Uma dieta algo estranha, pelo menos não pensava que um robalo se alimentaria de tal espécie, neste caso uma lesma do mar vulgarmente conhecida como Lebre do Mar ou Aplysia.
Este Exemplar (robalo) tinha aproximadamente 1,600 gramas e foi capturado pelo Carlos Lazaro.
Algumas coriusidades sobre esta espécie;
- A Aplysia libera uma secreção colorida quando um inimigo, se aproxima.
- O perfume da Aplysia imita o do camarão, alimento preferido das lagostas. Segundo os pesquisadores, trata-se de um caso de "fagomimetismo", processo em que uma presa imita outro animal ainda mais apetitoso para o seu caçador.
- Ao perceber a secreção, o inimigo perde repentinamente o interesse pela presa. Passa a examinar o chão ou a limpar suas antenas (lagostas) - enquanto a lesma se distancia.
- Para descobrir o segredo da secreção da lebre-do-mar, o grupo de biólogos americanos soltou várias lagostas esfomeadas em cima de diversos exemplares da espécie Aplysia californica. A água dos tanques do laboratório ficou imediatamente turva, devido a duas excreções dos animais atacados: um líquido semelhante a uma tinta púrpura, composto principalmente de amônia, e uma outra substância branca e leitosa, cujo principal componente é um aminoácido chamado taurina.
- A mistura afeta os receptores olfativos dos crustáceos.
Fotos: Carlos Lázaro
Este Exemplar (robalo) tinha aproximadamente 1,600 gramas e foi capturado pelo Carlos Lazaro.
Algumas coriusidades sobre esta espécie;
- A Aplysia libera uma secreção colorida quando um inimigo, se aproxima.
- O perfume da Aplysia imita o do camarão, alimento preferido das lagostas. Segundo os pesquisadores, trata-se de um caso de "fagomimetismo", processo em que uma presa imita outro animal ainda mais apetitoso para o seu caçador.
- Ao perceber a secreção, o inimigo perde repentinamente o interesse pela presa. Passa a examinar o chão ou a limpar suas antenas (lagostas) - enquanto a lesma se distancia.
- Para descobrir o segredo da secreção da lebre-do-mar, o grupo de biólogos americanos soltou várias lagostas esfomeadas em cima de diversos exemplares da espécie Aplysia californica. A água dos tanques do laboratório ficou imediatamente turva, devido a duas excreções dos animais atacados: um líquido semelhante a uma tinta púrpura, composto principalmente de amônia, e uma outra substância branca e leitosa, cujo principal componente é um aminoácido chamado taurina.
- A mistura afeta os receptores olfativos dos crustáceos.
Fotos: Carlos Lázaro
7 comentários:
Mais ums boa captura de Carlós.
Parabens
Boas Rodrigo,
Mais uma não, ontem foi outro ;)
o homem não para nas capturas, eh, eh, eh.
Abraço.
Carlos Labraxzaro - o robaleiro vicentino :D
Cá pra mim as lesmas do mar deram lhe a volta á tripa de tal maneira que ele procurou o suicido.
Continuem a malhar neles e a mandar noticias.
Um abraço a todos
Ora aí está uma novidade, não fazia a mínima ideia que os robalos se alimentassem dessas lesmas do mar, pensava que o líquido roxo que elas libertam quando lhes tocamos fosse um género de repelente para os predadores, e até pensei que fossem venenosas para os peixes que as comessem.
Bem pelos vistos os robalos dão-lhes a volta!
Bom post, e bom peixe, um abraço para ti e para o Carlos, e sovem o Xandre! :D
Boas Pedro,
Também não fazia a mínima ideia que os robalos se alimentassem desta espécie.
Abraço e não "batas" tanto no rapaz ;)
Mais um que não fazia ideia dessa dieta dos Robalos.
Obrigado pela troca de conhecimentos.
Abraço
Boas Pedro,
Também não sabia desta variante na alimentação dos robalos, é engraçado mas estamos sempre a apreender com estas experiências.
Abraço.
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