Comissões Pescadores e População da Costa Portuguesa reuniu com Ministério da Agricultura


Esta fotografia foi tirada na semana passada, no Ministério da Agricultura em Lisboa.
Estiveram presentes na reunião David Rosa e David Marreiros das Comissões Pescadores e População da Costa Portuguesa e Manuel Pinto Abreu Secretário de Estado do Mar.
Esta audiência serviu para mais uma vez alertar os assuntos que ainda estão pendentes em relação á pesca lúdica em Portugal.

Aguardamos atenciosamente por noticias em breve.



#2



Final de tarde a explorar uma zona de praia com fundo de pedra. Ainda foram capturados mais duas bailas de pequeno porte, libertadas de imediato à água.

Artificial: Akada (robalo capturado) e Saltiga (bailas libertadas)
Multifilamento: Power shot 0.20
Carreto: Akada MT 40
Cana: Luxxe Spin

#1


Final de tarde a explorar uma zona de praia, alguma areia em movimento mas não recente, o resultado foi apenas este exemplar que não hesitou em atacar a Sakura Smart Minnow 165 F, numa zona de agitação marítima.

Artificial: Sakura Smart Minnow 165 F
Multifilamento: Power shot 0.20
Carreto: Akada MT 40
Cana: VegaPredador


Sargos, muita ausência


A captura de alguns sargos efectuada recentemente, o local escolhido coincidido com uma zona rochosa em preia-mar, cercada por uma forte densidade de sedimentos.

Os iscos utilizados fora a sardinha, a qual apenas serviu para engodo e o camarão, tendo sido efectuada a sua iscagem através de pequenos fragmentos de miolo de camarão.

O peixe apesar de pouco estava a ferrar bem, com a primeira hora de vazante o pouco peixe existente no pesqueiro desapareceu.

Recreational Angler management in marine protect area a case study of Top-bottom management


Resumo. Este estudo faz-se no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina -PNSACV) uma área marítima com uma extensão de dois km (área Marinha Protegida). 

A pesca recreativa lúdica faz parte da tradição das pessoas que vivem nestes concelhos, tendo herdado o gosto da pesca e apanha de marisco dos seus antepassados. 

Privar-se uma actividade baseado-se numa lei sem ouvir os seus intervenientes, sem defender a tradição destas populações. Neste parque, desde 2006, com a saída da primeira lei (868/2006), várias medidas de gestão de pesca foram implementadas (limitações e proibições) a coberto de uma lei dissuasora, sem que fossem efectuados estudos. 

Na prática, o processo inverteu-se, o que deveria  ser um processo de participação pública, apelando a consciência e sustentabilidade tornou-se uma força contra a vontade das pessoas. 

IGAOT averigua a legalidade de obra realizada no PNSACV




A Inspecção Geral do Ambiente e Ordenamento do Território está a averiguar a legalidade de uma obra realizada pela Câmara Municipal de Vila do Bispo, no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina. A autarquia alega que se limitou a melhorar um caminho já existente, mas vários geólogos consideram que a intervenção municipal potencia risco de desmoronamento e põe em causa a integridade do geossítio das Arribas da Praia do Telheiro, um local que encerra um valioso património geológico e paisagístico.

Fonte: Sic

PNSACV desvaloriza obras na praia do Telheiro


O Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) já chegou a uma conclusão relativamente à queixa apresentada nesta instituição afecta à GNR, sobre um eventual crime ambiental em consequência dos os trabalhos efectuados junto do gemonumento da praia do Telheiro.

De acordo com a resposta emitida pelo Tenente Coronel Joaquim Delgado, datada de 28 de setembro, à qual o «barlavento» teve acesso, «das averiguações efetuadas foi possível apurar junto dos responsáveis do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas que os trabalhos realizados [na praia do Telheiro] não têm qualquer relevância para o Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina (PNSACV)».

O SEPNA adianta ainda que que apenas «será mediado junto da Câmara Municipal de Vila do Bispo a colocação de uma barreira física no início dos caminhos para impedir a circulação automóvel junto das falésias preservando-se assim a integridade física de pessoas e bens».

Petição - ALGARVE LIVRE DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL


O Governo português concedeu direitos de prospecção, pesquisa, desenvolvimento e produção de hidrocarbonetos (petróleo e gás natural) em terra e no oceano ao largo da costa algarvia, nomeadamente a escassos quilómetros do Sítio da Rede Natura 2000, Ria Formosa - Castro Marim e da ZPE (zona de protecção especial) da Ria Formosa, Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina. 

A prospecção e pesquisa tem sido realizada sem qualquer tipo de avaliação ambiental, que seja do conhecimento público, e todo o processo tem sido conduzido de forma que não se nos afigura transparente, não nos tendo sido fornecidas as informações já requeridas em matéria ambiental.

Vemos com muita apreensão o futuro do Algarve tendo em conta os possíveis impactos que uma medida destas pode ter numa região com uma elevada dependência do turismo e do mar, com uma elevadíssima biodiversidade, sendo mais de 35% do seu território protegido por convenções e legislação da União Europeia e de Portugal.

Assine a petição aqui.

Mais informações aqui.

Fonte: Pong

Praia de Dona Ana: avança queixa para a União Europeia


Tal como foi anunciado no início desta semana, a Associação Almargem vai enviar amanhã uma queixa formal à Comissão Europeia, por infracção ao direito comunitário no caso do plano de intervenção efectuado na Praia de Dona Ana em Lagos. A Associação Almargem espera que os seus argumentos sejam aceites pela Comissão e que esta possa vir a instaurar um processo contra o Estado português.

A Associação Almargem aproveita ainda para comentar algumas declarações ultimamente vindas a público, a propósito deste assunto.

1) O Ministro do Ambiente, na sua página do Facebook, justifica a obra de realimentação artificial na Praia de Dona Ana referindo que se trata de repor uma situação existente no passado. Não vale a pena perder muito tempo com este tipo de afirmações descabidas, bastando para tal analisar fotografias antigas da praia, tal como a que inserimos acima (anos 60).

Odeceixe: obra inqualificável inventa praia artificial


A intervenção levada a cabo na Praia de Odeceixe, uma das 7 Praias Maravilhas de Portugal, é o mais recente exemplo da falta de sensibilidade ambiental e incompetência técnica de alguns dos responsáveis pela condução das políticas ambientais do nosso país.

Numa época em que, infelizmente, a maior parte da comunicação social parece mais preocupada com os incómodos das obras no litoral sobre os veraneantes de ocasião, do que com os impactos mais ou menos graves que tais obras possam ter, a longo prazo, sobre o ambiente e o património locais, aqui fica, para memória futura, o registo circunstanciado de mais este lamentável caso.

A chamada "Praia Norte de Odeceixe", foi alvo, há meses atrás, de uma empreitada da Sociedade Polis Litoral Sudoeste, no valor de 112 mil euros, que visou melhorar os acessos ao plano de água, ordenar o estacionamento automóvel e enquadrá-lo melhor na paisagem envolvente.

Acontece que a "Praia Norte de Odeceixe", localizada no extremo sudoeste do concelho de Odemira, pura e simplesmente não existe ! Trata-se uma extensão de afloramentos rochosos e cascalho que, na maré vaza, deixa a descoberto pequenas extensões de areia húmida e poças de água, muito procuradas pelos banhistas da verdadeira Praia de Odeceixe para passearem e procurarem conhecer melhor a maravilhosa biodiversidade marinha da Costa Vicentina.

Banco Gorringe já é reserva Marinha

Elevações submarinas da costa sudoeste da Península Ibérica – Fonte: Filipe M. Rosas (http://lisbonstructuralgeologist.blogspot.com/) e GoogleEarth

O Conselho de Ministros aprovou, na sua reunião de quinta-feira, a inclusão do Sítio Banco Gorringe, situado cerca de 200 quilómetros a sudoeste do cabo de S. Vicente, na Lista Nacional de Sítios.

Esta inclusão é justificada pela «relevância que o Banco Gorringe assume para a conservação dos valores protegidos pela Diretiva Habitats da União Europeia».

A inclusão deste novo Sítio com cerca de 2288 mil hectares, em área exclusivamente marinha, vem, segundo o comunicado do Conselho de Ministros, «assegurar uma melhor representatividade dos valores naturais aos níveis nacional, europeu e biogeográfico, contribuindo para completar a Rede Natura 2000 em Portugal, e em particular no meio marinho».

Obras na praia Dona Ana, em Lagos, motivam queixa contra o Estado em Bruxelas



Ambientalistas falam de “crime premeditado”, levado a cabo pelo Ministério do Ambiente, na praia que foi considerada a “mais bonita do mundo”. A areia passou de dourada a cinzenta, mas a praia pode hastear as bandeiras azul e dourada.

Com três semanas de atraso em relação ao previsto, termina nesta quarta-feira a operação de ampliação da praia Dona Ana, em Lagos.

A obra, com um custo de 1,9 milhões de euros, continua a alimentar polémicas e a dividir opiniões. A Associação de Defesa do Património Cultural e Ambiental do Algarve (Almargem) anunciou que vai enviar uma queixa à Comissão Europeia contra o Estado português e apresentar no Ministério Público uma outra queixa-crime contra o Ministério do Ambiente.

Segundo os ambientalistas, cometeu-se um “grave e premeditado crime ambiental que não pode ficar impune”. Além da descarga de 150 mil metros cúbicos de areia retirada do fundo mar, dizem, foi construído um esporão a ligar um leixão à arriba, colocando em causa o equilíbrio ecológico. A construção de obras costeiras de combate à erosão marítima tendentes a modificar a costa, argumenta a Almargem, estão sujeitas a avaliação de impacto ambiental. “Essa avaliação de facto não existiu”, diz Fernando Grade, o elemento desta associação que tem estado à frente dos protestos contra esta intervenção.

Chasing ice


Este registo raro costa como o maior evento de quebra de glaciar capturado em filme.

Em 28 de maio de 2008, Adam LeWinter e diretor Jeff Orlowski filmou esta quebra histórica na geleira de Ilulissat, no oeste da Gronelândia. 

O evento durou 75 minutos e o glaciar recuou uma milha por três milhas de largura. 

A altura do gelo é de cerca de 3.000 pés, 300-400 pés acima da água e do resto abaixo da água.