Uma manhã que começou um pouco mais tarde do que previa, mas lá me dirigi ao local pensado, dadas as condições do mar e a maré já estar na enchente limitaram um pouco o pesqueiro, sendo o tempo bastante limitado, como tal teria pouco mais de meia hora segundo pensei.
Já no local constatei de facto que estava bastante limitado em tempo, mas mesmo assim enquanto vestia as calças do fato de mergulho, lá ia olhando para o mar, estava já com duas horas de enchente e aparentava uma força evidente motivada pelo seu estado e pela força do enchente.
Mar mexido e com muita força
Lá desci para o pesqueiro, preparei a cana com a montagem de bóia e lá iniciei o procedimento habitual de
Diplodus sargus aquele prazer
O isco foi o habitual, camarão congelado e sardinhas para engodo, na montagem utilizei uma bóia mais pesada e calibrada de cortiça para evitar o “navegar” da mesma, os anzóis foram o tamanho 1/0 mais selectivo.
Anzol selectivo 0/2 e o isco habitual
Primeiro lançamento, um bom exemplar, e outros se lhe seguiram, mas como o mar não estava para brincadeiras depressa tive de abandonar o local, tentei outro pesqueiro perto do local mas nada havia a fazer, era mesmo sair dali.
Após um pouco de conversa com outros pescadores que no alto da falésia lá iam tirando umas safias apareceu o meu amigo Arménio, já tinha tentado um pesqueiro mas os sargos não tinham colaborado, apenas tinha capturado dois exemplares.
Um pouco de alpinismo
Lá nos dirigimos a outro local para tentar capturar mais uns peixes, colocamos a corda, descemos, mas o mar estava muito forte para o local.
"Fazer o pesqueiro"
Tentamos com bóia, chumbadinha e tento, ainda capturamos alguns sargos, e três viúvas, mas o dia estava mesmo feito para finalizar a jornada por ali.
Quando o mar deixar, haverá mais…
Resultado final
3 Viúvas
Bóia e chumbadinha

















