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| Caranguejo colorido na poça de maré |
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| Barcos de pesca junto às falésias costeiras |
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| Praia dourada com falésias verdes |
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| Arco natural sobre o mar azul |
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| Túnel de canas até à luz |
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| Pôr do sol sobre mar calmo |
Uma saída centrada na exploração do pesqueiro e na recolha de informação para futuras jornadas.
Há um paralelismo muito forte entre aprender a pescar e desenvolver autoconfiança, a pesca nunca foi apenas o objetivo, sempre a vi como um ambiente onde o meu filho pudesse aprender a observar, interpretar e decidir por si próprio.
Não lhe dizia simplesmente "os peixes fazem isto", preferia que ele visse acontecer, que estabelecesse a relação entre causa e efeito, e sentisse a adrenalina que o separa através de um monofilamento ou multifilamento. Ao caminharmos na zona intertidal, em vez de lhe indicar onde colocar os pés, perguntava-lhe onde achava que existia melhor aderência, onde a água escondia uma pedra escorregadia ou onde uma pequena corrente podia desequilibrá-lo, depois comparávamos a sua leitura com a realidade.
As Comissões de Pescadores e População da Costa Portuguesa reuniram-se no Rogil com o Secretário de Estado das Pescas e do Mar, Salvador Malheiro, para exigir a revisão urgente do atual plano de ordenamento do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina (PNSACV).
O encontro de trabalho serviu para expor o descontentamento generalizado face às restrições severas impostas desde 2011, focando-se, em especial, no impacto negativo sobre a pesca lúdica e na gestão do período de defeso do sargo.