A ultima jornada de 2015
Com previsões nada animadoras, chegou o defeso natural, a ondulação forte, mexe com as grandes quantidades de areia que o mar manso pela deriva do litoral colocou junto da costa.
No dia 21 observando o windguru conclui que se queria terminar o ano gastando algumas sardinhas e camarões teria de ser no dia 22, era o dia que dava uma pequena quebra de mar e do período da vaga, as aguas estavam limpas, a maré encontrava-se a subir no inicio da manha, tudo me inclinava para o mar, e assim foi.
Preparei o material e rumei a um pesqueiro que gosto de frequentar com o mar mexido, ninguém lá pesca com estas condições, ao chegar ao local observo as linhas brancas paralelas à linha de costa que me indicavam que o mar estava falso, após ver alguns "set`s" fiquei sem duvidas.
No dia 21 observando o windguru conclui que se queria terminar o ano gastando algumas sardinhas e camarões teria de ser no dia 22, era o dia que dava uma pequena quebra de mar e do período da vaga, as aguas estavam limpas, a maré encontrava-se a subir no inicio da manha, tudo me inclinava para o mar, e assim foi.
Preparei o material e rumei a um pesqueiro que gosto de frequentar com o mar mexido, ninguém lá pesca com estas condições, ao chegar ao local observo as linhas brancas paralelas à linha de costa que me indicavam que o mar estava falso, após ver alguns "set`s" fiquei sem duvidas.
Proposta de Regulamento do Conselho
Proposta de Regulamento do Conselho que fixa, para 2016, em relação a determinadas unidades populacionais de peixes e grupos de unidades populacionais de peixes, as possibilidades de pesca aplicáveis nas águas da União e as aplicáveis, para os navios da União, em certas águas não União.
Proposta de Regulamento do Conselho
Fonte: eur-lex.europa.eu/
Duas décadas depois, a águia pesqueira está de volta à costa alentejana
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A ocupação humana afugentou o “guincho” da costa alentejana
Pedro Cunha/Arquivo
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“O potencial de reocupação do litoral pelas águias pesqueiras, de Sagres ao Cabo da Roca, é muito grande”, afirma Luís Palma. “Tudo vai depender da capacidade para condicionar a presença humana [nas zonas mais sensíveis]”. No Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, que se estende entre os concelhos de Vila do Bispo a Sines, se não houver um regulamento de acesso a determinados pesqueiros, será difícil a reinstalação de casais de águia pesqueira, alerta Palma.
Quando o biólogo Luís Palma apontou o telescópio para as rochas, viu logo que não era um ninho de cegonha. “Era de um guincho”, conta. Guincho é o nome outrora popular da águia pesqueira, uma ave que deixou de se reproduzir em Portugal há quase duas décadas.
Sessão de esclarecimento sobre exploração de Petróleo e Gás Natural no concelho de Aljezur
O Governo português concedeu direitos de prospecção, pesquisa, desenvolvimento e produção de hidrocarbonetos (petróleo e gás natural) em terra e no oceano ao largo da costa algarvia, nomeadamente a escassos quilómetros do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina.
A prospecção e pesquisa tem sido realizada sem qualquer tipo de avaliação ambiental, que seja do conhecimento público, e todo o processo tem sido conduzido de forma que não se nos afigura transparente, não nos tendo sido fornecidas as informações já requeridas em matéria ambiental.
Algarve Nature Week - Venha descobrir a sua própria natureza!
O vídeo promocional da Algarve Nature Week ganhou o 1º prémio, na categoria “Turismo Rural e de Natureza”, do Festival Internacional de Cinema e Turismo Art&Tur 2015, que decorreu em Vila Nova de Gaia.
Direção e Argumento: João Viegas - Margem Produções
Pesca de carapau em águas portuguesas sobe e robalo deverá ficar interdito na UE
As possibilidades de pesca do carapau voltam a subir nas águas continentais portuguesas, em 2016, mas outras como areeiro, tamboril, raia e bacalhau deverão baixar e o robalo será proibido, segundo a proposta hoje apresentada pela Comissão Europeia.
No que respeita ao robalo, Bruxelas decidiu este ano chamar a si a gestão das unidades populacionais e propõe, na primeira metade de 2016, a proibição das pescas comercial e recreativa em todas as águas da União Europeia (UE).
Segundo a proposta, os totais admissíveis de capturas (TAC) de carapaus nas águas continentais portuguesas sobem 15,3%, paras as 68.583 toneladas em 2016, somando-se a estas as possibilidades de pesca de carapau na zona CECAF (Comité das Pescas do Atlântico Centro-Leste), definida por Portugal para a Madeira e os Açores.
Investigador do Centro de Ciências do Mar (CCMAR) convidado pela Comissao Europeia
Karim Erzini, investigador do Centro de Ciências do Mar (CCMAR) da UAlg, é um dos autores convidados do estudo encomendado pelo Parlamento Europeu sobre a gestão de pescas no Ártico, no contexto das alterações climáticas. Na próxima quarta-feira, dia 11 de novembro, Karim Erzini vai falar sobre este estudo, num seminário que terá início às 13h30, no Anfiteatro 1.8 do edifício 8, Campus de Gambelas.
O estudo publicado pelo Parlamento Europeu tem como objetivo fornecer uma ampla revisão e análise das implicações das alterações climáticas para o ecossistema do Ártico e quais as possibilidades de desenvolvimento de novas pescarias. As recomendações retiradas do estudo podem ajudar a prevenir ameaças ao ecossistema do Ártico que é atualmente considerado frágil.
#10
Passados alguns dias de alguma agitação marítima, deu-se o regresso ao local das ultimas capturas, a previsão era de encontrar o fundo com algumas alterações consideráveis, e muito provavelmente os alvos da jornada já não estariam no local, situação que aparentemente era certa.
Chegando ao local, os preparativos do costume, iniciando com a Silent Assassin ainda cedo e com muita água no pesqueiro, algum tempo depois surge a primeira captura, coincidindo com a aproximação do sol à linha do horizonte e aproximação e actividade dos labrax mais próximos da costa.
Mais um exemplar e apesar das duas capturas, troco de artificial, passando a utilizar nos lançamentos a Hardcore Minnow, sendo um artificial que se sente "agarrar" mais água.
#9
O estado do mar iria alterar-se em breve e como a sondagem em dias anteriores tinha acusado movimentações, nada como começar a noite com uns lançamentos.
Após a chegada ao local escolhido, misto de pedra e areia, que nas ultimas jornadas se tem revelado interessante em termos de frequência de robalos. O mar ainda permanecia com uma pequena ondulação, o mar proporcionava um óptimo "espraiar" da ondulação e chagando ao local coloco um Hardcore Minnow, ao fim de meia dúzia de lançamentos tinha o primeiro exemplar ferrado.
Passado alguns lançamentos a varrer uma área, outro exemplar ferrado.
#8
O regresso no dia anterior ao local das ultimas capturas, não se revelou uma boa opção pois apesar de ser um local que deu alguns exemplares nas ultimas jornadas, da ultima vez nem sinal, como tal o que não é a norte é a sul, seguindo a velha máxima dos pesqueiros da pesca ao sargo, ou seja, quando estão concentrados num pesqueiro e no dia seguinte não dão sinal é porque foram para as zonas limítrofes a norte ou a sul...
Chegando ao local ainda com o sol alto, preparo o material são efectuados alguns lançamentos com a voadora, foi a sua estreia. É um artificial que proporciona um lançamento a grande distancia, equilibrado e preciso, em termos de trabalho efectivo desta amostra podemos dizer que proporciona a simulação de uma presa debilitada ou em pânico, que perante os olhos do predador simula a sua refeição.
Lançamento do livro "Peixes marinhos de Portugal"
O livro "Peixes marinhos de Portugal" tem como principal objectivo dar a conhecer as espécies de peixes mais comuns da costa portuguesa.
É uma edição bilingue (Português e Inglês) onde são apresentadas mais de 200 espécies, através de fotografias, a maior parte delas inéditas, e feitas no habitat natural. Informação acerca do nome comum, nome científico, tamanho máximo, intervalo de profundidades e distribuição geográfica é também apresentada.
Neste livro é apresentada informação acerca de cada espécie de um modo simples e claro, para além da família, nome comum (em Português e Inglês), nome científico, tamanho máximo, intervalo de profundidades em que a espécie ocorre e distribuição geográfica, cada espécie vem representada numa fotografia.
#7
A escolha do local para a jornada, foi motivada pela queda da ondulação que se tem feito sentir, a existência de bancos de sedimentos no local, em movimentação e alguma areia já fixada à algum tempo muito por culpa dos afloramentos rochosos existentes no local, apresentavam perspectivas de ser efectuada alguma captura.
Chegando ao local são efectuados alguns lançamentos ainda numa zona com uma amplitude distinta pois a maré estava muito acima da cota onde normalmente efectuo as capturas.
Varias zonas batidas com os artificiais, e nada, nem um toque, resolvi mudar de local, a insistência, expectativa a cada lançamento do costume.
Sardinha – Sardina pilchardus
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| Sardina pilchardus |
Identificação: Corpo alongado, sub-cilíndrico, azul ou verde prateado no dorso e prateado no ventre, flancos com manchas redondas e escuras. Barbatanas dorsal e anal sem raios espinhosos. Margem posterior do opérculo arredondada apresentando na zona inferior 3 a 5 estrias distintas irradiando para baixo.
Biologia: Os sexos são individualizados e distinguíveis pela observação dos órgãos reprodutores internos (ovário/testículos).
Na costa Portuguesa, a reprodução ocorre ao longo da plataforma continental durante um período alargado (outubro a abril) sendo mais intensa entre dezembro e fevereiro. Na região Ocidental Norte a postura é mais intensa durante o outono / inverno enquanto que na região Sul a época de postura é mais prolongada, atingindo maior intensidade antes da observada no Norte.
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