Pesca lúdica - Defesos

Nos termos do nº 4 do artigo 10º da Portaria nº 14/2014, de 23 de janeiro:
Período de defeso implementado
Diplodus sargus e Diplodus vulgaris
Está interdita a captura de sargos, Diplodus sargus e Diplodus vulgaris, entre 1 de Fevereiro e 15 de Março, na área do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina (PNSACV), aos titulares de licença de pesca lúdica apeada dado que, através da Portaria n.º 115-B/2011, de 24 de Março, a mesma medida se encontra em vigor para a pesca profissional. Salienta-se que esta medida não se aplica à pesca lúdica embarcada nem à pesca lúdica submarina;

6º Sentido

Cabo Sardão
Baía da Santoleira

SOS: Save our sea-bass


Esta a decorrer uma medida de indignação pela SOS Sea-Bass, aqui esta a sua partilha e divulgação. 

Nós na SOS Sea-Bass estamos indignados com a recente tomada de decisão do conselho de ministros da UE sobre o defeso do robalo. 

Se você partilha esse sentimento de indignação, nós encorajamos-lo a se juntar a nós e a enviar um email o ministério das pescas da UE solicitando que estas medidas sejam urgentemente revistas. 


Feliz Natal e um próspero Ano Novo


A ultima jornada de 2015


Com previsões nada animadoras, chegou o defeso natural, a ondulação forte, mexe com as grandes quantidades de areia que o mar manso pela deriva do litoral colocou junto da costa.

No dia 21 observando o windguru conclui que se queria terminar o ano gastando algumas sardinhas e camarões teria de ser no dia 22, era o dia que dava uma pequena quebra de mar e do período da vaga, as aguas estavam limpas, a maré encontrava-se a subir no inicio da manha, tudo me inclinava para o mar, e assim foi.

Preparei o material e rumei a um pesqueiro que gosto de frequentar com o mar mexido, ninguém lá pesca com estas condições, ao chegar ao local observo as linhas brancas paralelas à linha de costa que me indicavam que o mar estava falso, após ver alguns "set`s" fiquei sem duvidas.

Proposta de Regulamento do Conselho



Proposta de Regulamento do Conselho que fixa, para 2016, em relação a determinadas unidades populacionais de peixes e grupos de unidades populacionais de peixes, as possibilidades de pesca aplicáveis nas águas da União e as aplicáveis, para os navios da União, em certas águas não União.

Proposta de Regulamento do Conselho

Duas décadas depois, a águia pesqueira está de volta à costa alentejana

A ocupação humana afugentou o “guincho” da costa alentejana
Pedro Cunha/Arquivo

“O potencial de reocupação do litoral pelas águias pesqueiras, de Sagres ao Cabo da Roca, é muito grande”, afirma Luís Palma. “Tudo vai depender da capacidade para condicionar a presença humana [nas zonas mais sensíveis]”. No Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, que se estende entre os concelhos de Vila do Bispo a Sines, se não houver um regulamento de acesso a determinados pesqueiros, será difícil a reinstalação de casais de águia pesqueira, alerta Palma.

Quando o biólogo Luís Palma apontou o telescópio para as rochas, viu logo que não era um ninho de cegonha. “Era de um guincho”, conta. Guincho é o nome outrora popular da águia pesqueira, uma ave que deixou de se reproduzir em Portugal há quase duas décadas.

Sessão de esclarecimento sobre exploração de Petróleo e Gás Natural no concelho de Aljezur


O Governo português concedeu direitos de prospecção, pesquisa, desenvolvimento e produção de hidrocarbonetos (petróleo e gás natural) em terra e no oceano ao largo da costa algarvia, nomeadamente a escassos quilómetros do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina.

A prospecção e pesquisa tem sido realizada sem qualquer tipo de avaliação ambiental, que seja do conhecimento público, e todo o processo tem sido conduzido de forma que não se nos afigura transparente, não nos tendo sido fornecidas as informações já requeridas em matéria ambiental.

Algarve Nature Week - Venha descobrir a sua própria natureza!



O vídeo promocional da Algarve Nature Week ganhou o 1º prémio, na categoria “Turismo Rural e de Natureza”, do Festival Internacional de Cinema e Turismo Art&Tur 2015, que decorreu em Vila Nova de Gaia.

Direção e Argumento: João Viegas - Margem Produções

Pesca de carapau em águas portuguesas sobe e robalo deverá ficar interdito na UE


As possibilidades de pesca do carapau voltam a subir nas águas continentais portuguesas, em 2016, mas outras como areeiro, tamboril, raia e bacalhau deverão baixar e o robalo será proibido, segundo a proposta hoje apresentada pela Comissão Europeia.

No que respeita ao robalo, Bruxelas decidiu este ano chamar a si a gestão das unidades populacionais e propõe, na primeira metade de 2016, a proibição das pescas comercial e recreativa em todas as águas da União Europeia (UE).

Segundo a proposta, os totais admissíveis de capturas (TAC) de carapaus nas águas continentais portuguesas sobem 15,3%, paras as 68.583 toneladas em 2016, somando-se a estas as possibilidades de pesca de carapau na zona CECAF (Comité das Pescas do Atlântico Centro-Leste), definida por Portugal para a Madeira e os Açores.

Investigador do Centro de Ciências do Mar (CCMAR) convidado pela Comissao Europeia


Karim Erzini, investigador do Centro de Ciências do Mar (CCMAR) da UAlg, é um dos autores convidados do estudo encomendado pelo Parlamento Europeu sobre a gestão de pescas no Ártico, no contexto das alterações climáticas. Na próxima quarta-feira, dia 11 de novembro, Karim Erzini vai falar sobre este estudo, num seminário que terá início às 13h30, no Anfiteatro 1.8 do edifício 8, Campus de Gambelas.

O estudo publicado pelo Parlamento Europeu tem como objetivo fornecer uma ampla revisão e análise das implicações das alterações climáticas para o ecossistema do Ártico e quais as possibilidades de desenvolvimento de novas pescarias. As recomendações retiradas do estudo podem ajudar a prevenir ameaças ao ecossistema do Ártico que é atualmente considerado frágil.

#10


Passados alguns dias de alguma agitação marítima, deu-se o regresso ao local das ultimas capturas, a previsão era de encontrar o fundo com algumas alterações consideráveis, e muito provavelmente os alvos da jornada já não estariam no local, situação que aparentemente era certa.

Chegando ao local, os preparativos do costume, iniciando com a Silent Assassin ainda cedo e com muita água no pesqueiro, algum tempo depois surge a primeira captura, coincidindo com a aproximação do sol à linha do horizonte e aproximação e actividade dos labrax mais próximos da costa.

Mais um exemplar e apesar das duas capturas, troco de artificial, passando a utilizar nos lançamentos a Hardcore Minnow, sendo um artificial que se sente "agarrar" mais água.

Diagnóstico 2006


#9


O estado do mar iria alterar-se em breve e como a sondagem em dias anteriores tinha acusado movimentações, nada como começar a noite com uns lançamentos.

Após a chegada ao local escolhido, misto de pedra e areia, que nas ultimas jornadas se tem revelado interessante em termos de frequência de robalos. O mar ainda permanecia com uma pequena ondulação, o mar proporcionava um óptimo "espraiar" da ondulação e chagando ao local coloco um Hardcore Minnow, ao fim de meia dúzia de lançamentos tinha o primeiro exemplar ferrado.

Passado alguns lançamentos a varrer uma área, outro exemplar ferrado. 

#8


O regresso no dia anterior ao local das ultimas capturas, não se revelou uma boa opção pois apesar de ser um local que deu alguns exemplares nas ultimas jornadas, da ultima vez nem sinal, como tal o que não é a norte é a sul, seguindo a velha máxima dos pesqueiros da pesca ao sargo, ou seja, quando estão concentrados num pesqueiro e no dia seguinte não dão sinal é porque foram para as zonas limítrofes a norte ou a sul...

Chegando ao local ainda com o sol alto, preparo o material são efectuados alguns lançamentos com a voadora, foi a sua estreia. É um artificial que proporciona um lançamento a grande distancia, equilibrado e preciso, em termos de trabalho efectivo desta amostra podemos dizer que proporciona a simulação de uma presa debilitada ou em pânico, que perante os olhos do predador simula a sua refeição.