O MAR DE PORTUGAL É NOSSO

O MAR DE PORTUGAL É NOSSO


DE SINES A SAGRES TODOS A MILFONTES!

CASA DO POVO 30 DE MAIO 21 HORAS!


Pelo direito á apanha do Marisco!

Pela alteração das quantidades!

Queremos fazer a maré com utensílios, não com um animal.

Pelo fim das multas completamente desproporcionadas em relação ás reformas e aos salários das pessoas mais humildes!


SÓ UMA LEI JUSTA PODE DEFENDER A NATUREZA!


PELO CONVÍVIO, PELAS TRADIÇÕES, PELA NOSSA DIGNIDADE

PELA VIDA DAS NOSSAS LOCALIDADES, PELAS NOSSAS FAMÍLIAS

PELO PRÓPRIO FUTURO DE PORTUGAL


FALAR NOS CAFÉS NÃO BASTA!


Se não tens transporte procura um amigo que tenha!

Se tens traz o carro cheio de amigos ou familiares!


As Comissões de Pescadores e População da Costa Alentejana e Vicentina convidaram para esta Reunião:

*Todos os Grupos Parlamentares

*Câmaras Municipais das localidades de ; Odemira, Aljezur, Vila do Bispo, Santiago do Cacém e Sines

* Juntas de Freguesia

*Associações Culturais e Recreativas das Localidades mais próximas do Litoral

DE SINES A SAGRES TODOS A MILFONTES!

CASA DO POVO 30 DE MAIO 21 HORAS!


O porta-voz das comissões de Pescadores e População da Costa Alentejana e Vicentina

Carlos Manuel Simões Carvalho

16 comentários:

Anónimo disse...

Pelo direito á apanha do Marisco!

Em minha opinião a apanha do marisco não devia ser limitada, mas sim completamente proibida. Devia ser um recurso muito bem defendido.


Pela alteração das quantidades!

Nao concordo, 10 kgs + maior exemplar chega sobeja e sobra, até podia ser menos



Pelo fim das multas completamente desproporcionadas em relação ás reformas e aos salários das pessoas mais humildes!

Pelo contrario as multas deviam ser maiores, e as licenças mais baratas. E venha de lá um exame para depois não haver desculpas quando levarem com a coima.

é a minha opinião.

Miguel Coucello

Anónimo disse...

Nao percebi que o texto era exclusivo á apanha ludica de marisco.

Miguel Coucello

Sargus disse...

Boas Miguel, na tua opinião a apanha do marisco não devia ser limitada, mas sim completamente proibida. Devia ser um recurso muito bem defendido.

Façam mais defesos, aumentem o número de meses do desefo do marisco.

Pela alteração das quantidades!

Fazes confusão, o peso actual para os perceves é de 500 gramas e 1500 gramas de mexilhão, ouriços, lapas, caramujos, ameijoa, etc.

O peso limite de um profissional mariscador diário é de 20 kg, o que vai dar em limite de 40 lúdicos. Eventualmente numa maré que coincida vazia de manhã e á tarde esse limite poderá ser de 40 kg o que vai dar em 80 ludicos. Isto referente a uma só pessoa.

Pelo fim das multas completamente desproporcionadas em relação ás reformas e aos salários das pessoas mais humildes!

Pelo contrario as multas deviam ser maiores, e as licenças mais baratas. E venha de lá um exame para depois não haver desculpas quando levarem com a coima.

As multas mais altas? Quando existe a tradição das gentes locais do litoral irem á maré, pessoas que viviam do mar foram apanhadas de surpresa e alguns reformados e desempregados foram mesmo levantados autos.

Existia muita boa gente a ganhar dinheiro extra com a apanha, ainda existe, concordo plenamente com as imposições, mas não concordo com as medidas tomadas.

Por outro lado que tem feito para preservação senão uma política de caça á multa (não é o mesmo que fiscalização) pois alguns locais são batidos a pente fino e outros nem lá perto vão.

Mas enfim é a tua opinião, e como a tua existirá mais, da(s) quais respeito claramente, também tenho a minha e existe bem mais pessoas que concordam com isso, por isso resta-nos "tentar" lutar pelo que achamos injusto uma vez que o direito de cidadania está complementado na Constituição da República Portuguesa.

Para finalizar, acho que também não terá muita logica se perguntar a uma pessoa do interior o que acha a esta matéria. Cabe ás pessoas locais do litoral zelarem pelo seus valores e interesses.

Abraço e obrigado pela tua opinião.

Sargus disse...

Viva Miguel o texto faz parte do movimento "COMISSÕES DE PESCADORES E POPULAÇÃO DO LITORAL ALENTEJANO E COSTA VICENTINA" que defende o aumento, fiscalização, defeso do marisco, como uma tradição das populações das zonas litorais e não só.

O texto é a segunda fase de um movimento levado a cabo por grupos de populações locais das freguesias litorais dos concelhos de Odemira, Aljezur, Vila do Bispo, Sines e Santiago do Cacém, que se uniram em várias reuniões das quais compareceram bastantes pessoas que se uniram a este movimento de forma a verem a situação resolvida no que concerne ao aumento do peso dos perceves 500 gramas, bem como de outros bivalves.

Não se pede muito, uma vez que somos sensíveis à preservação do recurso, apenas um peso que na medida do possível satisfaça aqueles que saem de casa de forma lúdica para passarem uma manhã ou tarde junto do mar, aqueles que levaram a vida a fazer a maré, aqueles que gostam de saborear o que o mar tem para nos dar, uma vez que ninguém os coloca, ninguém os tem cuidado com eles, etc.

Preservar recursos que a própria natureza se encarrega de preservar ou destruir em dois dias não me parece uma boa desculpa, mas concordo plenamente com a maior fiscalização, maior politica de defesa ambiental nestas zonas litorais, maior abertura para dialogar para chegar a um ponto de consenso que satisfaça uns e outros.

É de salientar que a questão da apanha comercial de marisco é uma pratica ilegal que teve, tem e terá um sem número de adeptos, mas também é de salientar a politica que tem sido levada a cabo para que isso aconteça.

Grande abraço Miguel.

Gaivotas em Terra disse...

Realmente não percebo o porque da contestação ao valor das multas,se não querem ser multados não prevariquem.
Vão mas é fazer uma manifestação contra o aumento do preço dos combustíveis,porque esses sim estão a ficar desproporcionados em relação aos salários dos portugueses.

Sargus disse...

Viva caro amigo Gaivotas em Terra, por sinal como se diz, Sinal de tempestade...

"Realmente não percebo o porque da contestação ao valor das multas,se não querem ser multados não prevariquem."

Sim realmente o amigo tem razão nesta afirmação, mas por acaso se os preços dos combustíveis estão altos e desproporcionados em relação aos salários dos portugueses, porque não deixar de andar de carro? Seria uma boa medida ;)

"Vão mas é fazer uma manifestação contra o aumento do preço dos combustíveis"

Vão mas é é uma frase tipica do estado das coisas, seria por ai o caminho se houvesse uma união de facto a todos os niveis sociais do pais, a união contra o desagrado do estado das coisas, a crise social, a perda de poder de compra, o desemprego, as instabilidades, os impostos, etc.

Muito bonito.

Até para nos divertirmos, ocuparmos os tempos livres a bem do interesse público já temos de pagar para isso, do qual não acho mal, apenas discordo onde esse dinheiro é investido. Para pescarmos temos de pagar uma licença que reverte a um fundo de compensação dos pescadores profissionais, que estão revoltadissimos e dizem que vão parar por causa do aumento dos combustíveis, é certo e sabido que estamos no bom caminho. Pode ser que os lobbies que nos gerem começem por algum lado a quebrar, mas esta crise em forma de bola de neve vai trazer uma avalanche não tarda muito.

Obrigado pelo comentário carissimo Gaivotas em Terra (sinal de tempestade no mar).

Gaivotas em Terra disse...

O amigo Fernando não esta bem a ver a coisa,se o amigo acha que deixar de andar de pópó resolve o problema,ou não tem contas para pagar no fim do mês ou então tem rendimentos que lhe permitem falar assim.
Sabe o que eu acho dessa pseudo comissão,andam à procura de protagonismo,quando vejo nomes ai de pessoas que nem sabem distinguir um perceve mijão de um perceve gaivota.

Passe bem amigo,e mantenha este seu espaço sem politiquices xáxá

S. Ferreira disse...

As tuas respostas aos intervenientes retratam a oipinião de alguém que conhece bem a realidade das gentes do litoral e reconhece as injustiças e desigualdades criadas com a legislação actual. Não comento as opiniões dos dois intervenientes porque são completamente absurdas e desajustadas da nossa realidade;)
Força com o vosso protesto, completamente legítimo, Fernando!

Sargus disse...

Viva Sérgio, a realidade é somente essa, conheço perfeitamente a realidade das gentes do Litoral Alentejano e Costa Vicentina, mas duvido muito que noutros locais do litoral do país não seja a mesma coisa, as mesmas tradições e injustiças...

Obrigado pelo comentário e apoio nesta luta que é de todos apesar de algumas opiniões em contrário.

Sargus disse...

Viva caro amigo Gaivotas em Terra (sinal de Tempestade no Mar), desde já agradeço o seu comentário.

O meu carissimo amigo sabe prefeitamente onde quis chegar, sei claramente que não é por deixar de andar de pópó que se resolve o problema...

Por outro lado conhece-me perfeitamente bem para não colocar as coisas nesse ponto (ou não tem contas para pagar no fim do mês ou então tem rendimentos que lhe permitem falar assim).

Quanto ao apelidar de "Pseudo Comissão" da qual me incluo, uma manifestação de descontentamento que reune o "apoio" de Municípios do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, populações locais dessas localidades e algumas pessoas que são sensiveis a este assunto, que tentam alterar ou dialogar para que sejam feitas alterações que beneficiem todos os lúdicos e não um grupo de profissionais apenas, quando fizeram e fazem alguns km perdem tempo em reuniões pareçe me não ser uma boa manifestação da sua parte. Mas respeito a sua idéia caro amigo.

Quanto ao protagonismo, só posso afirmar que se fazemos alguma coisa, estamos à procura de protagonismo, se não fazemos seremos mais um grupo de descontentes com uma situação que um dia mais tarde poderemos até dizer que pelo menos tentamos e disso não tenho a menor duvida, embora não tenhamos poder para alterar a situação actual, temos poder para movimentar as populações e o descontentamento.

Quanto a politiquiçes, não ví nem nunca irei ver esse assunto debatido aqui.

Obrigado caro amigo mais uma vez pelo comentário, é sempre um prazer tê-lo a frequentar este espaço, grande abraço.

Nota: Os peixes grandes ás vezes soltam-se ou quebram na luta pela vida.

;)

Anónimo disse...

"Não comento as opiniões dos dois intervenientes porque são completamente absurdas e desajustadas da nossa realidade;)"


Eu não comento este comentário, porque o gajo que o escreveu so pode ser absurdo.

Miguel Coucello

S. Ferreira disse...

"Eu não comento este comentário, porque o gajo que o escreveu so pode ser absurdo."
Eheheheheeheheh...um indivíduo inteligente e sensato fundamenta os seus discursos e evita ofensas quando discursa com alguém que não conhece.
Em primeiro lugar, classifiquei o seu discurso de absurdo e não a sua pessoa; não tenho por hábito denominar um desconhecido por "gajo" ou tão pouco chamá-lo de absurdo. Seria indelicado da minha parte.
Passo a explicar:
é absurdo dizer que a captura de marisco devia ser completamente proíbida. Os seres humanos localizados ao longo do litoral exercem esta actividade desde tempos muito remotos, e a mesma enquadra-se perfeitamente com o ecossistema. Aliás, são actividades enraízadas nestas populações e fazem parte da cultura das nossas gentes. O Fernando, retrata em muitas fotos e textos, esta actividade de uma forma bonita e apaixonada, sabedor da importância da mesma. Só alguém completamente desajustado da realidade poderá querer retirar o direito destas populações, à apanha do marisco. É uma crítica construtiva que lhe faço, no sentido de se documentar melhor. Independentemente disso, tem direito à sua opinião e eu respeito, apesar de não concordar com a mesma. Felizmente, a quase totalidade das pessoas compreendem as palavras de apreensão do Fernando e farão com que a justiça seja reposta.
Fernando, continua a dar voz às gentes locais! ;)
Um abraço,

Ricardo disse...

Viva!

Em primeiro lugar queria apenas salientar que é a primeira vez que vejo neste espaço sinais de pouca tolerância e falta de respeito pelas opiniões de terceiros, e estou a referir-me directamente ao interveniente s. ferreira que ao mesmo tempo que não comenta as opiniões dos outros as consegue considerar, nunca comentando?, de "completamente absurdas e desajustadas da nossa realidade"! O que vem depois, também desagradável, já lhe chamaria de direito de resposta.

Agora, a minha opinião.

Em relação ao assunto propriamente dito, embora concorde que só quem está inserido no meio poderá ter uma melhor percepção dos problemas, já discordo que os outros não tenham nada que ver com o assunto. Todos pagamos impostos para o mesmo saco, concerteza que as pessoas do litoral terão opinião sobre questões do interior e vice-versa. O País é de todos. Podemos e devemos ter opinião sobre os problemas em África, no Médio Oriente, etc. mesmo não vivendo lá...

As quantidades, os utensílios, etc. Como está é ridículo. Ou se pode apanhar, com moderação na quantidade mas utilizando utensílios apropriados, ou proíbe-se, eventualmente de forma sazonal.

As tradições são importantes, mas não à custa de tudo. Deve haver bom senso de ambas as partes. Acredito sinceramente que muitas das pessoas envolvidas na apanha conhece e respeita os ciclos dos mariscos percebendo a agindo no sentido da sustentabilidade dessa actividade, mas penso que toda a gente sabe que, sobretudo no Verão e em determinados locais se assiste a verdadeiras limpezas de marisco das rochas. É por isto que acho que deve haver bom senso de ambas as partes para se tentar uma solução equilibrada.

As multas deverão ser ajustadas à realidade do país, mas não podem deixar de ser multas. Totalmente de acordo com a fiscalização não ser uma mera caça à multa. Deve ter uma carácter pedagógico no início, procurando direccionar-se sobretudo ao combate às práticas comerciais ilegais e lúdicos onde haja uma manifesta reincidência.

No geral, do que me foi dado a conhecer dos documentos da "COMISSÕES DE PESCADORES E POPULAÇÃO DO LITORAL ALENTEJANO E COSTA VICENTINA", as suas preocupações vão no sentido daquilo que defendo e por isso têm o meu apoio.

Abraços!

Ricardo Silva

Sargus disse...

Viva Sérgio, é essa a optima do movimento que temos tentado alertar e trabalhar para que seja esse o entendimento das pessoas que alteraram completamente o rumo dos acontecimentos sem terem o cuidade de ouvir as populações.

Obrigado pela tua exposição e optica sobre a problemática.

Abraço.

Sargus disse...

Viva Ricardo, desde já obrigado pelo teu contributo nesta discusão.

Quando disse que uma pessoa do interior não tinha grande sensibilidade para disccutir este problema não quis de forma alguma menosprezar o interior, muito pelo contrário. São assuntos bem distintos, falar por conhecimento do que falar por opinião. Somos todos iguais em direito e é isso que defendemos.

As tradições são importantes, mas deve de haver bom senso de ambas as partes claro está Ricardo, coisa que não foi feita.

"No geral, do que me foi dado a conhecer dos documentos da "COMISSÕES DE PESCADORES E POPULAÇÃO DO LITORAL ALENTEJANO E COSTA VICENTINA", as suas preocupações vão no sentido daquilo que defendo e por isso têm o meu apoio."

Obrigado pelo teu apoio, sei que és uma pessoa alerta e que se preocupa quer com as sustentabilidades dos recursos como com a preservação do ambiente, caminhamos lado a lado.

Grande abraço e até à Arrifana ;)

S. Ferreira disse...

"Em primeiro lugar queria apenas salientar que é a primeira vez que vejo neste espaço sinais de pouca tolerância e falta de respeito pelas opiniões de terceiros, e estou a referir-me directamente ao interveniente s. ferreira que ao mesmo tempo que não comenta as opiniões dos outros as consegue considerar, nunca comentando?, de "completamente absurdas e desajustadas da nossa realidade"! O que vem depois, também desagradável, já lhe chamaria de direito de resposta."

A actividade de recolha de marisco na costa ocidental Portuguesa sempre foi feita de um modo sustentável e equilibrado, como o sabem as gentes locais. Esta recolha, sempre dependente das condições climatéricas está obviamente condicionada. O que se fez e está generalizado para muita legislação Portuguesa recente, foi elaborar conteúdos desajustados e completamente absurdos.
Actualmente, se eu quiser apanhar minhocas brancas na areia, não o poderei fazer porque estou proíbido de utilizar qualquer instrumento/ferramenta. O mesmo para apanhar percebes. Das duas uma: ou o legislador agiu de má fé, ou então é profundamente incompetente.
São estes detalhes que fazem com que as comunidades locais cada vez se revoltem mais. Como aspecto positivo, estão a revelar-se mais interventivas e para tal, contam também com a colaboração de algumas pessoas mais atentas e dinâmicas, como o Fernando Encarnação.

Quanto ao comentário do jovem Ricardo Silva, sobre a minha falta de tolerância e respeito para com as opiniões alheias, poderei ter sido um pouco duro na classificação que fiz de algumas das intervenções, mas salientei que mesmo achando-as desajustadas, todas as pessoas têm direito a expressá-las. Vivemos num Estado (relativamente)democrático e TODAS as pessoas devem dar a sua opinião. Aliás, estas se possuírem um carácter lógico e construtivo, só devem ser valorizadas, para o bem do espaço do Fernando e para a constituição de uma consciência colectiva.
Independentemente disso, tenho direito à minha opinião sobre alguns comentários aqui tecidos, da mesma forma que alguns de vós têm sobre os meus:)

Para finalizar, também nunca disse que as pessoas "de fora" nada têm a ver com este assunto. Mas uma coisa é certa, são os locais que têm a sensibilidade correcta para a gestão dos seus recursos.
As medidas de controlo a exercer pelas entidades fiscalizadoras, deverão ser coerentes e equilibradas, para evitar que os cidadãos vejam as autoridades, não com respeito, mas sim com ódio e desagrado.
Para ilustrar isto, dou dois exemplos. Na minha zona, a apanha de conquilhas é controlada, existindo defesos e tamanhos mínimos. Curiosamente, quando as praias são invadidas, os bivalves são varridos pelos turistas (nacionais e estrangeiros), independentemente de estar em vigor um defeso e sem ter em conta as dimensões mínimas. Vai tudo para o saco.
Segunda situação: em alguns canais de navegação é rigorosamente proíbida a permanência de barcos de pesca desportiva. Curiosamente, a PM, fecha os olhos aos donos dos luxuosos iates que deixam os últimos em pleno canal...

SF