Final da Conferência de Cancún: Negociações climáticas retomam o caminho depois do desaire em Copenhaga


Os líderes deixaram Copenhaga para trás e colocaram as negociações do clima novamente nos eixos. Devolveram alguma confiança e começaram a construir um espírito de colaboração em varias áreas. Os países avançaram alguns passos em direcção a um verdadeiro acordo climático, e há novos países a emergir como lideres.

As decisões tomadas hoje na Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas em Cancún no México, terminaram duas semanas de negociações difíceis e complexas envolvendo delegados, ministros e chefes de Estado. A Quercus acolhe parcialmente o resultado algo misto mas esperançoso que neste momento crucial são fundamentais para se atingir um novo acordo internacional sobre o clima.

A vontade política para uma acção vigorosa ainda não é suficientemente forte para uma resposta global adequada para fazer face à ameaça climática, mas as acções nacionais mostram que os países reconhecem a necessidade e os benefícios de uma economia verde, e as conversações no quadro das Nações Unidas requerem essa confiança.

De uma forma geral, os resultados de Cancún são mistos. No lado positivo, um número de progressos específicos incluindo o estabelecimento de um Fundo Climático Verde, um processo para avaliar os diferentes aspectos das perdas e danos causados pelas alterações climáticas e o registo das acções dos países em desenvolvimento assegurando suporte financeiro para a sua implementação. As decisões reconhecem também que as actuais metas de emissões não são suficientemente ambiciosas e que os países têm que estabelecer limites mais restritivos num ambiente de contabilização transparente que permita uma real avaliação do progresso das mesmas.

Continuam também a existir vários aspectos negativos relevantes. A Conferência não avançou na questão crucial da definição do futuro quadro legal climático e não estabeleceu um calendário para tal ser decidido. Algumas falhas importantes no Protocolo de Quioto como o excesso de direitos de emissão atribuídos a alguns países e as emissões da desflorestação, estão ainda por resolver. Não há ainda decisão sobre as fontes adicionais de financiamento ou mesmo um processo para as identificar.

A Quercus ficou muito satisfeita por ver a União Europeia contribuindo positivamente em áreas relevantes tais como a continuação do Protocolo de Quioto. É porém necessário impedir falhas que põe em causa a integridade ambiental de algumas decisões. Muito trabalho é pois ainda necessário. Os países têm de olhar para os novos dados da ciência que apontam para a necessidade da temperatura não aumentar mais que 1,5 ºC em relação à era pré-industrial. A União Europeia, neste sentido, tem de passar urgentemente para uma meta unilateral mais ambiciosa que os 20% actuais de redução entre 1990 e 2020, fixando-a em 30%. Portugal deve activamente defender este compromisso que deve ser tomado antes da próxima Conferência em Durban, na África do Sul, dentro de um ano.

Temos assim um caminho muito muito longo pela frente e um número de aspectos fundamentais que necessitam de mais trabalho. Os países necessitam de fechar o intervalo de gigatoneladas (1 Gt = 1 000 000 000 toneladas), entre os compromissos em cima da mesa e os que a ciência exige; de assegurar que o Fundo Climático Verde é suportado por fontes públicas seguras; de implementar os programas de acção sobre adaptação, reduzindo a desflorestação, e de efectuar as transferências de tecnologia estipuladas em Cancún; e ainda de trabalhar para a segurança do Protocolo de Quioto e de um resultado complementar vinculativo sob a Convenção Quadro.

O progresso obtido aqui em Cancún foi possível apesar de um conjunto de países que dificultaram o consenso e avanços bem mais profundos, como os casos do Japão, Canadá, Rússia e Estados Unidos, em claro contraste com posições de países como a Índia e a China que aceitam traçar metas de emissões para o futuro, mesmo que voluntárias.

Há que aproveitar o ambiente favorável da Cimeira de Cancún no caminho para Durban, que pelo menos permitiu ultrapassar o desaire negocial de Copenhaga no ano passado, num ambiente de maior transparência, confiança e multilateralismo.

Num final dramático, onde a oposição da Bolívia, que afirmou que os textos finais não asseguravam a continuação de um segundo período de compromisso do Protocolo de Quioto, não estabeleciam datas nem percentagens de redução de emissões, e se estava a caminhar para um sistema não vinculativo que resultará num aumento de temperatura de 4º C, a Presidente da Conferência considerou os documentos adoptados por consenso, com a oposição formal daquele país.

Fonte: Quercus COP 16

Transformação ou estagnação



Fonte: Alexandra Abreu

Mar arrastou quatro pescadores, um morreu e outro está desaparecido

Um pescador morreu depois de cair à água na Lapa de Santa Margarida, na Arrábida, e outro está dado como desaparecido, disse hoje, segunda-feira, o capitão do porto de Setúbal, Duarte Cantiga.

"Nas últimas horas caíram à água quatro homens que estavam a pescar à cana numa zona rochosa conhecida por Lapa de Santa de Margarida, mas dois foram resgatados com vida, ambos com hipotermia e um com pequenas escoriações", disse Duarte Cantiga, adiantando que os dois pescadores foram transportados para o Hospital de São Bernardo, em Setúbal.

Segundo o capitão do porto de Setúbal, o primeiro caso terá ocorrido cerca das 12:15 de domingo, quando um homem de 25 anos caiu à água, provavelmente surpreendido pela forte ondulação do mar, tendo o corpo sido encontrado já sem vida.

Os outros três pescadores lúdicos também terão sido arrastados para água cerca das 05:40 de hoje, ao que se julga também eles surpreendidos pela forte ondulação.

Dois deles foram resgatados com vida cerca das 08:30, mas o terceiro elemento continua dado como desaparecido.

A Autoridade Marítima prossegue as operações de busca e salvamento para tentar resgatar o pescador que continua desaparecido, com um helicóptero da Força Aérea Portuguesa, a corveta Baptista de Andrade e duas embarcações semi-rígidas.

Fonte: JN

Pode ou não pescar à noite?! Parte II


Com base no Pode ou não pescar à noite?!

Recebi um comentário anónimo, ao qual agradeço pela sua amabilidade de interpretação, passando a citar:

"Quando se tenta perceber uma determinada legislação, importa não só ler e tentar interpretar os artigos e as alíneas, mas também tentar perceber o espírito da mesma, há que ter em a atenção o objectivo para que foi criada, neste caso no preâmbulo da Portaria n.º 458-A/2009, está escrito que “No que se refere à limitação do exercício da pesca lúdica entre o pôr e o nascer do Sol, procede -se ao alargamento das áreas onde a mesma é permitida, garantindo que se mantêm as restrições por motivos de segurança dos praticantes que a fundamentam, mas compatibilizando o regime com o previsto na alínea d) do n.º 1 do artigo 7.º da Portaria n.º 144/2009, de 5 de Fevereiro.

Quero com isto dizer que as restrições criada na actividade da pesca lúdica apeada à noite em falésias, tem como objectivo principal salvaguardar e zelar pela segurança de quem a pratica em locais menos seguros, e que, como sabemos é onde acontecem mais acidentes durante todo o ano.

Assim no n.º2 do art. 4.º da portaria Portaria n.º 458-A/2009 de 4 de Maio, diz que:
- Exceptua -se do disposto na alínea b) do número anterior a pesca à linha nos molhes, para lá do limite de 300 m da linha da costa em frente a áreas de praia concessionadas durante a época balnear, nas áreas de praia concessionadas fora da época balnear, nas áreas de praia não concessionadas, e nos pesqueiros autorizados pelo Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB, I. P.), sem prejuízo do disposto na regulamentação da pesca lúdica.

Ou seja, se foram criadas limitações na pesca entre o pôr e o nascer do sol, não tinha lógica que os locais autorizados durante o dia fossem os mesmos autorizados para pescar à noite, ou então não fazia sentido existir esta limitação temporal, porque os pesqueiros seriam os mesmos.

A única questão aqui, é que ainda não foram “criados” ou estipulados quais serão os pesqueiros autorizados para pescar à noite por parte do Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB).

Tanto quanto sei, já estão a ser avaliados vários pesqueiros por várias entidades ao longo do PNSACV, para definir quais os locais a autorizar para a actividade da pesca lúdica em período nocturno.

Espero ter ajudado na medida do possível, esta é a minha interpretação conforme fundamentei."

Ora segundo essa mesma interpretação, contraponho com a seguinte fundamentação:

  • Embora à primeira impressão se pense que poderá colocar em risco a vida dos seus praticantes, é seguramente a vertente de pesca lúdica que menos perdas humanas e acidentes têm causado aos seus praticantes ao longo dos últimos tempos, refiro-me à pesca nocturna em falésias.
  • Para estas variantes de pesca (pesca de Falésia), dever-se a ter em consideração que os seus praticantes apenas procuram locais seguros, não fazem uma acção de pesca activa (andando de um lado para o outro), salvaguardam as condições do estado do mar, uma vez que sem as condições indicadas (mar manso) não justificará uma jornada, a lua cheia e quarto crescente não é aconselhável, as marés também deverão ser escolhidas pois nem todas as marés são indicadas, o fenómeno (ardentia das águas – tende a ver com a lua e microrganismos fotoluminescentes na água) também é um factor que pode ser significativo ou não para o abandono do local de imediato. Estes são apenas alguns factores que condicionam bastante o êxito desta vertente de pesca, sendo impossível uma pressão nos recursos mediante tantos factos preponderantes.
  • Pesca-se com um anzol apenas, o qual é iscado normalmente com uma sardinha inteira ou uma metade, a chumbada é o meio que proporciona o lançamento do isco e o seu afundar da água.
  • Como em todas as modalidades de pesca carece de uma área livre, pois a grande concentração de praticantes no mesmo local é desaconselhável, atendendo a que, pode causar conflitos nos lançamentos das montagens, motivados por cruzamentos de linhas ou proximidade de pescadores.
  • É uma modalidade de pesca que consiste em captura de grandes exemplares, o que remete para uma aproximação da linha de água, sem que a pesca em altura esteja excluída.
  • É uma modalidade de pesca que consiste em jornadas em locais específicos, que pela sua geo-morfologia nos indicam condições propícias para a sua prática, isto é, fundos mistos ou de pedra, uma vez que as “espécies alvo” se encontram nesses locais específicos, preferencialmente por motivos de abrigo, alimentação, nomeadamente.
  • O período da pesca nocturna é considerado desde o início do por do sol até ao início do nascer do sol.
  • A pesca no período nocturno deve ser efectuada atendendo aos hábitos das “espécies alvo” e os seus locais de provável permanência, tais como fundos de pedra ou fundos mistos.
  • Normalmente a geo-morfologia da costa é o início do prolongamento para além da zona intertidal, isto é, o que observamos na linha de marés é o início da acção da erosão que ao longo dos tempos foi avançando pela linha de mar.
  • Para a prática da pesca nocturna existem características fundamentais a ter em conta, sem as quais não fará sentido a sua prática, são elas as espécies alvo, topologia geo-morfologia dos fundos, zonas de alimentação, altura do ano, condições de mar, condições de lua, etc.
  • Podemos caracterizar, as principais espécies para a pesca nocturna em fundo rochoso; AbróteaCarapau (Trachurus trachurus); Moreia (Muraena Helena); Pargo (Pagrus pagrus); Polvo (Octopus vulgaris); Rascasso (Scorpaena scrofa); Robalo (Dicentrarchus labrax); Sargo (Diplodus sargus sargus); Safio (Conger Conger). A principal característica dos pesqueiros propícios para a prática com êxito desta variante de pesca é a pesca de falésia nocturna. De salientar que apenas o sargo e o carapau se pode capturar em pleno dia, as restantes espécies apenas se capturam à noite, com a excepção do robalo que pode ser capturado ao nascer do sol (altura coincidente com o abandono da zona de falésia, que coincide com a zona de caça e alimentação para zona de abrigo) e ao por do sol (altura coincidente com a aproximação deste predador de terra para se alimentar durante a noite).
  • Podemos caracterizar, as principais espécies para a pesca nocturna em fundos de areia; Dourada (Sparus aurata); Linguado (Solea solea); Robalo (Dicentrarchus labrax); Sargo
  • A pesca nocturna em zonas de praia deve respeitar as épocas balneares e o período de concessão das mesmas. Embora isso não esteja previsto para praias não concessionadas deve imperar sempre o civismo da parte dos frequentadores e deixar as praias da mesma forma como as encontraram não deixando lixo, materiais de pesca ou iscos nos pesqueiros.
  • Deveria fazer-se uma ou duas campanhas de sensibilização em termos de informação por ano, ou painéis informativos em pontos-chave.
  • (Phycis phycis); (Diplodus sargus sargus). A principal característica dos pesqueiros propícios para a prática com êxito desta variante de pesca é a pesca de praia nocturna. De salientar que apenas o sargo se pode capturar em pleno dia, as restantes espécies apenas se capturam à noite, com a excepção do robalo que pode ser capturado ao nascer do sol (altura coincidente com o abandono da zona de falésia, que coincide com a zona de caça e alimentação para zona de abrigo) e ao por do sol (altura coincidente com a aproximação deste predador de terra para se alimentar durante a noite).
Nota: É claro que quando se legisla tenta-se sempre ir pelo lado do "espírito da coisa" esquecendo-se por vezes do mais importante que é o condicionalismo a que a "coisa" já está sujeita atendendo a inúmeros factores que um Licenciado/Master of Laws deverá ter em atenção, mas unicamente isso esquecendo-se do outro lado que é o espírito pratico da coisa...

Leis, portarias, condicionalismos, lacunas, proibições que atropelam a própria Constituição da República Portuguesa está o inferno cheio...

Old School


No passado domingo, foi tempo de uma jornada com o Pedro Cortes, já desde Abril que não pescávamos juntos ao sargo, o vídeo Pesca ao Sargo: O outro lado é relativo a esse dia.


Foi o regresso a um local que nos deu em tempos grandes alegrias, mas desta vez resolvemos tentar novos spots bem perto do Hot Spot.


O resultado foi bastante satisfatório, embora de 1/3 do peixe capturado (nº de exemplares) fosse devolvido pelo reduzido tamanho de alguns, embora a grande parte já entrassem dentro das medidas mínimas estabelecidas por lei, resolvemos deita-los à água para tomarem mais umas gramas de futuro.


Em média fazíamos três/quatro capturas e aproveitávamos um exemplar, mas como numa pequena área fizemos três pesqueiros conseguimos fazer uma boa jornada num pouco aquando a maré ainda tinha uma cota razoável, pois encontrava-se no baixa mar.


Como sempre a sardinha e o camarão foram os iscos de selecção, embora o Pedro tenha utilizado mais o camarão, as minhas iscas andaram na ordem dos 80% de sardinha, pois o peixe anda a comer muito bem sardinha nesta altura.


Por ultimo já no Hot spot, que desta vez nada teve de Hot, pois muito peixe miúdo, muito mesmo, era jogar um pouco de engodo para a água e não demorava mesmo nada a aparecerem ás dezenas...


Como já tínhamos a pesca feita e era domingo, resolvemos ir almoçar com a família, com um dia de pesca salutar entre amigos, mas para além das capturas efectuadas, foram muitos exemplares libertados.


Esquerda peixe do Pedro, direita o meu.

Sessão informativa da APPSA

Por motivos alheios à APPSA, a presença do Comandante Mourinha vai ficar adiada para uma outra sessão a combinar.

Assim, no sábado, 4 de Dezembro, a sessão será informativa sobre a actividade da APPSA durante o ano de 2010 e servirá para prestar qualquer esclarecimento solicitado por sócio ou não sócio.

Aproveita-se para esclarecer desde já, que todas as sessões informativas da APPSA, bem como as tertúlias que vem organizando, têm sido abertas a sócios e não sócios. Não há por isso qualquer novidade em mais esta abertura, agora anunciada.

O que tem sido reservado, como se bem entende, são as assembleias-gerais; aqui, como em todo o mundo, as assembleias-gerais das associações, são esclusivamente destinadas aos respectivos associados.

Dada a informação, a APPSA espera que a comunidade esteja bem representada na sessão de amanhã.

Fonte: APPSA

Fórum Aberto de esclarecimento: Legislação de Pesca Submarina


A APPSA vai realizar no dia 4 de Dezembro pelas 10:00 horas no Auditório do Pavilhão do Alto do Moinho em Corroios (Margem Sul), um Fórum Aberto de esclarecimento, com o tema "Legislação de Pesca Submarina".

O evento conta com a presença oficial do maior especialista nacional nesta área, o Capitão-Tenente António Mourinha.
Serão abordados vários assuntos relativos à legislação e à posição da Marinha face ao actual panorama.
O principal trunfo deste fórum é ser um local onde se podem esclarecer todas as situações dúbias da lei e obter de fonte fidedigna a informação real de como esta se aplica. Como é sabido têm surgido várias interpretações de certos artigos que causam receios no exercício desta actividade, por a regulamentação estar dividida em vários decretos e portarias.

Desta vez poderão ser discutidas, questionadas e garantidas as respostas por uma entidade do Gabinete do Estado-Maior da Armada.

Fonte: APPSA

Nasa descobre nova forma de vida

Horas antes de sua conferência especial de notícias de hoje: A NASA descobriu uma forma de vida completamente nova que não compartilha os blocos de construção biológicos de qualquer coisa que actualmente vivem no planeta terra. Isso muda tudo. Em sua conferência de hoje, a cientista da NASA Felisa Wolfe-Simon irá anunciar que encontraram uma bactéria cujo DNA é completamente alheio a que conhecemos hoje. Em vez de fósforo, as bactérias usam arsénio. Toda a vida na terra é constituída por seis componentes: carbono, hidrogénio, nitrogénio, oxigénio, fósforo e enxofre. Cada ser, desde a ameba menor até à maior baleia, compartilham o mesmo fluxo de vida. Os nossos blocos de DNA são todos iguais. Mas não este. Este é completamente diferente.

Descoberto no lago venenoso Mono Lake, Califórnia, esta bactéria é feita de arsénio, algo que foi pensado ser completamente impossível. Enquanto ela e outros cientistas teorizou que este poderia ser possível, esta é a primeira descoberta. As implicações desta descoberta são enormes, a nossa compreensão da própria vida e a possibilidade de encontrar seres de outros planetas que não tem que ser como o planeta terra. Não foram divulgados detalhes sobre a origem ou natureza desta nova forma de vida. Vamos conhecer mais hoje as 2 pm EST, mas, enquanto essa vida ainda não foi encontrada em outro planeta, esta descoberta, de facto, mudar tudo o que sabemos sobre a biologia. Eu não sei sobre você, mas eu não fui tão animado sobre uma bactéria desde meus testes STD veio de trás limpos. E isso sem contar o anúncio de ontem sobre a descoberta de um grande número de estrelas anãs vermelhas, que podem abrigar trilhões de terras.

Could the Mono Lake arsenic prove there is a shadow biosphere?


Mono Lake Web Cam

Mono Lake 360º Panoramic

Fonte: Gizmodo Times

SPINNING AOS ROBALOS



Fonte: Barrosfishing

6º sentido

Vertical rock fishing

Furnas

Pesca em altura

O guincho

Vertigem "Is not allowed"

Pesqueiros

Informação

Este espaço será encerrado no final de 2010.

Perto e bom caminho


Sábado, mais uma jornada de pesca de fim de semana, desta vez perto e bom caminho, após sair de casa em 15 minutos estava no pesqueiro.

Apesar das previsões nada animadores, tenho de ter consciência que estamos no Inverno, época de tempo frio, vento, chuva, mares alterados, etc.

O vento era muito, embora o mar estivesse um pouco parado e no sentido descendente de maré, após olhar para ele rumei para um pesqueiro que já não frequentava à mais de dois anos.

Com o fato de caça submarina 7 mm vestido o frio nem se notava, as primeiras sardinhas caiam na água originando cerca de 15/20 capturas, onde apenas foram mantidos 2 exemplares, muito peixe miúdo foi devolvido, apesar do anzol ser o 2/0 (mais selectivo) continua a fazer capturas mais pequenas, terei de aumentar para o 3/0???


Após o mar me dar condições para atacar uma corrente oxigenada com forte movimento hidrodinâmico, pensei e não me enganei, era o local ideal para dar uns bons exemplares e assim foi, ressalta-me à memória que perdi dois bons exemplares que se soltaram após a ferragem.

As capturas foram sucedendo, assim como as devoluções à água, em maior número que as capturas, até que o local deixou de dar peixe pela descida da maré.


Estava na hora de mudar de local, mas como estava perto de outro grande spot que me deu em tempos grandes alegrias, perto do local onde foram capturados os sargos da semana passada, lá meti tudo no saco, peixe, sardinhas, camarões e a pequena bolsa com os anzóis, bóias, fio e chumbos, saco às costas e rumo ao spot, água pela cintura e peito e ainda tive de nadar uns 5 metros.

Chegando lá, só tenho pena de não ter registado o momento em vídeo, após engodar com apenas duas sardinhas, aquilo parecia o oceanário, repleto de sargos e tainhas (sargos pequenos infelizmente) mas ainda consegui capturar uns 10 de porte bem acima do tamanho mínimo.


Com a maré quase baixa, apesar das marés mortas, ainda me deixou saltar para um local que normalmente consigo colocar os sargos em um palmo de água, e assim fiz, embora tenha capturados bastantes mais de metade foram devolvidos pois apesar de terem o tamanho mínimo não os retive.

De salientar uma particularidade de um exemplar devolvido ao mar com umas 700 gramas, pois apresentava uma cicatriz de um tiro de caça submarina, ainda sem pele, mas com o tecido perfeitamente composto e já sem o furo, é fantástico como os peixes tem a capacidade de se regenerarem a nível celular num ambiente tão hostil.


O resultado das capturas desta jornada foi este, a técnica foi o engano/chumbadinha, com engodo ao belisco 6 kg para dois pesqueiros e aproximadamente 600 gramas de camarão.

A cana foi a minha eleita para esta pesca a Titanus Power Strike by Mário Barros, sendo o carreto o Regal da Vega.

Mar do Norte / Estuário do Sado

Dois vídeos que acho preocupantes um Internacional e outro Nacional, quer um quer outro, tem como tema de fundo as más politicas ambientais e sustentáveis, quer um quer outro tem como principal atentado o meio ambiente, a fauna e a flora.

Deixo referencia as fontes dos locais onde constatei os mesmos.

Internacional: Metade de todo o peixe capturado no Mar do Norte é devolvido borda fora morto




Fonte: fishfight robalosnaalma

Nacional: Estuário do Rio Sado - Atrocidades



Fonte: Pesca tuga

As imagens falam por si...