APPSA - Associação Portuguesa de Pesca Submarina e Apneia


A todos os nossos associados e não associados, a APPSA deseja Festas Felizes e, para 2010, deixa os seguinte votos:

- que a pesca submarina recupere o lugar que merece entre todas as artes lúdicas de pescar;

- que o bom senso das autoridades substitua o absurdo de algumas medidas

- que a defesa do ambiente subaquático se conforme com o usufruto desse mesmo ambiente

- que o modelo de reserva de Sesimbra e Litoral Norte se substitue pelo modelo de reserva do Litoral Vicentino

www.appsa.pt

3 comentários:

Anónimo disse...

A região de Sesimbra foi literalmente devastada nas últimas décadas pela actividade de milhares de caçadores submarinos, muitos deles sem qualquer ética desportiva ao recorrerem de forma sistemática a métodos ilegais de captura (caça nocturna ou com o auxílio de garrafas de ar comprimido). Duas razões principais contribuíram para a devastação: uma costa abrigada onde é possível caçar durante quase todo o ano e a proximidade de uma região metropolitana com mais de 1 milhão de habitantes. Face a isto, como é que é possível que a APPSA venha propor o mesmo modelo de reserva para duas costas com características tão distintas? Francamente, custa-me a entender.

Cumprimentos,
Mário Pinho

Anónimo disse...

Caro Sargus,

Em aditamento ao meu comentário anterior, gostaria de lhe deixar aqui os meus votos de Boas Festas.

Cptos
Mário Pinho

Sargus disse...

Carissimo Mário Pinho.

Desde já obrigado pelo comentário.

Não vou dizer que isso não aconteceu, e/ou não acontece, mas efectivamente para mim esses que usam métodos furtivos de caça ou pesca submarina não são lúdicos, desportivos ou amantes da modalidade, são apenas caçadores furtivos em busca de dinheiro, porque qualquer amante da modalidade rege-se pelo código de conduta da propria modalidade.

Quanto às costas serem bem distintas é um facto e uma realidade.

O Parque Natural do Sudoeste Alentejano e da Costa Vicentina (PNSACV) abrange uma área de 75.000 hectares de terra e superfície marítima, ao longo de 110 quilómetros, em quatro concelhos: Sines, Odemira, Aljezur e Vila do Bispo e com 25 mil habitantes. Anualmente, esta região é visitada por cerca de 3 milhões de pessoas.

Abraço.