Spinning pela noite

A jornada de spinning começou ao cair da noite, já em plena escoridão, com o mar a apresentar boas condições em pesqueiro misto de pedra e areia, e na esperança de encontrar os predadores ativos e mais encostados a terra. Entre lançamentos sucessivos, diferentes zonas exploradas, fui procurando aquele ataque que faz valer todas as horas passadas junto à água, e até aquelas sem capturas.

As primeiras capturas começaram a aparecer, com algumas bailas a responderem aos artificiais e a dar os primeiros sinais de que o peixe estava presente. Mas a jornada ainda tinha mais para oferecer: entre mudanças de artificial, exploração mais afastado da pedra e/ou mais proximo, a persistência na tentativa de ferragem, chegaram também os tão procurados robalos.
No spinning, muitas vezes são os pequenos detalhes que fazem a diferença, e cada saída acrescenta mais conhecimento e experiência, por vezes serão pequenas diferenças a dar resultados.

No final, o balanço não podia ser mais positivo. Entre bailas e robalos, ficou mais uma jornada bem passada.

Artificial: Spanish Lures Gudari 170
Multifilamento: Daiwa - J-Braid Grand X8 0,20 mm
Carreto: Vega - Potenza 450
Cana: Vega - Luxxe Spin 3 m

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