornada na pesca ao sargo.
Testar uma cana em "seco", abrir os elementos e avaliar os pormenores do seu "arco", se a sua ação é de ponteira, parabólica, semi parabólica ou progressiva, não é a mesma coisa que sentir a cana no seu trabalho efectivo para a qual foi adquirida no mar, e esta vara concebida pela Banax tem algo de especial. A montagem da mesma com o seu fiel Potenza 450, creio ser um bom conjunto que me irá proporcionar boas capturas, e acredito que a Sorento me irá surpreender de futuro pela sua performance que ainda me é muito "desconhecida".
Regresso à caça sub
Regresso à caça submarina, ao fim de alguns meses de paragem. Umas paragens pelos locais do costume proporcionaram a observação de muitos cardumes de sargos de médio e pequeno porte, pouco peixe "entocado" e muito em cima de lages submersas.
Deu para trabalhar a "caixa", apesar de estar muito tempo parado a época de canoagem tem dado resultados no meio aquático.
Imersão
Antes do início de mais uns dias do ano de pura restrição da
pesca lúdica apeada à captura de sargos e existindo condições iniciais para
efectuar a primeira investida de caça submarina do ano, resolvi ir matar uns
sargos daqueles que eu próprio não poderei matar com o auxilio do anzol, fio
monofilamento, cana, carreto e iscas…
Algumas visitas a covas de safio mas sem sucesso, deu para apreciar estas paisagens que poucos tem acesso do nível da agua para terra. As baías, foram zonas que se verificaram com agua mais tapada e com excesso de sedimentação em suspensão, pelo que não foram exploradas.
Pesca, mar, iscas e as capturas do costume
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| Pesca, mar, iscas e as capturas do costume |
O local escolhido é um local que tem à disponibilidade dos
sargos, varias espécies que fazem parte da dieta desta espécie, optei por uma
maré que se encontrava já a subir, com meia maré, o mar era falso, mas como já
tinha saudades de capturar uns "sarguinhos" decidi apostar neste
local.
O engodo é o normal, sardinha que me tinha sobrado de uma
outra jornada, ou seja sobras que devem ser recicladas. O método de engodo é
manual, fazendo com que o mesmo não quebre em demasia o cordão de engodagem,
uma vez que o mar falso tem a particularidade de no toque mais forte, provocar grandes
recuos de vaga superior ao normal, situação que afasta o engodo do local que
desejamos que o mesmo se mantenha.
Pesca direta ao sargo
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| Euphoria da Vega de 8 metros e o resultado de mais uma jornada |
Esta técnica esta mais que debatida mas continuam a existir opiniões sobre a
mesma, na pesca direita não usamos carreto nem passadores, normalmente o
tamanho ideal para esta vara é de 8 a 9 metros, de preferência leve e
resistente, em termos de características, na minha humilde opinião, poderemos chamar de muito positivas:
Jornal da Pesca online nº1
No seguimento das edições do Jornal da Pesca sobre modalidades, técnicas, relatos, experiências, testes a materiais e apresentações de novos produtos, agora, além das edições em papel disponíveis nas lojas, os aficionados da pesca lúdica e desportiva também podem encontrar as mais recentes novidades da pesca em plataforma digital (computadores, tablets e telemóveis).
O Jornal da Pesca lançou uma nova plataforma de informação, com conteúdos exclusivos e apenas no formato digital, que terá algumas edições ao longo do ano.
Neste primeiro número, o grande destaque é a apresentação das novas soluções Vega para spinning, com a cana Prime Spin e o carreto Protek 4, para pesca à bóia, com as canas Solaris e Bullfight Evolution e, principalmente, para surf casting — com as canas Insignia, Imperium e Traffic Surf a chamar atenções, ao lado dos carretos Hurricane 75, Cameron 75 e Insignia 60.
Este novo formato esta disponível em: Jornal da pesca digital
Na gulosice do mexilhão
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| Mais uma jornada com a Forza Special |
Mais uma jornada de pesca ao sargo, num outro local diferente das ultimas jornadas, onde teoricamente estaria frequentado por os nossos amigos listados, pois eles andam em força em cima dos bancos de mexilhão, sendo notório o aumento considerável de peso nas ultimas semanas, devido ao factor reprodução/pós reprodução.
Mais uma boa prestação da Forza Special, à qual, cada vez estou mais rendido, pela sua sensibilidade e capacidade de ferragem e recuperação dos exemplares. As técnicas foram as do costume, tendo o isco, para não variar, sido a sardinha para engodo e o camarão congelado para isca.
Primeira experiência: Forza Special & Magnesys 50
Com material novo para colocar à prova, nada melhor que o ir experimentar em dois locais quentes de sargos, ambos com proximidade da linha de água, e se as primeiras sensações sem acção de pesca foram boas, com acção efectiva de pesca superaram as expectativas. Deu perfeitamente para ficar com a noção que ambos os equipamentos, são de qualidade, com boas características e óptimos para as técnicas da chumbadinha e bóia. Apesar do tamanho do peixe não ter sido sido muito grande para testar a acção parabólica da cana fiquei surpreendido com a performance de ferragem da mesma. Deu perfeitamente para ter a noção que tinha em mãos uma boa vara de confiança, a cana Forza Special, de seis metros, leve e robusta, e um “marido” à altura dela, o carreto Magnesys 50.
Pesca anfíbia com danos colaterais
Apesar de ter efectuado nas jornadas anteriores boas capturas, o bichinho da pesca anfíbia andava a rondar e picou mais forte. Decidi então vestir o fato de neoprene e carregar o material as costas durante algum tempo, tendo efectuado a descida abrupta da falésia e aproveitando o calor da viagem a entrada na água foi mais que apetecida, sem qualquer problema foram uns cinquenta metros a nadar apenas com o auxilio da flutuabilidade do fato, a subida para a pedra deu-se em segurança.
Sargos: A quarta jornada
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| O maior exemplar da jornada 1,300 gramas |
Com a aproximação do fim de semana surge a aproximação do mar. Há que juntar as sardinhas e camarões e rumar para parte incerta na procura dos listados. Como nestas questões costumo dizer que o mar é que manda ou que me orienta para determinado local, tenho de o observar primeiro. As condições para a pratica da pesca apeada em alguns pesqueiros melhoraram, e seguindo as previsões da pagina do Windguru, ainda me mantenho pela pesca junto as base da falésia, a pesca ilhada esta para segundo plano, apesar de estar bastante tentado.
Sargos em condições limitadas
Uma jornada marcada por muito vento e mar a crescer, dificultado pela grande ondulação que provocava uma escoa praticamente impossível de manter o engodo no local escolhido, tinha a certeza que não poderia tentar no dia seguinte visto que as previsões eram de subida de mar e período de vaga.
Já no limite das condições propicias para uma jornada de pesca ao sargo no local resolvi optar por colmatar esta situação aumentando o peso no olivete junto ao anzol e a cadencia de engodagem manual, as capturas iniciaram-se assim que iniciei a engodagem, mas eram espaçadas pois apenas conseguia manter a montagem no local das ferragens na fase entre os sets.
À procura de sargos, A ou B?
Após uma breve leitura das condições de mar num local pouco frequentado, resolvo descer e tentar saber se o local estava frequentado, já faz algum tempo que não frequento este local, e normalmente faço-o em pleno verão quando os sargos encostam mais ás pedras submersas e rebolos (pedras roladas) junto às falésias. Tinha apenas dois locais (A e B) onde poderia pescar dado a existência de algum vento e a pouca profundidade do local, um substrato rochoso com cerca de 100 metros.
Ao chegar ao primeiro local (A), fico com a duvida de que plano seguir aquele ou o outro (B)? Com dois três minutos de observação, depressa concluí que teria de ir para o B, pois a pequena aguagem (difícil de destingir com a acção do vento) corria para o A. Logo se começasse no A estaria a chamar o peixe do B e depois não conseguiria aproveitar aqueles que estariam do lado esquerdo acompanhando a engodagem.
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