"Dá a um homem um peixe, come por um dia; ensina um homem a pescar, come por toda a vida"

 
A iniciação na pesca lúdica que estou a dar ao meu filho de 15 anos que já me acompanha na pesca de mar ao sargo (chumbadinha) e robalo (spinning).

Tentar efetuar pequenas abordagens na autoconfiança, por exemplo na observação do comportamento do peixe e molúsculos, simplesmente mostrando-lhe que ao disponibilizar mexilhão partido ou lapas, até os sargos mais desconfiados se aproximam para uma refeição fácil, ou na deslocação sobre pedras e rochas na zona intertidal, transições em zonas de água e com pequena corrente.

Esta foi a minha abordagem forma de interagir com ele e de analisar e entender o tema na transferência de ferramentas para autoconfiança, no despertar da paixão pela pesca para o meu filho, atualmente com 15 anos.

A partir de determinada altura, comecei a focar-me mais no fator segurança, e na abordagem das subidas e descidas das falésias, de baixa complexidade e risco, mas também na deslocação entre pedras, pequenos canais e na observação do mar, não sendo algo de que se entenda e compreenda em pouco tempo, por exemplo, como o processo de empatar um anzol.


Para começarmos a "pescar", qual é o problema, dúvida ou tema que temos em mãos agora, como estruturar o seu conhecimento com abordagens visuais e exemplificativas, e levá-lo a que a sua curiosidade, pesquisa e na sua experiência para resolver isso de forma autónoma, por tentativas, positivas e negativas até que o mesmo acerte nos pontos e desenvolva a sua técnica. Dar-lhe as ferramentas e o caminho para que encontre as suas próprias soluções, em vez de respostas rápidas.


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