Petrobrás explora mar alentejano


A Petrobras comprou 50% do consórcio da Galp para a exploração de petróleo na bacia do Alentejo, onde já foram feitos alguns estudos sísmicos. Ao adquirir à britânica Tullow Oil a posição de líder do consórcio no Alentejo, a Petrobras reforça a ligação à Galp, com quem já partilha os investimentos na bacia petrolífera de Peniche.

A estatal brasileira Petrobras está em negociações para comprar à Tullow Oil a posição de 50% nos blocos offshore de exploração de petróleo em Portugal.


O governo português assinou um acordo com a Petrobrás Internacional Braspetro BV, com vista à exploração de petróleo nas águas profundas ao largo da costa alentejana, noticiou o jornal «O Globo», na passada segunda-feira, na sua edição on-line.
Os blocos de extracção, denominados «Gamba», «Lavagante» e «Santola» são comparticipados em 50% pela petrolífera brasileira e pela Galp e abrangem uma área de 9 mil quilómetros quadrados no Atlântico, com a profundidade a poder ir dos 200 aos três mil metros.
A britânica Tullow Oil e a Partex eram os detentores de 90% do consórcio, e a Galp do restante. Neste realinhamento accionista, informa o «Jornal de Negócios» (JN), a petrolífera portuguesa adquiriu mais 40% e os brasileiros ficaram com o restante. Ainda segundo o JN, o acordo com o Estado português para a exploração petrolífera foi assinado na última sexta-feira.
Lembre-se que já foram efectuados estudos sísmicos no mar ao largo do Alentejo e que a Petrobrás já partilha investimentos com a Galp em outras explorações, nos mares de Peniche.
Entretanto, em notícia divulgada pela Lusa na terça-‑feira, 3 de Maio, foi tornado público que a administração da Petrobrás aprovou a «constituição das empresas que implementarão o projecto de produção de biodisel em Portugal». A notícia não especifica em que região do País será implantado o projecto.
O comunicado da empresa brasileira acrescenta que em 2015 a produção prevista será de 250 mil toneladas por ano e que se destinará ao mercado europeu «com prioridade» para a Península Ibérica. O investimento a efectuar é de 180 milhões de euros.
Biodiesel no Alentejo? A ver vamos.

Petrobras vai explorar blocos na Bacia do Alentejo, em Portugal

SÃO PAULO - A Petrobras firmou com o governo de Portugal, por meio de sua subsidiária Petrobras International Braspetro BV, acordo para a exploração de petróleo em águas profundas na Bacia do Alentejo.

A Petrobras terá uma participação de 50% nos blocos de Gamba, Lavagante e Santola, e será a operadora dos três blocos. A região compreende uma área de aproximadamente 9 mil quilômetros quadrados, em profundidade de água de 200 metros até 3 mil metros.

"Estes novos projetos somam-se a outros quatro blocos já operados pela Petrobras na costa marítima de Portugal, em parceria com a Galp e Partex e localizados na Bacia de Peniche", diz a companhia em comunicado ao mercado.


Fontes: Consultar hiperligações

6º Sentido

Portinho de pesca quase deserto

Wake up, please!

Costa sul Sagres

Zona de Protecção Total para a Pesca lúdica

E sai sargalhão Ciríco

Mar de Mármore

Lage(inha)

Que Pedra é essa?...

Ultima pesca ao Spinning Abril


No inicio de Abril, aproveitando as ferias do Pedro Cortes, lá combinamos para uma jornada de spinning.

O inicio foi apontado a um local onde ele tinha capturado um exemplar dois dias antes, mas o mar nada ordeiro não facilitava o trabalhar das artificiais, muito menos aproveitar a aproximação da linha de água para o lançamento mais distante.

Após o romper do dia, a considerável vazante e nenhum toque, resolvemos mudar de local, apesar de neste local inicial haver bastante movimentação de areia.

Ao mudarmos de local, os lançamentos iniciais não surtiram grande resultado, o que nos levou a começar a avançar mar a dentro e ai começarmos a fazer algumas capturas.


O Pedro, capturou este belo exemplar, o maior da jornada, após uma analise de um local com bastante afluência de corrente e fundo, , e mais quatro.


Os meus exemplares ficaram rendidos à Bakuba - Code Name 57, já os do Pedro Cortes preferiram a Lucky Craft.

Ainda foram libertados dois exemplares por mim e três pelo Pedro, pelo tamanho reduzido.

Já passou um mês que não faço uma jornada de mar, infelizmente outras prioridades falam mais alto, mas talvez para o fim deste mês volte aos contactos com o mar.

Valeu o dia Pedro, a experiência e a aventura por mares nunca dantes "spinados", pelo menos para nós naquele local...

Gosto bastante daquele tipo de mares e do spinning nas ondas, com água até ao pescoço, muito desgastante fisicamente, mas o material é que sofre...

Ultima pesca ao sargo Abril


Sem tempo uma jornada de pesca, recordo a ultima jornada que fiz, em Abril, já lá vai um mês, com o meu amigo Pedro Cortes.

Com um mar com excelentes condições, mas com previsões de vento de moderado, o que aconteceu logo após o inicio do preia-mar, lá iniciamos uma jornada, depois de termos tentado em vão uma investida de spinning logo pela manha.


As técnica ando única e exclusivamente em torno da bóia, após uma previa engodagem, começaram a suceder-se os toques e ferragens de alguns sargos de médio porte, ambos perdemos dois bons exemplares que se soltaram passado pouco tempo da ferragem.



Engodei novamente e continuaram os toques, infelizmente foram capturados inúmeros juvenis abaixo e dentro da medida mínima permitida, os quais foram imediatamente devolvidos ao seu ambiente natural.

As capturas iam surjindo conforme a maré subia, não eram muito frequentes, dado o tamanho dos exemplares que estavam no pesqueiro, mas o resultado final foi positivo.

Alguns sargotes para mim e para o Pedro, que já deram umas boas refeições.

Porta-contentores gigante em Sines

MSC SOLA - Panama

Atracou ontem no Porto de Sines um dos maiores porta-contentores do mundo.

Chama-se MSC Sola, mede 363 metros de comprimento, tem uma capacidade de de 11.700 TEU's (medida padrão para um contentor de 20 pés) e 45m de largura.

A capacidade de carga é de 131.771 toneladas. Exige um calado de 15 metros, ou seja, é a profundidade que precisa para poder atracar. De acordo com a administração do Porto de Sines, este é o único porto português com capacidade para o receber.

A escala deste navio no terminal de contentores de Sines "é um testemunho das excelentes características deste porto, o único porto de águas profundas do país, especialmente vocacionado para a recepção dos grandes megacarriers", notam ainda os responsáveis do Porto de Sines.

O MSC sola atracou pela última vez em Singapura e Sines é o primeiro porto europeu onde faz escala daqui segue para Le Havre, em França.

Principais caracteristicas deste Porto

O Porto de Sines é um porto de águas profundas, líder nacional na quantidade de mercadorias movimentadas e apresenta condições naturais ímpares na costa portuguesa para acolher todos os tipos de navios. Dotado de modernos terminais especializados, pode movimentar os diferentes tipos de mercadorias, está aberto ao mar e conta com excelentes acessibilidades marítimas sem constrangimentos.

É o principal porto na fachada ibero-atlântica, cujas características geo-físicas têm contribuído para a sua consolidação como activo estratégico nacional, sendo, por um lado, a principal porta de abastecimento energético do país (petróleo e derivados, carvão e gás natural) e, por outro, posiciona-se já como um importante porto de carga geral/contentorizada com elevado potencial de crescimento para ser uma referência ibérica, europeia e mundial.

Fonte: APS

O Estado do mar

A fim definir o estado do mar, que nos permita ou condicione um acesso ao mesmo de forma a que tenhamos condições plenas de segurança e de pratica de uma determinada modalidade, teremos de conhece-lo minimamente, o vento, a força e período da vaga, a forma como bate na pedra, as riscas limítrofes à falésia, a época do ano, a lua, as marés, previsões meteorológicas, trovoadas, etc, são sinais que nos permitirão avaliar-lo minimamente, e dar-nos com efectiva eficácia o seu estado anterior (dia anterior), presente (dia actual) e futuro (dia seguinte).

Também, depende muito das circunstâncias locais, geomorfologicas, sejam elas arrifes de pedra submersos, bancos de areia, fundões, canais de escoamento de correntes, etc.

Por exemplo, na faixa sul do pais, existe menor probabilidade de ocorrerem mares mais fortes, com excepção no período de inverno, do que em comparação com a costa litoral do pais, mais exposta a ventos dominantes de Noroeste, Oeste e Sudoeste e a consequente erosão.

O choque da corrente mais quente do mediterrâneo com a mais fria do Atlântico também poderão se reflectir nas condições meteorológicas, já que as grandes correntes marítimas influenciam o clima, aumentando ou diminuindo a temperatura costeira, e as precipitações.

Correntes marítimas podem ser consideradas como verdadeiros rios de água salgada e constituem um dos três principais tipos de movimentos oceânicos, juntamente com as ondas e as marés, para além da regulação da temperatura dos oceanos, são também a via rápida da vida submarina, microrganismos, e variadíssimas espécies apanham “boleia” nesta via.

Podem aparecer tanto junto aos litorais costeiros como em pleno oceano, podendo ser pequenas e locais, de interesse apenas para uma área restrita, ou de grandes proporções, capazes de estabelecer troços de água entre pontos distantes, podem ainda ser de superfície ou de profundidade.

Neste último caso, a sua trajectória é vertical, horizontal e, em certos casos, oblíqua.

Como possuem salinidade, temperatura, densidade e, às vezes, até cor características, podem ser individualizadas, a sua velocidade e direcção, podem variar durante o ano.

Para definir o estado do mar deve ter-se em atenção as seguintes definições, segundo a escala de BEAUFORT (vento) e escala DOUGLAS (mar), correspondente:

Aceder à imagem para maior definição

Acção das condições meteorológicas

As diferenças entre as alturas de mare são originadas por ventos fortes ou de prolongada duração e por pressões atmosféricas muito baixas baixas ou elevadas.

Pressão atmosférica: Baixas pressões fazem subir o nível do mar, enquanto que as altas pressões têm um efeito inverso, embora esse nível da água não se ajusta imediatamente às variações da pressão atmosférica, isto é, não existe um efeito imediato. De um modo aproximado, a uma variação de pressão de 10 hectopascal (milibares) corresponde uma variação do nível das águas de 0.09 m. Estas diferenças nas alturas de água raramente ultrapassam valores de 0.3 a 0.4 metros, mas convém ter em atenção que elas se podem sobrepôr aos efeitos de outros fenómenos, como os do vento e das seichas.

Ventos: A acção do vento no nível médio do mar e na altura e hora da maré é muito variável e depende da configuração física da área em questão, sendo que a acção do vento se pode traduzir numa subida do nível do mar no sentido para onde sopra o vento, por exemplo, um vento forte soprando para terra provoca a elevação do nível do mar, sendo alterada a amplitude prevista por exemplo para um mar calmo, similarmente este fenómeno é inversamente proporcional, quando o vento sopra de terra para o mar.

Seichas: Mudanças súbitas das condições meteorológicas, como as provocadas pela passagem de uma depressão cavada ou de uma frente activa, causam oscilações periódicas do nível do mar. Os períodos podem ser de 5 a 30 minutos e a altura das ondas de 5 a 70 centímetros. As Seichas de pequena amplitude são frequentes e a sua acção faz-se sentir com maior incidência nos portos cujas dimensões e forma os tornam mais susceptíveis a oscilações forçadas.

Fonte: Hidrográfico
Convertworld
Meteo
Aprh

É só fumaça


Fonte: Costa a Costa

Nome de Código: Conger conger


Quando observamos esta espécie pela primeira vez, o Conger conger é visto como uma cobra ou serpente muito em particular pelo seu corpo fusiforme, não possui escamas, mas sim uma dura pele coberta por uma substancia lisgosa que segrega para evitar que a sua pele em contacto com a cavidade onde se refugia de dia lhe provoque cortes na pele.

A sua cor negra que esta concentrada no meio centro superior do exemplar é quase imperceptível em fundos de pedra quando visto de cima, toda a restante tonalidade passa do escuro ao cinza e acaba no branco de toda a base do exemplar (maxilar inferior, barbatanas dorsais e ventre.

Uma das suas características principais é a força potenciada pela forte musculatura de tudo o corpo embora na cauda esteja também concentrada grande parte dessa força, por exemplo na pesca à linha de costa, quando se ferra um exemplar e o mesmo tem a possibilidade de prender a cauda num buraco ou numa fenda é complicado "arranca-lo" do fundo, embora na minha humilde opinião possa compara-lo com um "pitt-bull" pela poderosa força que tem nos maxilares.

Qualquer exemplar de bom porte tem a possibilidade de desfazer os ossos da mão com a sua força de dentada, não possui dentição como a moreia ou dourada por exemplo, mas sim uma serrilha uniforme em ambos os maxilares em toda a sua totalidade, aliado a esta arma está o tamanho e abertura da sua boca.

O seu olhar volumoso é marcante também como característica, pois a sua parente fusiforme moreia, em nada se compara com o tamanho dos seus olhos, que podemos compara-los através da mitologia com ciclope duplo o habitante das cavernas, neste caso cavernas sub-aquáticas, fendas, tocas, pedras, que tenham escuridão suficiente para os resguardar da luminosidade do dia. A sua visão permite-lhe caçar em perfeitas condições mesmo que a água esteja escura, apesar de também possuírem um olfacto apuradíssimo que colmata qualquer factor negativo de procura de alimento, vivo ou morto.

Moluscos o pitéu

São notivagos, isto é, significa que seu ambiente é o nocturno, tem a particularidade de a sua gerência de energia estar regulada para uma actividade predominantemente nocturna, vulgarmente conhecida como caça, é quando abandonam as tocas para procurarem alimento, de dia permanecem nas tocas, onde fazem a digestão do alimento capturado à noite, normalmente anda em torno de pequenos peixes, moluscos que engolem por inteiro, similarmente ás víboras, mas também é necrofago porque tem por norma alimentar-se de peixes mortos ou abandonados por outros organismos, tipo abutre dos mares.

Podem viver comunitariamente com abróteas, outros safios e moreias na mesma toca sempre que haja espaço para fixação de outros indivíduos, mas é mais comum encontrar varias comunidades de crustáceos (camarões, navalhezas, bruxas, santolas) que se alimentam dos restos do safio e contribuem para a limpeza da toca, a chamada simbiose.

Como mau nadador que é, muito por culpa do seu tamanho e porte, tenta evitar as correntes fortes.

Distribuição Geográfica

Pode viver em grandes profundidades, apesar de não suportar muito as águas frias.

Estes emigrantes que vão até o mar dos Sargaços, onde uma única fêmea pode conceber mais de seis milhões de ovas para o mar, estas ovas transformam-se larvas quando chegam à superfície do oceano alimentam-se de plâncton, a corrente do golfo distribui as larvas pelo hemisfério norte.

Após o primeiro ano da vida entram em metamorfose que lhes concede particularidades distintas com o aspecto que manterão até que de novo regresse ao lugar que nasceram, (retorno ao mar dos Sargaços), e contribuam para a continuação da espécie.

Nome científico: Conger conger (Linnaeus, 1758)

Um Parque da treta

Criado em 1995, o PNSACV sempre foi considerado pelas populações como um autentico corpo estranho, que só sabe restringir ou proibir, cuja existência nunca contribuiu em nada na melhoria da qualidade de vida das populações.

Depois de 15 anos de "Deus dará", em que tudo foi proibido aos pequenos e tudo foi permitido aos grandes tubarões tipo Roussel, eis que um bando de burocratas do ou a soldo do ICNB resolve parir uma proposta de revisão "mil vezes" pior que a existente.

E o mais grave é que a nova proposta de Plano de Ordenamento foi elaborada sem que a promessa de acompanhamento e monitorização do Parque, visando "uma gestão adequada à salvaguarda dos recursos naturais, com a promoção do desenvolvimento sustentado da região e da qualidade de vida das populações" tivesse sido minimamente cumprida.

Tambem a promessa de actualizações cartográficas que permitissem um conhecimento técnico mais preciso da realidade das explorações existentes na área do Parque, não passou do papel. Se a isto acrescentarmos a inexistência de estudos científicos que fundamentem as decisões tomadas, somos obrigados a concluir que os "ambientocratas" de Lisboa andam a brincar com a vida das pessoas.

Com "amigos" destes, os habitantes da região não precisam de inimigos. E chegados aqui, face às aberrações produzidas, é legitima a interrogação se o objectivo deste novo plano, à semelhança do anterior, não é, exactamente o de pôr todo o mundo contra a ideia de existir um Parque, o que será óptimo para quem vier a seguir tomar conta desta área desprotegida.

O novo ataque a todos aqueles que vivem no Parque é feito em duas grandes direcções.

A primeira, é dirigida contra as actividades tradicionais, nomeadamente as pescas, a agricultura e a pecuária, sacrificadas em forma dos regimes de cultura intensiva, baseados na utilização massiva de adubos químicos e pesticidas, o que num parque que se pretende natural constitui um autentico absurdo. Este ataque é perfeitamente claro e evidente para a imensa maioria dos residentes.

A segunda direcção do ataque tem objectivos menos evidentes à primeira vista. Com efeito, criar uma linha de protecção costeira de 2 km parece ser uma medida visando evitar a betonização do litoral e a sua transformação num novo El Dorado da construção civil. Mas só à primeira vista, porque esta medida é um autentico gato escondido com rabo de fora. Se até 2 km da costa tudo for proibido, só resta às pessoas que lá vivem abandonarem tudo e partirem, deixando o terreno desimpedido para os vampiros que não tardam em chegar.

De que valerão todas as restrições e todas as proibições, só aplicáveis aos pobres deste mundo, face ao rolo compressor dos PIN`s e dos PIN`s Plus, quando estes, depois do pó assentar, decidirem lançar as suas garras sobre esta costa paradisíaca.

Resta-nos a esperança de que as populações, que foram capazes de uma grande mobilização contra as leis anti populares e discriminatórias que regulam a pesca lúdica, voltem a unir-se contra este novo projecto de ordenamento e que os autarcas dos concelhos que integram a área do parque - Odemira, Aljezur e Vila do Bispo, cumpram o prometido, não compactuando com os atentados contra os legítimos interesses das populações e levando até às ultimas consequências a defesa dos mesmos.

Fonte: Costa a Costa

Alianças de Fumo: O campo e a cidade.

Eles não lêem Darwin, Lamarck ou Mendel, mas roubam-nos em conjunto, jantam à mesma mesa e vivem em círculo fechado. Como dizia o outro: «com a pirataria, o mundo pula e avança…»

Podia falar da simbiose na cultura do amendoim, ou das favas, das joaninhas e dos piolhos, da rotação e matéria orgânica, que certamente todos concordávamos que não há dúvidas que a Natureza está sempre ao lado da economia. De uns terem ido à escola e outros não. E o fungicida às vezes também, e a rega gota a gota, a tal perspectiva integrada, com todos, sem segredos.

O segredo sempre fez parte da vida do campo e da pesca, hoje faz pouco sentido, somos muitos, todos a sacar à Natureza, temos que olhar para o Todo e o que pode fazer cada um. Parece que é o esvaziar da relação do indivíduo com a sua actividade predatória, ele e os outros, natural Natureza. Mas no final abordamos a Natureza com canas e carretos da loja de pesca do Quim, made in Thailand; e barcos com 2 motores Honda; fosfato de Gafsa da Tunísia ou Nitrato de potássio de Israel.

Ou, um subsídio ou negociata baixa que transformam aquilo que parecia impossível de forma honesta. Mas de que economia? Uma economia que não existe. A economia da produção, da agricultura, a partir dos recursos naturais. Ninguém lhe dá importância.

Melhores barcos, mais eficientes, pescam mais e mais barato, mas para quê? Se já não há peixe? A economia é cega e limitada e nós andamos ao ritmo robótico de meia dúzia de marmelos, que fazem de nós fantoches e nos esvaziam do bom que os nossos pais nos deixaram, hoje temos dificuldade de passar aos nossos filhos, os bons princípios, parecem hoje desadequados para um mundo em que ser Chico esperto dá de longe melhores resultados que ser atinado, trabalhador e respeitador.

Quando se fala de Natureza, os valores estão, os valores são, e provocam sempre a sensação que menos €uros vão correr para os bolsos de alguns. Caricato, Ambiente é o ar que respiramos, a água que chove e bebemos ou nos cai em cima, os peixes que pescamos, o que comemos, ambiente é vida. Hoje, essas coisas da água, do solo, das vacas, das minhocas e das partículas coloidais, interessa a menos de 1% dos seres humanos do mundo Ocidental.

E os que ainda se interessam são os que ainda não conseguíram fugir, ou então aqueles que gostam mesmo é disto, da terra, da agricultura, da pesca, da Natureza, do ambiente, de uma vida com um pouquinho de tudo.

Nas cidades também há quem defenda o campo, o rural (não obrigatoriamente o bom ambiente, imprescindível). Nas Cidades, aí onde tudo se decide, com base em modelos, abdicando da realidade.

Questões de moda; fartamos-nos de ir a concertos e ao cinema ver filmes sobre o que somos, como deveríamos ser, mas nada muda, as letras apelam, os livros, mas estamos cada vez mais na mesma, temos mais materiais, mas menos matéria. Não há Justiça em Portugal.

No campo, onde sempre se viveu com a Natureza, as coisas estão confusas, entre o que entra pelos olhos adentro através da televisão, a tradição e as tecnologias para todos, os mensageiros que chegam com dinheiro e a semear ignorância, para controlar. Ou descontroladamente através de subsídios à não produção, ao não trabalho, ao à espera que cai do céu.

A verdade é que há regressão, evolução nem de Darwin, nem outra qualquer além da especulação, e sempre sem planear.

Já ninguém tem uma vida digna só a viver do que a terra dá, diz-se por aí, e temos que concordar, e este é o maior problema do Parque. Os agricultores são poucos, cansados e desanimados. Mal tratados. A juventude quer outras coisas. Nada na economia dos dias de hoje afecta positivamente e directamente as pessoas, é sempre indirectamente, através de grandes empresas, de grandes grupos económicos, figuras sem rosto, sem coração.

Coisas que roubam vidas, para fazer dinheiro, as verdadeiras areias movediças, que se relacionam através de terceiros, os que avaliam o crédito, as agências, as mesmas que venderam as casas do sonho Americano e Espanhol (vá lá que aqui há Parque! senão lá estávamos nós mais perto do Mundo…); tudo para eles, resumindo.

E falam de confiança, que os mercados para funcionar necessitam de confiança. E assim, investir e dinamizar a vida das pessoas, das população. O Deus mercado ocupa a alma das pessoas. Chegamos à era do Homos economicus.

As suas contradições começam no facto de cada um de nós ser hoje um ser plural, no que toca à existência para além da aparência, os nossos utensílios transcendem a nossa capacidade de entender a sua génese, o nosso mundo é muito maior do que o que conhecemos ou onde já estivemos, é um mundo imaginado a cada segundo, de real pouco mais tem que o fim do mês; acreditamos no que nos dizem, sonhamos com o que nos querem vender, abstraímos-nos da nossa própria existência para seguir no rebanho, sem piar.

Ou não!

Que grande confusão.

JN

Meteorito na Terra

O que aconteceria se um meteorito chocasse com a Terra?
Certamente e infelizmente estas imagens impressionantes, simuladas podem responder a esta questão...




Fonte: Sorisomail

Link do video

Ficção Cientifica: Preservação x Destruição



Fonte: Coagret

Pare, escute e olhe


Dezembro de 91.

Uma decisão política encerra metade da centenária linha ferroviária do Tua, entre Bragança e Mirandela.

Quinze anos depois, o apito do comboio apenas ecoa na memória dos transmontanos.

A sentença amputou o rumo de desenvolvimento e acentuou as assimetrias entre o litoral e o interior de Portugal, tornando-o no país mais centralista da Europa Ocidental.


Os velhos resistem nas aldeias quase desertificadas, sem crianças.

A falta de emprego e vida na terra leva os jovens que restam a procurar oportunidades noutras fronteiras.

Agora, o comboio que ainda serpenteia por entre fragas do idílico vale do Tua é ameaçado por uma barragem que inundará aquela que é considerada uma das três mais belas linhas ferroviárias da Europa.


PARE, ESCUTE, OLHE é uma viagem por um Portugal profundo e esquecido, conduzida pela voz soberana de um povo inconformado, maior vítima de promessas incumpridas dos que juraram defender a terra.

Esses partiram com o comboio, impunes.

O povo ficou, isolado, no único distrito do país sem um único quilómetro de auto-estrada.


Trailer Cinema "Pare, Escute, Olhe"

"Pare, Escute, Olhe" retrata uma região transmontana despovoada, vítima de promessas políticas não cumpridas. Na linha ferroviária do Tua, o comboio viaja para uma morte iminente. Em nome da progresso, a construção da barragem de Foz-Tua, ameaça submergir um património único que faz parte da identidade transmontana. "Pare, Escute, Olhe", realizado por Jorge Pelicano, venceu seis prémios nacionais, incluindo Melhor Documentário Português no DocLisboa 2009 e o Grande Prémio do Ambiente no CineEco 2009 em Seia.

Teaser "Pare, Escute, Olhe" Barragens

O Plano Nacional de Barragem deu origem a vários movimentos de protesto, quer na sociedade civil, quer nos partidos da oposição, em particular o Partido Ecologista "Os Verdes". Heloísa Apolónia é um dos rostos da luta. A barragem da Foz-Tua ameaça submergir a centenária Linha Ferroviária do Tua.

Fonte: PEO

Dia da Terra

Novo Concurso PescaVicentina.net


Um novo concurso online de SPINNING esta a ser lançado pela loja.pescavicentina.net sem juízes, local ou horas marcadas.

Este concurso decorrerá de 10 de Junho a 13 de Junho e será dividido em 2 categorias:

- Spinning ao robalo

- Spinning ás bicudas

O que se pretende é que durante estes dias façam chegar fotos de pescarias em qualquer uma destas vertentes para o mail pescavicentina@gmail.com , as fotos enviadas pelos concorrentes terão que conter o peixe, uma fita métrica a indicar a medida do mesmo e a capa do jornal diário a comprovar a veracidade da data de captura.

Só serão permitidas fotos no próprio dia com o jornal do mesmo dia, sendo que, na 2ª feira será feito o balanço de todas as fotos recebidas e a atribuição de prémios, ganha o exemplar com maior comprimento.

Para concorrer só é preciso estar registado no site, não sendo necessário ter efectuado compras.

Os prémios são:

Primeiros classificados: Oferta de material no valor de 70 euros ou um fim de semana para 2 pessoas em Odeceixe num monte alentejano.

Segundos classificados: Uma artificial Dansel e uma artificial Lucky Craft à escolha.
Terceiro classificados: Duas artificiais Dansel à escolha.

NOTA: Os prémios serão enviados para os vencedores gratuitamente, sendo o site pescavicentina.net a suportar os portes, qualquer duvida podem sempre contactar por telem: 964227766, ou por mail pescavicentina@gmail.com

Quim: Hasta la lubina siempre!!

Desligado da realidade


Pescadores lúdicos do Alentejo e Algarve são os únicos que contribuem para o declínio das espécies no PNSACV, um estudo, defende isso e comprova que as alterações climatéricas, pesca profissional e poluição em nada interferem nessa matéria.