Chumbadinha e mais sargos


Uma outra zona para variar as anteriores que apesar de terem muitos sargos, os mesmos eram miúdos, optei por uma escolha de um pesqueiro com paredes e pedras submersas a partir da meia maré que tivessem marisco (mexilhão e percebes), pois alguns dos exemplares anteriores quando foram arranjados para serem confeccionados tinham uma quantidade considerável destes mariscos no bucho. O sinal da sua existência no pesqueiro foi observado do alto da falésia, quando os mesmos na chegada da vaga às pedras submersas os fazia dançar sobre as fendas.

Sargos à chumbadinha


Uma outra jornada matinal, duas horas de enchente deram este resultado, não houve tempo para mais, mas foi positivo. Apenas utilizei a técnica da chumbadinha com seis gramas, camarão como isco e a sardinha como engodo.

Muitos sargos de pequenas dimensões neste local, lá aparece um ou outro maior mas no geral andam em torno das quatrocentas gramas.

Pesca à bóia


Uma jornada diferente, com a presença da Armada bem perto da costa, em missão de fiscalização, nunca os tinha visto tão perto da costa a não ser em missões de busca e salvamento ou treino militar, mas são sempre bem vindos.

Mais do mesmo, umas sardinhas e uns camarões, desta vez a aposta foi na bóia devido a algumas condicionantes do pesqueiro, não se encontravam tantos sargos miúdos como na jornada anterior e o resultado da jornada foi de igual forma positivo.

Sargos de Dezembro


Um inicio de enchente com bastantes capturas que foram libertadas pelo reduzido tamanho que apresentavam, a água apresentava-se oxigenada com uma agitação constante o que proporcionava excelentes condições para a bóia e "chumbadinha". 

Foi utilizada, para não variar, a sardinha (engodo e isca) e o camarão congelado (isca), apesar de estarem a comer pessimamente, existiram alguns exemplares que mal afundavam a bóia e ficavam "embuchados".

Será sorte...


Único dia com condições propícias para o desenrolar de uma enchente digna de uma jornada de pesca ao sargo. Local escolhido não foi ao acaso, não propriamente um local sem características, muito pelo contrário, com aquelas condições que nos fazem acreditar que água é sinonimo de peixe. Uma zona com grandes colónias de percebes e mexilhão, duas entradas de água que projectavam a oxigenação a uns seis metros da pedra, com pedras submersas e uma tonalidade de azul digno de se ver, foi a nossa primeira observação do local, nunca o tínhamos visto, nunca lá tínhamos estado, assim que observei algumas movimentações da ondulação, a primeira impressão foi comentada com o companheiro Pedro Cortes, ou seja, um local para três pesqueiros em dez metros, posteriormente havíamos de encontrar outro local, mediante a movimentação submersa dos nossos amigos, a corrente de engodo que iríamos estabelecer e o estado do mar e vento, mas fiquei logo com a impressão de termos de nos deslocar ligeiramente para o nosso lado direito.

Cabaz do Mar


É um projeto pioneiro em Portugal, que pretende contribuir para a valorização do pescado, para a promoção da identidade das comunidades piscatórias, fomentando as relações de proximidade entre quem pesca e quem consome, estabelecendo um circuito curto de comercialização.

O Cabaz do Mar leva pescado fresco da nossa costa, leva o saber e a alma dos pescadores, leva os sabores do nosso mar. É vendido a um preço justo para todas e todos. Justo para quem pesca, justo para quem consome. O consumidor do Cabaz do Mar tem a oportunidade de usufruir deste valor e contribuir para a sua sustentabilidade.

Mais informação em: cabazdomar.pt/

Bóias de pião o "TT" na pesca à bóia



Bóia fixa 

Como o próprio nome indica, a bóia é fixa e por cima da mesma é colocado um nó de travamento e/ou batente, na madre principal ou a madre é presa por intermédio de um destorcedor na parte superior da bóia, neste caso na parte posterior é colocado outro destorcedor onde é colocada a montagem com monofilamento ou fluor carbono de qualidade à altura que pretendermos utilizar como montagem.

125 ONG pedem para acabar com a sobrepesca já em 2015


8 Organizações Não Governamentais (ONG) portuguesas, entre 125 ONG de toda a Europa, enviaram hoje uma carta à Ministra Assunção Cristas a pedir que se comprometa a acabar com a sobrepesca já em 2015.


Em 15 e 16 de Dezembro, A Ministra da Agricultura e do Mar reunir-se-á com os seus homólogos para tomar uma decisão referente aos limites de pesca de unidades populacionais de peixe no Oceano Atlântico e águas adjacentes. 

A sua decisão será tomada no contexto da Política Comum das Pescas (PCP) reformada, a qual obriga, tanto quanto possível, a acabar com a sobrepesca até 2015 e, numa base evolutiva e gradual, o mais tardar até 2020, para todas as unidades populacionais. 

Assim, as ONG solicitam à Ministra que cumpra o prazo de 2015 para todas as unidades populacionais, pois qualquer atraso em acabar com a sobrepesca irá simplesmente prolongar a degradação ambiental e as dificuldades sócio-económicas do sector das pescas. 

Samurai uma guerreira


Samurai, um guerreiro que participou em batalhas e iniciou um longo caminho de aperfeiçoamento. O seu legado continua na personificação da cana Samurai, uma cana de seis metros, constituída por carbono radial de alto modulo C5, dez passadores SIC distribuídos por seis elementos, com uma acção de quinze a oitenta e cinco gramas, o seu peso total é de quinhentas gramas, fornece-nos uma acção moderada.

Os vários locais onde utilizei a Samurai de seis metros foram locais junto à linha de água e a dez metros (oblíquo e vertical) da mesma, qualquer que fosse o diferente local deu para ficar com a noção de que tinha em mãos uma boa vara de confiança, leve e robusta, muito por culpa do seu “marido”, o carreto Ryobi Sert Sun Reef 5008.

Crowdfunding Inhale - The Azores in one breath



"Os últimos quatro anos de nossa vida foram marcados por nossa tentativa de registar o nosso amor do Oceano. 

Um projecto nasceu da nossa paixão pela caça submarina e mergulho livre, e nossa vontade de convidar e inspirar a todos no mundo que chamamos de lar. 

Com este projecto, esperamos não só para compartilhar as experiências incríveis que tivemos o privilégio de ter, mas também para brilhar uma luz sobre este caminho controverso e ainda inspirador de vida."

Fonte: www.indiegogo.com

Spinning - Capitulo VI


O regresso as jornadas de "spinning", o local escolhido foi uma zona de baía que proporcionava algumas condições para lançar os artificiais para dois pontos que poderiam proporcionar alguma captura. Um ponto correspondia com o "espraiar" da ondulação que entrava numa zona de substrato rochoso e provocava a quebra da ondulação originando oxigenação, o outro ponto correspondia com a junção de duas correntes que confluíam num ponto a insistir.

A primeira captura deu-se em pleno por do sol, quando o sol tocou na linha do horizonte, um exemplar com cerca de um quilo e pouco, o segundo deu-se precisamente no lançamento seguinte após o primeiro ter sido retirado da artificial, curiosamente para o local inverso onde o primeiro tinha sido capturado.

Apanha de Perceves Reportagem TVI



Uma associação, 30 famílias (em Vila do Bispo), 80 licenças de mariscador profissional dentro do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, espécie com direito a festival gastronómico em Vila do Bispo, 50000 pescadores lúdicos que levam as famílias para o mar e delapidam um recurso natural que lhes pertence, ou devia pertencer, pois deveria ser essa associação a fazer o defeso e a gerir o recurso (segundo os próprios), aqui estão os ingredientes desta reportagem, polémica para uns, menos polémica para outros... Opiniões? 

Fonte: Pedro Sousa

As iscas e capturas do costume...


Pesca, mar em condições, as iscas e capturas do costume...

O local escolhido é um local que tem à disponibilidade dos sargos, varias espécies que fazem parte da dieta desta espécie, mexilhão, percebes, lapas e cracas, optei por uma maré que se encontrava já a subir, com meia maré, o mar era falso, mas como já tinha saudades de capturar uns "sarguinhos" decidi este local pois apesar do mar falso, este local é um dos pesqueiros, sendo um pesqueiro ao nível do mar, é o que mais condições de segurança apresente, na minha humilde opinião.