Muito motivado pelo estado do mar, que durante toda a semana não passou de ondulação de metro, a nossa espécie alvo, não apareceu mais junto à costa, tendo as tentativas resultado na captura de alguns sargos a alguns elementos do grupo. No final da semana, já em fase de despedida foram efectuadas algumas capturas após o almoço, fase em que nos abastecemos com alguma energia extra (chipirones, pulpo, tortilla e estrella galicia), sendo que após consulta das previsões o mar estaria a subir neste período, sendo que foi verificado na parte da manha alguma força de fundo. Seguimos então em três grupos, um para casa, outro para norte e outro para sul. Sul era coincidente com uma zona próxima ao local onde três dias antes tinha efectuado a captura dos sargos de bom porte na caça sub, e nesse mesmo dia tinha observado o local afastado ao qual apelidei como o "pesqueiro das cabras", pela acessibilidade que o mesmo proporcionava, e lá fomos nós.
Caça submarina na Galiza (parte II)
Como o estado do mar se mantinha inalterado, ou seja praticamente parado e com grande visibilidade, resolvi efectuar mais uma investida de caça submarina, desta vez numa zona de difícil acesso. Após a descida e entrada na agua, numa zona com aproximadamente quinze metros de fundo, resolvo encostar mais às paredes da falésia, pois em algumas zonas existiam rochas fragmentadas que provavelmente albergariam alguns sargos "entocados", dadas as condições de mar.
Caça submarina na Galiza
No decorrer desta aventura por mares da Galiza, tivemos alguns dias de mar parado, pelo que a experiência de mergulhar nestas aguas foi realizada.
Tendo sido estabelecido o circuito a efectuar, na zona de entrada fui brindado com agua turva, com bastante matéria orgânica em suspensão (algas laminarias decompostas), numa zona de aproximadamente cem metros junto à costa, passando esta mancha a agua ficou clara com bastante visibilidade, começaram a ser avistados os primeiros exemplares, tainhas e pequenos burros, mas nada de sargos.
Sorento na Galiza
Mais uma fishing trip 2017, em conjunto com o grupo do costume, novas paragens, gastronomia à qual já nos habituamos, e que saudades do Pulpo à la Feria, Chipirones, Tortilha e Estrella Galicia...
Resolvemos mudar de zona, algo novo, pesqueiros temos sempre, uns com melhor acessibilidade que outros, mas faz parte da conjuntura, sendo que temos gosto e pessoal para todo o tipo de pesqueiros, o que é preciso é haver peixe e vontade de os procurar.
Tivemos pouco mar para as nossas expectativas, sendo que na primeira investida tenham saído estes de uma zona que proporcionava boas condições para a chumbadinha com pouca água.
Quanto ao conjunto: cana Sorento Power 600 e carreto Potenza 450 nada a assinalar, ou seja, um bom conjunto para bóia e chumbadinha, neste caso foram capturados bons exemplares, sendo que a prestação deste equipamento é notável, tanto na ferragem como na recuperação dos exemplares.
Sorento e Potenza: Inicio dos trabalhos
A expectativa era crescente, pois já alguns dias detinha este conjunto sem que tivesse oportunidade e disponibilidade ao fim de semana para iniciar uma boa jornada na pesca ao sargo.
Testar uma cana em "seco", abrir os elementos e avaliar os pormenores do seu "arco", se a sua ação é de ponteira, parabólica, semi parabólica ou progressiva, não é a mesma coisa que sentir a cana no seu trabalho efectivo para a qual foi adquirida no mar, e esta vara concebida pela Banax tem algo de especial. A montagem da mesma com o seu fiel Potenza 450, creio ser um bom conjunto que me irá proporcionar boas capturas, e acredito que a Sorento me irá surpreender de futuro pela sua performance que ainda me é muito "desconhecida".
Regresso à caça sub
Regresso à caça submarina, ao fim de alguns meses de paragem. Umas paragens pelos locais do costume proporcionaram a observação de muitos cardumes de sargos de médio e pequeno porte, pouco peixe "entocado" e muito em cima de lages submersas.
Deu para trabalhar a "caixa", apesar de estar muito tempo parado a época de canoagem tem dado resultados no meio aquático.
Nova dupla: Sorento Power - Potenza 450
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| A primeira "vitima" do conjunto |
Sorento Power 600: Cana potente com ação semi parabólica progressiva, dispõe de um bom poder de ferragem e trabalho com o exemplar ferrado, o que podemos apelidar de uma "vara matadora" pois amortece significativamente as primeiras investidas poderosas de um exemplar. Fiável para quando necessitamos elevar peixes mais pesados, sendo uma boa aposta para a bóia e chumbadinha.
Vem equipada com passadores e porta carretos Fuji, sendo que a versão de seis metros é composta por 6 elementos construídos em carbono cruzado. O seu peso é de 460 gramas, com uma acção compreendida entre as 5 e as 130 gramas, segundo a Vega, é dotada de um poder de elevação até 6 kg.
Polícia Marítima de Lagos promove operação “Pesca lúdica segura”
O Comando-local da Polícia Marítima de Lagos está a desenvolver uma campanha de sensibilização e alerta para os perigos da pesca lúdica em falésias, centrada principalmente na Costa Vicentina.
Esta campanha tem como objectivos alertar para os perigos presentes desta actividade e sensibilizar os pescadores para a adopção de algumas medidas de segurança que podem contribuir para minimizar o risco de acidentes.
Novas manifestações contra defeso do sargo
Novas manifestações contra defeso do sargo, Pescadores lúdicos apeados estão descontentes com Governo e ameaçam com protestos.
Ler mais em:
Governo recusa acabar com defeso do sargo
Ministério do Ambiente diz que proibição é necessária para a preservação dos recursos.
O Ministério do Ambiente recusa acabar com o defeso do sargo para a pesca lúdica apeada na Costa Vicentina. A decisão é justificada com a necessidade da preservação dos recursos. Mas os pescadores desportivos queixam-se de discriminação em relação à pesca embarcada e à submarina - que não são abrangidas pela proibição - e ameaçam avançar com formas de luta.
"O período de defeso estabelecido [entre 1 de fevereiro e 15 de março] está relacionado com o fenómeno de arribação das espécies que ocorre naquela altura do ano, em que os animais se deslocam massivamente para a linha de costa para a desova", refere o Ministério do Ambiente, numa resposta dada esta semana a questões do deputado João Vasconcelos (BE), a que o CM teve acesso.
AGRICULTURA INTENSIVA SEM CONTROLO NO PARQUE NATURAL DO SUDOESTE ALENTEJANO E COSTA VICENTINA
Efetivamente, o ICNF reconhece que existe atualmente um forte incremento da atividade agrícola intensiva, com instalação de novas estufas, mas a execução das medidas e normas previstas no Plano de Ordenamento do PNSACV ou não está a acontecer (p.e. certificação ambiental dos agricultores e a sua sensibilização para práticas agrícolas de menor impacto ambiental), ou só agora está a dar os primeiros passos (p.e. controlo da qualidade da água). Para mais, o ICNF reconhece não saber qual a área acupada por estufas e túneis, quando existe um limite imposto por lei de 30% no perimetro de rega do Mira.
Esta situação está a originar reclamações e conflitos por parte das populações residentes e de agentes turísticos e a gerar impactes nos valores naturais, traduzindo uma situação que, do ponto de vista da sua capacidade legal e da articulação entre entidades, não tem permitido prevenir o que está a acontecer.
Zero critica agricultura intensiva no Parque Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina
A associação ambientalista afirma que o ICNF não sabe qual é a área ocupada por estufas nestas áreas protegidas. Segundo a Zero, o grande uso de fertilizantes pode ter um grande impacto na natureza.
A associação Zero alertou esta sexta-feira para o aumento da agricultura intensiva na área do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina (PNSACV) e para a falta de controlo desta actividade, o que tem originado "reclamações e conflitos".
Num comunicado divulgado sexta-feira, com o título "agricultura intensiva sem controlo no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina", a Zero - Associação Sistema Terrestre Sustentável disse ter recebido "muitas denúncias" relativamente à actividade agrícola nesta área protegida, que abrange concelhos do Alentejo e Algarve.
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