Flake Green 170 - 2º teste - 2ª captura


Na passada semana antes do mar se tornar mais revolto resolvi fazer mais um teste às recentes aquisições, embora só tenha utilizado a Rapala - Max Rap - Flake Green com resultado deste exemplar, embora o mar apresentasse condições favoráveis, a inexistência de peixe foi o factor mais predominante.










Uma particularidade, foi ferrado com ausência de luz.

Fundo: Misto
Maré: Baixa-mar
Multifilamento: Fireline Cristal 0,17 mm
Cana: Vega - Predador 3.30
Carreto:Tica - Splendor SJ 3000
Artificial:
Rapala - Max Rap - Flake Green 170

Algumas imagens do documentário da Disney Nature: Oceans
























































































Ao aceder à imagem ficará com resolução de 1.600px × 1.062px (reduzido para 1.241px × 824px).

Fonte:
stitchkingdom

Pescadores japoneses vão continuar a matar golfinhos em Taiji


Uma reunião entre pescadores japoneses e ambientalistas acabou sem consensos e, por isso, Taiji – que ganhou fama com o documentário de 2009 “A Baía da Vergonha” - vai continuar a matar golfinhos.

Esta foi a primeira vez que as autoridades de Taiji organizaram um encontro com ambientalistas internacionais, críticos à caça aos golfinhos na baía de Taiji, onde os animais são encurralados e mortos com arpões, lembra hoje o jornal “El Mundo”.

A reunião – entre cinco líderes locais, entre eles o autarca Kazutaka Sangen e sindicalistas, e quatro ambientalistas das organizações Sea Shepherd, Fundação Whaleman e World Ocean Fund - já não tinha começado bem, com Richard O’Barry – que participou no documentário – a abandonar as negociações por considerar que tudo era uma “farsa”. O´Barry disse que os organizadores da reunião quebraram a sua promessa ao limitar o acesso aos jornalistas e impossibilitando “um diálogo franco”.

Os activistas defendem que, ainda que estejam conscientes da tradição, há coisas que devem mudar com o tempo. Os locais – de uma população com 3500 habitantes - acreditam que isto faz parte da cultura japonesa, com séculos de história. “Temos a nossa própria cultura. É preciso respeitar as tradições de cada país”, disse o vice-presidente da autarquia, Shinichi Ryono. Scott West, da Sea Shepherd, respondeu: “Compreendo a tradição e a cultura. Mas não é por que uma coisa se faz há muito tempo que ela é justa”.

Todos os anos, de Setembro a Abril, são mortos na baía de Taiji dois mil golfinhos. Alguma da carne é consumida localmente, ainda que alguns animais sejam mantidos vivos para serem vendidos a aquários de outros países.

Fonte: Publico

Costa: Enchimento de praias no Algarve custa mais de 12 milhões de euros

Praias recuam 2 metros

As arribas arenosas do Algarve recuam, em média, 1,4 metros por ano, segundo um relatório sobre a Gestão do Litoral da Administração da Região Hidrográfica do Algarve (ARH-A). Está em causa um dos troços mais turísticos da região, entre Olhos d’Água (Albufeira) e Garrão (Loulé), que inclui Vale do Lobo. Os especialistas constataram que o Trafal registou um recuo médio anual de 84 centímetros, enquanto o Forte Novo atingiu 2,27 metros. No País, só existe uma erosão semelhante: em Pinheiro da Cruz (Grândola).

Para tentar minorar o problema, as praias mais afectadas vão ser alvo da maior operação de alimentação artificial já realizada no País: 8,6 milhões de euros para encher cinco quilómetros de praia, num total de 1,2 milhões de metros cúbicos de areia dragada do mar. O areal irá aumentar 40 metros de largura. Cinco praias de Albufeira, com uma extensão de dois quilómetros, também vão ser enchidas até ao Verão, num custo de quatro milhões de euros.

O Litoral algarvio de arribas arenosas não apresenta uma taxa de recuo homogénea. Em declarações ao CM, Alveirinho Dias, investigador da Faculdade de Ciências do Mar e do Ambiente da Universidade do Algarve e especialista em erosão costeira, refere que "entre Olhos d’Água e Vilamoura recua menos devido à protecção de molhes", verificando-se o maior impacto na zona entre Forte Novo e Garrão. Num estudo elaborado pelos investigadores Sérgio Oliveira, João Catalão, Célia Sousa e Alveirinho Dias é referido que "a faixa costeira entre Forte Novo e Garrão, a oriente de Quarteira, é um bom exemplo de um litoral de arribas sujeito a acentuada erosão", ampliada "pela construção de estruturas rígidas (molhes de entrada da Marina de Vilamoura e campo de esporões de Quarteira".

PRIVADOS PAGAM 70 POR CENTO

O concurso público da obra de enchimento das praias de Loulé foi lançado em Setembro. O investimento, de 8,6 milhões de euros,é suportado em 70 por cento pelo grupo Vale do Lobo, cabendo os restantes 30 por cento ao Estado.O prazo de execução da empreitada é de 182 dias, devendo estar concluída antes do pico do Verão de 2010. A praia de D. Ana, em Lagos, é outra das praias sujeitas a recarga de areia.

ARRIBAS ROCHOSAS SÃO RISCO

A praia Maria Luísa (Albufeira), onde morreram cinco pessoas no dia 21 de Agosto, tem arribas consideradas rochosas, características da zona mais barlaventina do Algarve. Neste tipo de formações, segundo o relatório sobre o acidente da Administração da Região Hidrográfica do Algarve (ARH-A), "as taxas médias de recuo não têm utilidade na avaliação do risco", dado que a sua evolução se "processa por uma sequência de movimentos de massa descontínua no espaço e no tempo". Segundo a ARH-A, nos últimos 14 anos registaram-se, em média, 14 movimentos por ano de massa nas arribas do Barlavento, dos quais cerca de metade têm largura maior ou igual a um metro.

"A SOLUÇÃO NÃO É DESTRUIR"

"Todas as arribas são perigosas, quer sejam rochosas ou não-consolidadas.A solução não passa por destruir este património, mas sim por responsabilizar os cidadãos", defende Alveirinho Dias, investigador da Faculdade de Ciências do Mar e do Ambiente da Universidade do Algarve. Nas zonas de praias concessionadas deverão ser feitas intervenções pontuais quando existir risco para os utentes, mas em zonas não-concessionadas "o cidadão deve estar por sua conta e risco", considera o especialista em erosão costeira.

QUEDAS SÃO IMPREVISÍVEIS

O tipo de ocorrência verificado na Maria Luísa "tem nível de previsibilidade muito baixo", não existindo "capacidade de prever quer a data da ocorrência, quer o local onde poderá ocorrer um fenómeno desta natureza, cujo nível de previsão é idêntico ao dos sismos". Segundo a ARH-A, a faixa de risco para o mar (espaço que deve ser guardado como distância de segurança) corresponde a uma vez e meia a altura da arriba – no caso de ser rochosa – e a um espaço igual ao da altura da arriba, se for arenosa.

DISCURSO DIRECTO

"NÍVEL DO MAR PODE SUBIR UM METRO": Filipe Duarte Santos Professor de Física na Univ. Lisboa

Correio da Manhã – Que risco representa o recuo das arribas arenosas no Algarve?

Filipe Duarte Santos – No Algarve existem diferentes tipos de arribas. As da costa sul são mais instáveis. Já as da costa oeste são mais resistentes. Mas é um facto que as arribas estão a recuar. É necessário monitorizá-las e demolir as que apresentam perigo.

– Em que zona costeira do País a situação é mais preocupante?

– Existem zonas mais vulneráveis do que outras. Se partirmos do Norte, a zona desde a Cortegaça atéà Barra de Aveiro tem um recuo da costa muito pronunciado. Assim como a zona desde a praia do Ancão até à foz do Guadiana, no Algarve.

– Porquê?

– A subida do nível do mar é um dos factores. No século passado, o nível do mar subiu cerca de 15 cm em Portugal. Actualmente sobe 3,5 mm por ano. Se este ritmo se mantivesse, subiria 35 cm neste século, mas a verdade é que está a aumentar. Até ao final do século calcula-se que o nível do mar possa subir 1 metro.

SAIBA MAIS

CUSTO DA SINALIZAÇÃO

A colocação de placas a alertar para os riscos das arribas custa um a dois euros por metro linear. As placas têm um tempo de vida de dois anos.

25 euros é o preço máximo por metro de rede a isolar zona de risco e dura de 5 a 10 anos.

300 euros é o custo máximo de desmonte de arribas, como o realizado na praia Maria Luísa, e reduzo risco por 10 a 50 anos.

COLOCAÇÃO DE AREIAS

A alimentação artificial atinge os 500 euros por metro e dura entre cinco e dez anos. A contenção das arriba custa cinco mil euros e tem uma ‘garantia’ de 25 a 50 anos.

NOTAS

CAPARICA: 22 MILHÕES DE EUROS

O reforço dos espigões e a alimentação artificial com areia das dunas da Costa de Caparica envolvem uma obra de 22 milhões de euros, que ficará pronta no próximo ano

VIGILÂNCIA: ARRIBAS DO OESTE

O Instituto da Água tem a trabalhar uma equipa de vigilância das arribas situadas no troço doLitoral entre a praia de São Pedro de Moel (Marinha Grande) e o limite sul do concelho de Mafra

LITORAL: 300 MILHÕES DE EUROS

O ministro do Ambiente, Francisco Nunes Correia, disponibilizou 300 milhões de euros para protecção da zona litoral dos distritos de Aveiro, Faro, Braga e Viana do Castelo

ANPLED - COMUNICADO DE IMPRENSA

Ao abrigo do Programa Operacional Espaço Atlântico, a ANPLED (Associação Nacional de Pescadores Lúdicos e Desportivos) apresentou candidatura ao projecto FISH-NET, tendo sido seleccionada com mais quatro entidades Europeias ligadas à actividade da Pesca Lúdica.

O Projecto FISH-NET tem carácter transnacional e tem como objectivos o enquadramento e promoção da pesca recreativa, nos Países e regiões das entidades envolvidas.

O valor estimado para concretização do projecto FISH-NET é de cerca de 2.000.000€, repartidos pelas cinco entidades seleccionadas e conta com o financiamento de 65% desse valor, por parte da Comunidade Europeia.

São parceiros Europeus da Anpled:

Reino Unido: Conwy County Council (in partnership with GwyneddCounty Council & Countryside Council for Wales), Causeway Coast & Glens Heritage Trust, Eden Rivers Trust

Irlanda: Inland Fisheries Ireland, Kildare County Council

França: Fédération de pêche des Pyrénées Atlantiques, Fédération de pêche du Morbihan

Espanha: Diputación Provincial de A Coruna, Fundación Padeia Galiza

A candidatura da Anpled, foi apresentada tendo como linhas mestras a investigação cientifica, a formação de jovens praticantes e a interacção com os pescadores lúdicos e outros cidadãos, com o objectivo de implementar melhores práticas de pesca e a co-responsabilização dos usuários e gestores dos recursos marinhos, por forma a que tais práticas contribuam para uma melhor gestão, protecção e conservação dos mesmos.

A intervenção ao abrigo do referido programa, abrangerá toda a área do PNSACV (Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina).

Para levar a efeito o programa FISH-NET, a Anpled conta com a colaboração das Universidades de Évora e Algarve, tendo já solicitado o agendamento de reuniões aos responsáveis por todas as Câmaras Municipais da área envolvente do PNSACV e à Secretaria de Estado do Ambiente, estando a aguardar resposta a tais solicitações.

ANPLED - Associação Nacional de Pescadores Lúdicos e Desportivos

Fonte: ANPLED

"Oceans" by Disney Nature


Sinopse: Oceanos (Oceans) é um documentário épico produzido pela Disney Nature.

Aproximadamente três quartos da superfície terrestre são cobertos por água, e o filme explora as histórias e mistérios que neles se escondem.

Os directores mergulharam fundo nas águas que sustentam a vida humana, explorando o esplendor e as duras realidades das criaturas marinhas, filmadas com a mais avançada tecnologia de captação de imagens subaquáticas.




A vida submarina como nunca foi filmada, como nunca ninguém a tinha visto...


Fonte: DisneyNature

Atlantic Spade Fish: O Combatente


Familia Ephippidae, SPADEFISHES Chaetodipterus faber

Ver Video: Spade Fish

Descrição:

- Prateado
- Com 4-6 faixas verticais pretas de cada lado, que às vezes se tornam obscuras em exemplares maiores
- De corpo achatado
- Duas barbatanas nadadoras alongadas separadas da barbatana anal (são estas três barbatanas que em conjunto proporcionam a potencia nadatória a este exemplar)

Peixes semelhantes: Não há semelhanças, mas com frequência e equivocadamente são chamados de Angelfish.

Onde encontrados:

- Próximos da costa em recifes naturais e artificiais, especialmente perto de marcadores de navegação costeira entre os 4,5 m a 6 m de profundidade
- Tamanho normal de capturas 1 kg, conhecido por chegar aos 6/7 kg.

Observações:

- Desova na primavera/verão, viaja em grandes cardumes.
- Pequenos juvenis são quase totalmente pretos
- É conhecido por "derivar" em seus lados imitando detritos flutuantes
- Alimenta-se de crustáceos e pequenos invertebrados
- Pode alimentar-se dos tentáculos da água-viva sem problemas

Fonte:
Indian-river.fl.us
Online converter
Wfn.tv

Spinning e novo trio maravilha


Após a jornada de fim de semana da praxe, coincidido com o primeiro contacto com a Max-Rap 17 e a suas primeiras impressões na água são boas, um artificial que lança bastante e trabalha bem, consegui fazer uma captura de um exemplar que deveria ter também os 17 cm pois não era maior que a Max-Rap.

Após bater uma larga zona consegui fazer o exemplar de honra com a artificial Flash Minnow MR 130 da Lucky Crafth "Painting by" amigo Filipe Pais.


Este é o novo trio de aquisição para completar a actual equipa:


Rapala: Max Rap - Flake Green
Lucky Crafth: Flash Minnow MR 130 - Ancovy Venus
Lucky Crafth: Flash Minnow MR 130 - MJ Herring

Fundo: Misto
Maré: Baixa-mar
Multifilamento: Fireline Cristal 0,17 mm
Cana: Vega - Predador 3.30
Carreto:Tica - Splendor SJ 3000
Artificial:
Lucky Crafth: Flash Minnow MR 130 - By Filipe Pais

Tunning Zone



Tendo uma Saltiga no estaleiro que praticava já o nudismo (falta de cor), resolvi dedicar-me ao "tunning", procedendo a uma invenção entre o "red head" e o castanho translucido com umas pintas a imitar a sardinha, veremos se este artificial dará algum fruto nas próximas jornadas que por ai virão...

Lontra vestigios





Numa jornada de spinning, detectei pegadas que muito provavelmente correspondem com as da lontra, identifica-se cinco dedos claramente, a lontra acenta a pata por completo no solo, detectando-se também a base de sustentação conforme demonstra a foto o que se designa por plantiguadia.


O rasto da vegetação e entrada no areal de uma praia, muito provavelmente em busca de alimento, situação que se verificou durante a noite uma vez que a maré se encontrava em baixa mar ao romper do dia.


A lontra é um animal mamífero da sub-família Lutrinae, pertencente à ordem carnívora e à família dos mustelídeos.

Vive na Europa, Ásia, África, porção sul da América do Norte e ao longo de toda a América do Sul, incluindo o Brasil e a Argentina.

Seu habitat é no litoral ou próximo aos rios onde busca alimentos como peixes, crustáceos, répteis e menos frequentemente aves e pequenos mamíferos.

Geralmente a lontra tem hábitos nocturnos, dormindo de dia na margem do rio e acordando de noite para buscar alimento.

Os grupos sociais são formados pelas fêmeas e seus filhotes, os machos não vivem em grupos e só se junta a uma fêmea na época de acasalamento.

O período de gestação da lontra é de cerca de 2 meses e ao fim nascem de 1 a 5 filhotes.

A lontra adulta mede de 55 a 120 centímetros de comprimento (incluindo a cauda) e pesa até 35 quilos.

Embora sua carne não seja comercializada em larga escala a lontra faz parte da lista de animais ameaçados de extinção principalmente pelo alto valor da sua pele e pela depredação dos ecossistemas aos quais a lontra está adaptada.

Esse animal possui uma pelagem com duas camadas, uma externa e impermeável e outra interna usada para o isolamento térmico.

O corpo por sua vez é hidrodinâmico, preparado para nadar em alta velocidade.

A lontra é capaz de assobiar, chiar e guinchar.

Pode ficar submersa durante 6 minutos e ao nadar pode alcançar a velocidade de 12 km/h.

Fonte: Nicola Bianchi

+ info: SIC Costa Sudoeste Lutra lutra

Fonte: Wikipédia

BIOMARES – Parque Marinho Professor Luiz Saldanha

Parque Marinho Professor Luiz Saldanha é já um caso de sucesso!

Amanha, dia 14 de Outubro 2010, o Parque Marinho Professor Luiz Saldanha festeja 12 anos de existência com uma boa notícia! Já há indícios de recuperação da fauna marinha nesta região costeira.


Os resultados da monitorização da pesca experimental realizada no âmbito do Projecto Biomares, mostra que há maiores capturas nas zonas de protecção parcial e total comparativamente com a zona de protecção complementar. Além disso, para o último ano de 2010, já se observou um considerável aumento de biomassa capturada nas áreas com o estatuto de protecção parcial e total. É de realçar que não é comum observarem-se resultados do efeito de protecção em áreas marinhas ao fim de tão poucos anos e neste sentido, o Parque Marinho Professor Luiz Saldanha é já um caso de sucesso.


A pesca experimental é uma das tarefas principais do Projecto Biomares. Consiste em simular uma pesca comercial, ou seja, é realizada a pesca com rede de tresmalho, as espécies são identificadas, medidas, pesadas e devolvidas ao mar.

Esta tarefa teve início em 2007 e ao fim de três anos os resultados desta tarefa de monitorização ambiental já mostram que as espécies do Parque Marinho estão a responder bem à regulamentação adoptada.

Alguns grupos de espécies parecem beneficiar da protecção mais que outros, em grande parte por apresentarem hábitos mais sedentários e/ou fidelidade ao território. É o caso de das raias. Este grupo aparenta já estar a beneficiar das medidas de protecção do parque marinho, e para estes peixes, qualquer indício de recuperação é importante, pois têm-se observado preocupantes declínios nas populações mundiais nas últimas décadas. As raias, tubarões e cações que também mostram uma boa recuperação no Parque Marinho são particularmente vulneráveis à sobrepesca, uma vez que têm crescimento lento e baixas taxas de reprodução. É portanto uma boa notícia saber que encontram no parque marinho um refúgio para recuperar a população!

As espécies de raias que ocorrem na zona do parque marinho com maior frequência (raia-lenga Raja clavata, raia-riscada R. undulata, raia-branca Rostroraja alba) são alvo da pesca com redes dado o seu valor comercial. Os resultados da pesca experimental revelam que estas raias estão a beneficiar das áreas de protecção parcial e total, além de mostrarem tendência de aumento em todo o parque marinho, o que é um sinal do potencial que as medidas de protecção têm de influenciar positivamente inclusive as áreas onde ocorre mais pesca.


Estes resultados indicam que as medidas de protecção implementadas no Parque Marinho estão a contribuir para o desenvolvimento de uma pesca sustentável, um legado importante para as gerações vindouras.

Contactos:

ICNB (Gabinete de Apoio à Presidência): T: 213 507 900, icnb@icnb.pt

CCMAR-Biomares (Dra.Alexandra Cunha) T: 289 800 051, acunha@ualg.pt

Fonte: PONG e Biomares