Atrocidades contra a pesca de recreio submarina na Galiza


As Confrarias de Pescadores Profissionais e a Xunta da Galícia unem-se para privatizar o mar e as rias galegas!

Portal de denúncia das atrocidades que se estão cometendo por parte das Confrarias de pescadores, mariscadores e da própria Xunta da Galícia contra da pesca de recreio submarina, dos direitos dos cidadãos e da Constituição Espanhola.

01-Inicio
02-Que es la pesca submarina?
03-Cómo se practica la pesca submarina?
04-Dónde se practica la pesca submarina?
05-Cuál es el material necesario para la practica de la pesca submarina?
06-Cuáles son las ventajas de la pesca submarina respecto de otros tipos de pesca?
07-Conclusion
08-Cuales son las leyes que legislan la pesca submarina en Galicia?
09-Quién legisla la pesca de recreo en Galicia?
10-En qué discrimina esta legislación a la pesca recreativa maritima submarina?
11-Reservas y Parques Naturales - los "cotos privados" de los profesionales
12-En que perjudica la legislación reguladora de la pesca recreativa maritima submarina?
13-Conclusion
14-Organismos de defensa de la pesca submarina
15-Quien son los verdaderos furtivos y los que pratican delitos contra la naturaleza?
16-El derecho al mar y al espacio marino
17-Documental TVGalicia
18-Libro blanco de la caza submarina
19-Reflecciones
20-Cartas de pescadores submarinos a la Xunta de Galicia
21-Diferencia entre un pescador submarino y un mariscador o un furtivo
22-Cual es la intención de las cofradías de pescadores con respecto a la pesca de recreo
23-Cuántos son los prejudicados y los beneficiados por la actual legislación
24-Ley a medida y por encargo del "sector afectado"
25-Denuncias de acosos a los pescadores submarinos
26-Acciones en contra de la Orden Reguladora
27-Vigo se presenta como candidata para acoger el Mundial de Pesca Submarina de 2012
28-Fallece una submarinista en la Isla de Arosa
29-"Premios Goya"
30-La "veda" del pulpo
31-Entrevista al Director de Recursos Pesqueros de la Xunta
32-La Pesca con Dinamita en Galicia - Operación Abuelo
33-Carta de Protesta
34-Lo último que quedaba por privatizar en la ría de Arousa

Nota: Poderão aceder a Instituto Cervantes e proceder à tradução da pagina para Português

Fonte: Mar Privatizado

3 comentários:

Anónimo disse...

E aqui em Portugal, esses lobis da pesca é o mesmo o que querem.
Eles, os ditos profissionais, são tão donos das espécies marinhas como eu o sou e, normalmente não pesco.
Claro que os amadores fazem mossa e grande pelos vistos seja na submarina, seja na cana, etc. e sobretudo complicam...

Os bens são escassos e são 7 cães a um osso.
É preciso estar-se atento a todos os pormenores e bater-lhes forte e feio ao mais pequeno detalhe.
Cumprimentos
Pimenta Sobrado

Anónimo disse...

Este manifesto em defesa da prática da caça submarina está muito bem elaborado. Após a sua leitura, ficamos convencidos que, de facto, a caça submarina é uma arte de pesca relativamente inócua para a sustentabilidade dos recursos pesqueiros quando comparada com outras artes bem mais destrutivas. Não tenho dúvidas que, em grande parte, isso corresponde à realidade. Mas, sublinho, apenas em parte.

Se o impacto da caça submarina poderá não ser significativo na Galiza, o mesmo não se poderá dizer do seu efeito, por exemplo, no Mediterrâneo. É sobejamente conhecido o papel que a caça submarina teve no desaparecimento do mero a baixas profundidades, naquele mar. O próprio Jacques Costeau constatou esse facto há uns bons anos atrás e dele deu conhecimento. Hoje, existem já estudos científicos - poucos, é certo - que reforçam a concepção de que a caça submarina pode ter um impacto negativo em espécies territoriais que habitam águas calmas e pouco profundas. É óbvio que a comunidade da caça submarina não está interessada na divulgação desses estudos, por isso, nunca os menciona.

Não podemos assim generalizar: se há espécies e zonas de costa em que a caça submarina não terá impacto significativo, outras haverá em que sucede o contrário. Não me repugna assim que certas zonas possam ser interditas à caça submarina e que as espécies mais vulneráveis aos seus efeitos possam ser protegidas.

Saudações cordiais,
Mário Pinho

António Simões disse...

Ora mais um tema interessante de discussão neste blog fantástico que é o do Fernando.
Vamos a ver :

Tudo o que foi feito na Galiza nos ultimos dez anos, é aquilo que ainda não foi feito no n/País, a nivel de uma regulamentação eficaz dos recursos marinhos, baseados numa pesca sustentavel para todos, porque senão caímos na desordem e no caos que existe actualmente em Portugal.
Bem..lobbies existem , existirao, mas estas medidas draconianas existentes na GALIZA foi para salvar ainda a tempo alguma coisa!!!Há dez/quinze anos atrás era o caos!!!Se não fossem estas medidas tomadas, já nada existia lá, como cá já não existe!!Sabem o que os submarinistas Portugueses e Espanhóis faziam?? faziam durante a semana caça todos os dias,(para venda em Portugal) em zonas de mar calmo devido ás condições de abrigo daquela costa recortada com uma limpidez das aguas que não existe por cá.Levavam os zebros e numa praia interior longe da vista punham-no na agua e iam trabalhar...As condições de restrição existentes, são afinal as medidas hambientais que eles desenvolvem há mais de quinze anos.
Qualquer mariscador em Espanha,seja de que especie for tem de pagar licença, há defesos,até os iscos para a pesca ludica á cana estão limitados á apanha de navalha. Eu para pescar com caranguejo de dois cascos, tenho de levar factura de Portugal.Se concordo??claro, vejam o exemplo da ria de Aveiro, que para se arranjar caranguejo,já só furtivamente e o preço do mercado a subir para 0.500 cada exemplar, nas lojas de pesca!!Deixei de pescar com caranguejo, é melhor proibir e pescar com camarão congelado e navalha enquanto há!!
Eu que pesco por lá, acho esta medida ajustada, pois quem trabalha não tem tempo de pescar toda a semana nem de mergulhar.
Se me proibirem de pescar no defeso, tudo bem, se me proibirem de pescar á semana tudo bem, como ludico chegam-me um par de horas semanais ou mensais para ajustar o meu equilibrio emocional/psicologico de uma semana longa de trabalho árdua e rotineira.

Passem bem, pescando e mergulhando na consciencia de cada um e acabar de uma vez com os fundamentalismos. Um verdadeiro pescador ludico/submarinista, não cria defesos próprios da sua comunidade, cria opinião e uma percepção da realidade mais aproximada da sustentabilidade para todos os verdadeiros ludicos e praticantes de pesca como hobbie, não como forma de vida..


Cumprimentos
António Simões