Quase metade do peixe consumido no mundo vem de aquacultura


O mundo produziu, em 2006, um total de 143,6 milhões de toneladas de peixe pescado e criado em aquacultura, dos quais pouco mais de 110 milhões foram para consumo humano e o restante para alimentação animal.

Deste total, 47 por cento teve origem na aquacultura, que é onde têm origem os aumentos de produção registados nos últimos anos, já que as pescas têm-se mantido estáveis.
O último relatório da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) sobre o Estado das Pescas e da Aquacultura, hoje divulgado, indica que 19 por cento das reservas piscícolas do planeta estão a ser sobre-exploradas, oito por cento estão esgotadas e apenas um por cento está em recuperação.

Cerca de metade (52 por cento) está a ser explorada nos seus limites máximos.
O problema é o mesmo há anos: Há um excesso de capacidade pesqueira para os recursos existentes. E o problema tem tendência para piorar.

Segundo o relatório da FAO, as alterações climáticas já estão a afectar a distribuição das espécies, tanto marinhas como as dos rios.

Com as mudanças de temperatura do oceano, muitas espécies estão a movimentar-se em direcção aos pólos.

Os processos biológicos estão também a sofrer modificações, lançando uma nuvem de incerteza sobre as consequências para a produção pesqueira.


Por isso, para a FAO, é importante incentivar a aquacultura, que está já a garantir quase metade do consumo mundial.
As pescas e a aquacultura dão emprego, directamente, a 43,5 milhões de pessoas, 86 por cento das quais na Ásia.

Existem cerca de 2,1 milhões de embarcações motorizados, a vasta maioria abaixo de 12 metros. Mas há 23 mil navios-fábrica, com a particularidade de se desconhecer a nacionalidade de boa parte destas grandes embarcações.

Fonte:
Público

Pesca lúdica: Pescadores protestam em Odemira em 14 de Março

As populações do Litoral Alentejano e Algarvio, vão protestar no próximo dia 14 de Março em Odemira, contra as novas portarias que definem os condicionalismos ao exercício da pesca lúdica no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina.


Ás vozes dos pescadores e mariscadores, no próximo dia 14 de Março, em Odemira, juntam-se os comerciantes e cidadãos, para protestar contra as duas portarias aprovadas pelo Governo e publicadas em Diário da República (*), no passado dia 5 de Fevereiro. Os dois documentos definem os condicionalismos específicos ao exercício da pesca lúdica no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina e outros mecanismos reguladores que regulam a definição de áreas e condições especificas para a actividade piscatória por parte das comunidades locais.

Carlos Carvalho, porta-voz do Movimento “Cidadãos do Sudoeste”, revelou à Voz da Planície que a manifestação de Odemira Visa “a suspensão das duas portarias”, um virtude de as mesmas estarem a lançar “uma morte lenta no Litoral”.

Os pescadores e mariscadores dizem-se que “depois de dois anos de multas”, o Ministério da Agricultura e Pescas, vem dizer que as portarias “vão ser alteradas”, o que “vai arrastar” todo a situação, justifica Carlos Carvalho.

A manifestação convocada pelo Movimento “Cidadãos do Sudoeste”, tem como local de concentração, o cais do rio Mira, e um protesto junto à sede do Parque Natural da Costa Vicentina. Num documento de apelo à presença na acção de protesto, é afirmado que o objectivo do Governo é criar “resorts de luxo, projectos PIN, praias privadas, e outros “ghetos” de onde os ricos enxotam os pobres com empresas de segurança”.

Fonte: voz da planicie

Portarias da pesca lúdica prejudicam operadores turístico-marítimos


A “Turismo do Alentejo, ERT” prossegue a ronda de contactos com as autarquias e com os agentes locais. Ontem a iniciativa “Agir para o Turismo com a Região” esteve em Odemira. Cerca de 4 dezenas de operadores estiveram reunidos para debater, com a Entidade que gere o sector, a necessidade de promover o “produto sol e mar”.

noticia radio

O desporto náutico, a animação turística e as restrições impostas à pesca lúdica pelas portarias publicadas no início de Fevereiro foram outras das matérias em cima da mesa. Ceia da Silva, presidente da “Turismo do Alentejo, ERT”, afirma que os operadores turístico-marítimos contestam os diplomas que regulamentam a pesca lúdica uma vez que estes prejudicam a sua actividade.
A “Turismo do Alentejo, ERT” está hoje em Serpa.

Fonte: radio pax

Manifestação em Odemira 14 de Março

“Hoje fui a pesca ali para o Treme-Treme, apanhei três batata doces e duas bananas”


Esta foi a forma de protesto encontrada pelos pescadores lúdicos da freguesia do Rogil, concelho de Aljezur, que se mobilizaram no passado dia 24 de Fevereiro de 2009 no Treme-Treme, local situado no concelho de Aljezur.


Ás 10:30 da manhã os pescadores juntaram-se no referido local, apetrechados de suas canas, carretos e chumbadas, anzóis é que nem vê-los.


Acrescentaram então algumas babatas doces, e bananas ”empatadas” aos seus fios, após todos terem lançado suas chumbadas á água.


Foi feito um telefonema á Polícia Marítima para uma denúncia, do outro lado a resposta foi de um atendedor de chamadas.


Pescadores continuaram no local na expectativa que alguma autoridade podesse aparecer, os pescadores estavam expectantes para ver a reacção das autoridades ao serem “apanhados” a pescar a uma Terça-Feira.


Dia proibido para a prática da pesca lúdica na PNSACV, sem anzóis, e a apanhar fruta e vegetais, só que autoridades nem vê-las, é que os senhores das fardas deviam andar muito ocupados.


Foram retirados alguns exemplares como relata a foto, neste caso uma banana, a qual não consta nas Portarias 143/2009.


Sairam também alguns exemplares de batata-doce...
Será que estas espécies não estão protegidas pelo "defeso" restrição à pratica da pesca lúdica, ou será que as mesmas não terão sido colocadas na Portaria por esquecimento...

Texto e Fotos: Mário Fontinhas - Pescador do Rogil - Concelho de Aljezur

O meu agradecimento pelo contributo Mário.

Investigadores portugueses procuram alternativa aos esporões

Desenvolvimento de um sistema
inovador de protecção da costa

Uma equipa multidisciplinar de investigadores portugueses está desenvolver um sistema inovador de protecção da costa nacional, com estruturas submersas que permitem criar recifes artificiais e a rebentação de ondas adequadas à prática de surf. O projecto consiste na colocação de estruturas submersas junto à costa, com incorporação de multifunções, propícias à criação de ecossistemas marinhos e capazes de provocar o rebentamento das ondas mais longe da costa.

Os investigadores começaram por desenvolver uma estrutura computacional adequada para a propagação de ondas e simulação dos efeitos de refracção, empolamento e rebentação das ondas.

“A onda rebenta na massa de água, chegando à protecção dunar com um potencial energético muitíssimo reduzido, e é provocada uma rotação que lhe dá características para a prática de surf”, explica Antunes do Carmo, que coordenada o estudo, desenvolvido pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC). Nas estruturas submersas é usado material geotêxtil, que permite fixar plantas, transformando a zona num recife artificial atractivo para os peixes.

Este tipo de estruturas de protecção e valorização da costa tem bons exemplos de aplicação na Nova Zelândia e na costa Este da Austrália, onde uma zona bastante degradada deu lugar a um local procurado para campeonatos mundiais de surf.

A solução em estudo surge em alternativa aos esporões, típicos na protecção da costa portuguesa, mas com “consequências ambientais gravosas”, porque “ao reter as areias na vertente Norte provocam erosões a Sul”, considerou investigador.

“A costa portuguesa tem um manancial de oportunidades que não têm sido aproveitadas e tem sido alvo de remendos para resolver, à pressa, problemas imediatos (de protecção)”
, criticou.

Na opinião do especialista em Hidráulica Fluvial e Marítima, “o problema da costa portuguesa advém da falta de um desenvolvimento integrado”.

“Há demasiadas entidades a intervir na zona costeira, o que é muito grave. Tem de haver uma entidade gestora única, para não se promoverem interesses locais”, afirmou.

Antunes do Carmo alertou para o impacto que a previsível subida do nível do mar terá na costa portuguesa, caso não sejam tomadas medidas rápidas de prevenção e reabilitação das zonas mais degradadas. “A previsível subida do nível do mar poderá ter reflexos preocupantes em Portugal. Temos várias zonas que poderão inundar largas centenas de metros, senão quilómetros”, advertiu.

Para que o estudo agora divulgado seja testado na zona a beneficiar é necessário financiamento, não só privado mas também estatal.

Além dos investigadores da FCTUC estão envolvidos no estudo especialistas do IMAR-Instituto do Mar e colaboram o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e o Instituto Superior Técnico.

Fonte: ciência hoje

Investigadores da FCTUC desenvolvem Solução Tecnológica Inovadora para protecção da Zona Costeira Portuguesa


Uma equipa multidisciplinar de investigadores (biologia, botânica, ambiente e engenharia) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) está a desenvolver uma Tecnologia Inovadora para proteger a Zona Costeira Portuguesa, reabilitar áreas degradadas e criar condições favoráveis para o turismo e a pesca.

Os primeiros trabalhos surgiram com o estudo denominado Recuperação do Sistema Dunar da Leirosa, com financiamento privado, e prosseguíram com o projecto ?Novos Conceitos de Protecção para a Costa Portuguesa?, este integralmente financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT). Além dos investigadores da FCTUC e do IMAR - Instituto do Mar, colaboram o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e o Instituto Superior Técnico.

Considerando as elevadas vulnerabilidades e riscos de grande parte da zona costeira portuguesa, a solução tecnológica proposta tem por base observações de fenómenos naturais que conduziram ao desenvolvimento e valorização de estruturas submersas com incorporação de multi-funcionalidades.

Trata-se de um investimento estruturante, com impactos múltiplos na qualidade de vida das populações locais e na economia (nomeadamente pesca e turismo), contribuindo para um desenvolvimento harmonioso, equilibrado e sustentável da nossa vasta zona costeira. "Será, sem dúvida, uma óptima aposta. A implementação de estruturas submersas, usando material geotêxtil apresenta vantagens indiscutíveis: eficientes sob o ponto de vista de protecção, financeira e ambientalmente muito mais atractivas do que as estruturas convencionais, elevado nível de segurança, longevidade do material, mesmo em ambientes agressivos, plataformas flexíveis e de fácil implementação, ambientalmente sustentáveis e propícias à criação e realce de ecossistemas marinhos de grande valor", frisa o coordenador do estudo, Antunes do Carmo.

Para aplicação destas estruturas submersas, com um bom exemplo já implementado na Costa Este da Austrália (que rapidamente passou a constar do roteiro mundial para a prática de Surf), os investigadores começaram por desenvolver uma estrutura computacional adequada para a propagação de ondas e simulação dos efeitos de refracção, empolamento e rebentação das ondas. Um processo altamente complexo, tendo em conta o elevado número de variáveis em causa (fundos impermeáveis ou porosos, ondas tipicamente não-lineares, fenómenos de reflexão, processos de rebentação, formas, ângulos e dimensões das estruturas submersas e distâncias à linha da costa, etc.).

Os resultados conseguídos são altamente promissores e os cientistas estão já em fase de optimização das características finais da estrutura-tipo, garantindo que esta cumpre a dupla função: protecção da zona costeira de situações de mar mais energéticas e obtenção das melhores ondas em condições favoráveis para a prática de Surf.

"É urgente uma consciencialização pública para a gravidade dos problemas que ocorrerão a curto e médio prazos em diferentes zonas da costa portuguesa, em particular nas proximidades de aglomerados urbanos. Se não forem adoptadas medidas rápidas de prevenção e reabilitação das zonas mais degradadas, com o precário equilíbrio dinâmico existente aliado a uma previsível subida do nível médio do mar, que segundo estudos recentes atingirá cerca de 0.50 m a 0.60 m neste século, dentro de uma a duas décadas será muito mais dispendioso reparar os danos e mitigar os efeitos", alerta o investigador da FCTUC, especialista em Hidráulica Fluvial e Marítima.

Fonte: universia

Presidente da Câmara de Vila do Bispo

Na sequência da publicação da Portaria 143/2009, Presidente da Câmara de Vila do Bispo reúne com Ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Desenvolvimento Regional

Os Presidentes das Câmaras de Vila do Bispo, Aljezur e Odemira reuniram, no passado dia 25 de Fevereiro, com o Ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Desenvolvimento Regional, o Secretário de Estado do Ambiente e o Secretário de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades.

Na reunião - agendada na sequência da carta aberta do Presidente da Câmara Municipal de Vila do Bispo, enviada a 12 de Fevereiro ao Ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Desenvolvimento Regional, assim como do ofício conjunto dos três Presidentes das Câmaras Municipais de Vila do Bispo, Aljezur e Odemira, e dos Presidentes das respectivas Assembleias Municipais, remetida no passado dia 13 de Fevereiro - foram abordados vários assuntos de pertinente e actual importância, nomeadamente a Portaria n.º 143/2009, que regula a Pesca Lúdica no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina (PNSACV), e o novo Regulamento do Plano de Ordenamento do PNSACV.

Em resultado deste encontro, várias das posições e esclarecimentos foram acolhidos pela referida equipe ministerial, culminando no compromisso da revisão da Portaria em apreço durante o período máximo de 60 dias a contar da data da sua publicação; sendo ainda dado nota de que, durante a primeira quinzena de Março, a nova versão do Regulamento do POPNSACV será facultada aos membros da Comissão Mista de Coordenação (CMC).

Fonte: canallagos

Aljezur contesta revisão do plano do Parque Natural

Manuel Marreiros não se conforma com as alterações que o Instituto de Conservação da Natureza quer introduzir na área protegida. “É um monstro regulamentar”, avisa.


O plano, em vigor através do decreto regulamentar (Dec. Regulamentar nº 33/95, de 11 de Dezembro, e alterado pelo Dec. Regulamentar nº 9/99, de 15 de Junho, encontra-se agora em fase de revisão, altura em que os municípios são convidados a participar na elaboração.

Mas Marreiros garante que o processo está inquinado à partida:

”Já nos foram apresentados vários documentos e ao longo do processo temos vindo a fazer vários comentários, embora as alterações que tenham vindo a surgir sejam mínimas e não são as essenciais”, diz o presidente da Câmara Municipal de Aljezur, Manuel Marreiros.

“O problema é que nós passamos de um plano que tem 32 artigos para um que tem 92 artigos. Quem faz 92 artigos não está a corrigir lacunas está a fazer algo completamente novo e absurdo!”, exclama.

Questionando várias redundâncias no documento provisório que servirá de base ao futuro plano de ordenamento do Parque Natural do Sudoeste e Costa Vicentina, o autarca diz que o maior problema está na ideia de base:

“Este plano não é de conservação da Natureza, é de saneamento do ICN, de modelação e planificação da economia, o ICN diz como deve ser feita a agricultura, o turismo, a actividade florestal, a pesca, o ICN percebe disso tudo!”, ironiza.

“É de tal modo estranho que as actividades económicas mais condicionadas, para além do turismo são a agricultura tradicional e a pesca tradicional enquanto que a agricultura intensiva, não há obstáculos de maior neste plano o que é perfeitamente estranho”, comenta.

Nos 92 artigos, ainda sujeitos a alterações, constam regras para todos os que pretendam efectuar actividades económicas, alterações nas habitações, ou até mesmo para tirar fotografias.

“Pedir parecer para tirar fotografia comercial, pedir parecer para os agricultores pastorearem o gado, pedir parecer para a realização de obras simples que não são licenciáveis nem carecem de comunicação às câmaras municipais, mas terem de ser comunicadas ao Parque, isto vai contra a própria lei no âmbito do Simplex”, critica Manuel Marreiros, que não percebe como pode o Ministério do Ambiente contrariar as suas próprias orientações em tão pouco tempo e sempre a desfavor das populações que residem nesta área protegida, impedindo o desenvolvimento turístico e económico.

Segundo a proposta em cima da mesa, o plano traça uma linha artificial de 2 kms a partir da linha do mar onde não pode haver empreendimentos turísticos, fazendo tábua rasa do próprio Plano Regional de Ordenamento do Território do Algarve (PROTAL), aprovado há cerca de um ano.

“Ainda há um ano foi aprovado o PROT-Algarve que define que não pode haver empreendimentos na faixa de 500 metros, mas podia haver na restante parte. Agora passado um ano já não vale o PROTAL? Este plano tem de cumprir o PROTAL!”, diz Manuel Marreiros, que apesar de já ter anunciado não se recandidatar à autarquia, promete não baixar os braços perante o que considera uma injustiça sem qualquer nexo.

“Um Parque Natural deve ser feito para servir os interesses do País e não para servir de espelho das ideias de duas ou três pessoas que vivem num apartamento qualquer na cidade de Lisboa. Não há estudos, não há nada e o ICN acaba por ter um poderio enorme, sendo uma entidade que não tem meios para funcionar”, conclui.

O novo Plano de Ordenamento do Parque Natural do Sudoeste e da Costa Vicentina irá substituir o regulamento actual que pode ser consultado aqui .

1ª Prova do I Torneio Nacional de Spinning e Corrico de Costa

I torneio Nacional de Spinning e Corrico de Costa

I Torneio Nacional de Spinning e Corrico de Costa, com a realização da 1ª Prova de Apuramento na Praia do Brejo Largo ( Longueira/Almograve ). Dos dezoito participantes inscritos, dezasseis marcaram presença. demos início à prova pelas 08H20, tendo o seu final ocorrido ás 12h20.

Zona Laranja

Zona Laranja CLASSIFICAÇÃO


1º Bruno Alexandre (Robalo0) - Pts. 51 c/dois robalos - 57 e 46 cm

1º exemplar capturado 46 cm

2º exemplar capturado 57 cm

2º Daniel Araújo - Pts. 36 c/ 1 robalo de 62cm (Maior Exemplar)

Maior Exemplar da prova capturado 62 cm

3º Ricardo Guerreiro - 24 Pts. c/ 1 robalo de 50 cm

50 cm

4º Fernando Encarnação (Sargus) - Pts. 10 c/ 1 robalo de 36cm

36 cm

5º Rodrigo Zacarias (Navy79) sem capturas - Pts. 0 - (por sorteio)
6º Sérgio Silva (Sargollini) sem capturas - Pts. 0 - (por sorteio)
7º Carlos Lázaro (Karlos) sem capturas Pts.0 (por sorteio)

Ficam ainda apurados para a final, os seguintes participantes nesta prova:

- Raul Valente (Jacaré) - Miguel S. Reis (Bravo dos Machados) - Jorge Palma

Suplentes:

Luís Gonçalves e Pedro Rosa (Longcast)


TODOS OS EXEMPLARES CAPTURADOS FORAM DEVOLVIDOS EM PERFEITAS CONDIÇÕES AO SEU AMBIENTE NATURAL.

Fotos: PCA

Capturas Janeiro e Fevereiro

Dados de referencia de Janeiro e Fevereiro

Estas foram as minhas capturas, limitadas como é obvio por diversas condicionantes, tais como;

- Actividade profissional;
- Vida pessoal;
- Condições de mar;
- Condições de maré;
- Actuais Portarias 143/2009

Como tal serve este quadro para exemplificar o que um pescador lúdico capturou nos passados dois meses, uma enorme pressão sem duvida que muita gente pensa e acha que não é uma imagem da maioria dos praticantes lúdicos, mas serve a mesma para demostrar até ao final do ano a pressão que eu pessoalmente irei exercer nos recursos.

Entretanto neste período, muitos litros de águas contaminadas correram para o mar, muitas redes, aparelhos ou covos ficaram no fundo do mar, algumas toneladas de sargos foram vitimas de redes dos pescadores profissionais, algumas coimas foram aplicadas a pescadores lúdicos à luz de uma portaria mal elaborada e sem fundamento, alguns terrenos foram gradados e toda a vegetação destruída para implementação de horto-floriculturas, dezenas de pinheiros cortados com o mesmo fim, etc.

Pode ser que a mesma sirva para elucidar algumas duvidas que possam existir, ou fundamentar alguma coisa concretamente.

Nota: Os sargos capturados em Janeiro são referentes a data anterior onde a pesca lúdica se regia pela 868/2006.


Sabado - Spinning - Tarde

Ferrado instantaneamente aquando
da queda do artificial na água

Byron

Fundo: Pedra
Maré: Preia-mar
Peso: 4,500 kg
Multifilamento: Fireline Cristal 0,20 mm
Cana: Vega - Predador 3.30
Carreto: Vega - Regal 40
Artificial: Byron

Sabado - Spinning - Manhã

Um exemplar ferrado ao 3º lançamento

Saltiga Green Shiner

Fundo: Pedra
Maré: Baixa-mar
Peso: 4,000 kg
Multifilamento: Fireline Cristal 0,20 mm
Cana: Vega - Predador 3.30
Carreto: Vega - Regal
40
Artificial: Daiwa - Saltiga

Presidentes de Junta de Freguesia contestam novo regime da pesca lúdica no Parque Natural

Pescador lúdico nas falésias
da Costa Vicentina

Os presidentes das Juntas de Freguesia dos quatro concelhos integrados no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina (PNSACV) reuniram-se, na sexta-feira passada, para apreciar e aprovar uma posição conjunta, acerca das Portarias 143 e 144 de 5 de Fevereiro, que regulamentam a pesca lúdica no PNSACV.

«A diminuição dos dias de pesca, a interdição de zonas concretas de pesca/apanha, a proibição da apanha para os não residentes, a criação do defeso, são, neste momento, realidades, que merecem dos autarcas a mais veemente contestação, indignação, repúdio e inconformação» afirmam em comunicado a que o «barlavento» teve acesso.

Os autarcas das freguesias de Odeceixe, Aljezur, Bordeira, Rogil, Budens, Raposeira, Sagres, Vila do Bispo, Longueira, Almograve, São Teotónio, São Salvador, Zambujeira e Porto Covo lamentam que «o Governo e, em particular as tutelas envolvidas, tenham feito orelhas moucas» às propostas apresentadas pelos municípios integrados no PNSACV.

Por outro lado, consideram que, por serem as entidades mais próximas da realidade da população, tal como as Câmaras, as Juntas de Freguesia deveriam ter sido questionadas quanto às novas imposições.

Os autarcas das 13 freguesias salientaram que estas medidas vêm agravar e abalar a moral e auto-estima das populações, pois para elas «mar é sinónimo de liberdade, de parte suplementar de alimento e sustento, convívio e companheirismo», bem como dar um «rude golpe nas débeis actividades económicas» dos quatro concelhos.

Fazem ainda apelo ao «bom senso, aceitação, diálogo e reflexão», no âmbito das alterações às recém publicadas Portarias, alertando para a forte contestação social e outras formas de luta que se vão gerar.

Fonte: barlavento

ALZEJUR: Autarca optimista que "erro político" seja corrigido

Pesca lúdica


Manuel Marreiros manifestou-se optimista que a prometida rectificação à portaria que restringe a pesca lúdica no Parque Natural da Costa Vicentina "corrija um engano político".

"Estou optimista que a rectificação da portaria vá ao encontro das pretensões de todos", destacou hoje o presidente do Município de Aljezur, classificando a portaria 143/2009, como "um engano político".

A rectificação da portaria que restringe a actividade de pesca lúdica no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, foi prometida quarta-feira pelo ministro do Ambiente, Nunes Correia, durante uma reunião com os presidentes das câmaras de Aljezur, Vila do Bispo e Odemira.

Na reunião, solicitada pelos autarcas, estiveram em análise as restrições impostas à pesca lúdica, pelas portarias 143/2009 e 144/2009, publicadas em Diário da República, em 05 de Fevereiro.

Um dos diplomas restringe a pesca lúdica a quatro dias por semana e a períodos de tempo limitados, impondo aos pescadores a prática da actividade entre quinta-feira e domingo e, aos feriados, do nascer ao pôr-do-sol.

Além de limitar o período de pesca, obriga a uma época de defeso de espécies piscícolas, nomeadamente o sargo, entre 01 de Janeiro e 31 de Março, e do bodião, entre 1 de Março e 31 de Maio, bem como a interdição de zonas e a redução do peso máximo de pescado.

Contudo, estas limitações não abrangem os pescadores profissionais, podendo estes pescar em qualquer época do ano qualquer das espécies "proibidas" aos pescadores desportivos.

A decisão governamental originou uma onda de protestos, que culminou com uma concentração de mais de três mil pescadores lúdicos, no dia 15 de Fevereiro, junto à Fortaleza de Sagres, para exigir a revogação "imediata" das portarias.

Aos protestos dos pescadores, juntaram-se os autarcas dos três concelhos abrangidos pelo Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, e partidos políticos do Algarve e Alentejo.

O presidente da Câmara de Aljezur considerou que a reunião de quarta-feira com o ministro do Ambiente "foi produtiva", e acrescenta que "é com expectativa" que aguardará a proposta de rectificação antes da sua aprovação.

"Segundo o que nos foi dito, é que a portaria será rectificada e ajustada no prazo legal, que é de 60 dias", disse Manuel Marreiros, acrescentando que "o ministro mostrou preocupação e receptividade quanto ao assunto".

"Ainda não conhecemos a dimensão dessas rectificações, mas estou optimista que a solução encontrada será a melhor para todos", realçou o autarca.

Na opinião de Manuel Marreiros, "é importante que seja encontrada uma resolução rapidamente, até porque o país precisa de muita paz e estabilidade para ultrapassar o momento de crise em que se vive".