Agricultura intensiva, degradação dos habitats e turismo desordenado estão a colocar em risco o património natural do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, denuncia a Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza, no dia em que se completa o 26º aniversário da criação daquela área protegida.
Aproveitando a efeméride, a Quercus faz uma retrospetiva do que foi feito de positivo e negativo nesta Área Protegida e traça cenários com base na definição de ameaças e na identificação de oportunidades.
A associação ambientalista recorda que o Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina (PNSACV), que resulta da reclassificação da paisagem protegida em Parque Natural em 1995, estende-se por uma faixa estreita do litoral ao longo de 110 quilómetros e foi criado com o objetivo de «suster e corrigir as pressões antrópicas que poderiam conduzir à degradação de um património natural único».


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