Fiscalização no Cabo Sardão resulta na apreensão de 50 kg de percebes
Uma operação conjunta do ICNF e da GNR – Unidade de Controlo Costeiro, no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina (PNSACV), permitiu detetar uma situação de apanha ilícita de percebe (Pollicipes pollicipes).
Identificaram-se três indivíduos equipados com fatos de mergulho e diversos equipamentos de mariscar.
Além dos crustáceos foram apreendidos os apetrechos utilizados na atividade.
Proteger os recursos naturais é garantir a sua disponibilidade para o futuro.
RECORDAMOS: A apanha de percebe no PNSACV está sujeita a regras específicas destinadas a assegurar a exploração sustentável deste recurso, quanto ao licenciamento, zonas de apanha, períodos e limites de captura e tamanhos mínimos.
O Plano de Ordenamento do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina (POPNSACV) estabelece que a exploração dos recursos pesqueiros deve orientar-se para a sustentabilidade:
Conciliando a atividade humana com a conservação dos valores naturais.
A envolvente do Cabo Sardão integra uma Área de Proteção Parcial I, onde a apanha comercial de percebe é uma das atividades permitidas, por EXCEPÇÃO.
Mas tal, apenas quando realizada de acordo com as condições previstas na legislação específica.
O cumprimento destas regras é essencial para assegurar a conservação das populações de percebe, a sustentabilidade da atividade profissional e a continuidade deste importante recurso para as comunidades locais.
Conservar é também fiscalizar. Cumprir as regras é proteger a natureza.
Fonte: ICNF
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