Nome de Código: Conger conger


Quando observamos esta espécie pela primeira vez, o Conger conger é visto como uma cobra ou serpente muito em particular pelo seu corpo fusiforme, não possui escamas, mas sim uma dura pele coberta por uma substancia lisgosa que segrega para evitar que a sua pele em contacto com a cavidade onde se refugia de dia lhe provoque cortes na pele.

A sua cor negra que esta concentrada no meio centro superior do exemplar é quase imperceptível em fundos de pedra quando visto de cima, toda a restante tonalidade passa do escuro ao cinza e acaba no branco de toda a base do exemplar (maxilar inferior, barbatanas dorsais e ventre.

Uma das suas características principais é a força potenciada pela forte musculatura de tudo o corpo embora na cauda esteja também concentrada grande parte dessa força, por exemplo na pesca à linha de costa, quando se ferra um exemplar e o mesmo tem a possibilidade de prender a cauda num buraco ou numa fenda é complicado "arranca-lo" do fundo, embora na minha humilde opinião possa compara-lo com um "pitt-bull" pela poderosa força que tem nos maxilares.

Qualquer exemplar de bom porte tem a possibilidade de desfazer os ossos da mão com a sua força de dentada, não possui dentição como a moreia ou dourada por exemplo, mas sim uma serrilha uniforme em ambos os maxilares em toda a sua totalidade, aliado a esta arma está o tamanho e abertura da sua boca.

O seu olhar volumoso é marcante também como característica, pois a sua parente fusiforme moreia, em nada se compara com o tamanho dos seus olhos, que podemos compara-los através da mitologia com ciclope duplo o habitante das cavernas, neste caso cavernas sub-aquáticas, fendas, tocas, pedras, que tenham escuridão suficiente para os resguardar da luminosidade do dia. A sua visão permite-lhe caçar em perfeitas condições mesmo que a água esteja escura, apesar de também possuírem um olfacto apuradíssimo que colmata qualquer factor negativo de procura de alimento, vivo ou morto.

Moluscos o pitéu

São notivagos, isto é, significa que seu ambiente é o nocturno, tem a particularidade de a sua gerência de energia estar regulada para uma actividade predominantemente nocturna, vulgarmente conhecida como caça, é quando abandonam as tocas para procurarem alimento, de dia permanecem nas tocas, onde fazem a digestão do alimento capturado à noite, normalmente anda em torno de pequenos peixes, moluscos que engolem por inteiro, similarmente ás víboras, mas também é necrofago porque tem por norma alimentar-se de peixes mortos ou abandonados por outros organismos, tipo abutre dos mares.

Podem viver comunitariamente com abróteas, outros safios e moreias na mesma toca sempre que haja espaço para fixação de outros indivíduos, mas é mais comum encontrar varias comunidades de crustáceos (camarões, navalhezas, bruxas, santolas) que se alimentam dos restos do safio e contribuem para a limpeza da toca, a chamada simbiose.

Como mau nadador que é, muito por culpa do seu tamanho e porte, tenta evitar as correntes fortes.

Distribuição Geográfica

Pode viver em grandes profundidades, apesar de não suportar muito as águas frias.

Estes emigrantes que vão até o mar dos Sargaços, onde uma única fêmea pode conceber mais de seis milhões de ovas para o mar, estas ovas transformam-se larvas quando chegam à superfície do oceano alimentam-se de plâncton, a corrente do golfo distribui as larvas pelo hemisfério norte.

Após o primeiro ano da vida entram em metamorfose que lhes concede particularidades distintas com o aspecto que manterão até que de novo regresse ao lugar que nasceram, (retorno ao mar dos Sargaços), e contribuam para a continuação da espécie.

Nome científico: Conger conger (Linnaeus, 1758)

Um Parque da treta

Criado em 1995, o PNSACV sempre foi considerado pelas populações como um autentico corpo estranho, que só sabe restringir ou proibir, cuja existência nunca contribuiu em nada na melhoria da qualidade de vida das populações.

Depois de 15 anos de "Deus dará", em que tudo foi proibido aos pequenos e tudo foi permitido aos grandes tubarões tipo Roussel, eis que um bando de burocratas do ou a soldo do ICNB resolve parir uma proposta de revisão "mil vezes" pior que a existente.

E o mais grave é que a nova proposta de Plano de Ordenamento foi elaborada sem que a promessa de acompanhamento e monitorização do Parque, visando "uma gestão adequada à salvaguarda dos recursos naturais, com a promoção do desenvolvimento sustentado da região e da qualidade de vida das populações" tivesse sido minimamente cumprida.

Tambem a promessa de actualizações cartográficas que permitissem um conhecimento técnico mais preciso da realidade das explorações existentes na área do Parque, não passou do papel. Se a isto acrescentarmos a inexistência de estudos científicos que fundamentem as decisões tomadas, somos obrigados a concluir que os "ambientocratas" de Lisboa andam a brincar com a vida das pessoas.

Com "amigos" destes, os habitantes da região não precisam de inimigos. E chegados aqui, face às aberrações produzidas, é legitima a interrogação se o objectivo deste novo plano, à semelhança do anterior, não é, exactamente o de pôr todo o mundo contra a ideia de existir um Parque, o que será óptimo para quem vier a seguir tomar conta desta área desprotegida.

O novo ataque a todos aqueles que vivem no Parque é feito em duas grandes direcções.

A primeira, é dirigida contra as actividades tradicionais, nomeadamente as pescas, a agricultura e a pecuária, sacrificadas em forma dos regimes de cultura intensiva, baseados na utilização massiva de adubos químicos e pesticidas, o que num parque que se pretende natural constitui um autentico absurdo. Este ataque é perfeitamente claro e evidente para a imensa maioria dos residentes.

A segunda direcção do ataque tem objectivos menos evidentes à primeira vista. Com efeito, criar uma linha de protecção costeira de 2 km parece ser uma medida visando evitar a betonização do litoral e a sua transformação num novo El Dorado da construção civil. Mas só à primeira vista, porque esta medida é um autentico gato escondido com rabo de fora. Se até 2 km da costa tudo for proibido, só resta às pessoas que lá vivem abandonarem tudo e partirem, deixando o terreno desimpedido para os vampiros que não tardam em chegar.

De que valerão todas as restrições e todas as proibições, só aplicáveis aos pobres deste mundo, face ao rolo compressor dos PIN`s e dos PIN`s Plus, quando estes, depois do pó assentar, decidirem lançar as suas garras sobre esta costa paradisíaca.

Resta-nos a esperança de que as populações, que foram capazes de uma grande mobilização contra as leis anti populares e discriminatórias que regulam a pesca lúdica, voltem a unir-se contra este novo projecto de ordenamento e que os autarcas dos concelhos que integram a área do parque - Odemira, Aljezur e Vila do Bispo, cumpram o prometido, não compactuando com os atentados contra os legítimos interesses das populações e levando até às ultimas consequências a defesa dos mesmos.

Fonte: Costa a Costa

Alianças de Fumo: O campo e a cidade.

Eles não lêem Darwin, Lamarck ou Mendel, mas roubam-nos em conjunto, jantam à mesma mesa e vivem em círculo fechado. Como dizia o outro: «com a pirataria, o mundo pula e avança…»

Podia falar da simbiose na cultura do amendoim, ou das favas, das joaninhas e dos piolhos, da rotação e matéria orgânica, que certamente todos concordávamos que não há dúvidas que a Natureza está sempre ao lado da economia. De uns terem ido à escola e outros não. E o fungicida às vezes também, e a rega gota a gota, a tal perspectiva integrada, com todos, sem segredos.

O segredo sempre fez parte da vida do campo e da pesca, hoje faz pouco sentido, somos muitos, todos a sacar à Natureza, temos que olhar para o Todo e o que pode fazer cada um. Parece que é o esvaziar da relação do indivíduo com a sua actividade predatória, ele e os outros, natural Natureza. Mas no final abordamos a Natureza com canas e carretos da loja de pesca do Quim, made in Thailand; e barcos com 2 motores Honda; fosfato de Gafsa da Tunísia ou Nitrato de potássio de Israel.

Ou, um subsídio ou negociata baixa que transformam aquilo que parecia impossível de forma honesta. Mas de que economia? Uma economia que não existe. A economia da produção, da agricultura, a partir dos recursos naturais. Ninguém lhe dá importância.

Melhores barcos, mais eficientes, pescam mais e mais barato, mas para quê? Se já não há peixe? A economia é cega e limitada e nós andamos ao ritmo robótico de meia dúzia de marmelos, que fazem de nós fantoches e nos esvaziam do bom que os nossos pais nos deixaram, hoje temos dificuldade de passar aos nossos filhos, os bons princípios, parecem hoje desadequados para um mundo em que ser Chico esperto dá de longe melhores resultados que ser atinado, trabalhador e respeitador.

Quando se fala de Natureza, os valores estão, os valores são, e provocam sempre a sensação que menos €uros vão correr para os bolsos de alguns. Caricato, Ambiente é o ar que respiramos, a água que chove e bebemos ou nos cai em cima, os peixes que pescamos, o que comemos, ambiente é vida. Hoje, essas coisas da água, do solo, das vacas, das minhocas e das partículas coloidais, interessa a menos de 1% dos seres humanos do mundo Ocidental.

E os que ainda se interessam são os que ainda não conseguíram fugir, ou então aqueles que gostam mesmo é disto, da terra, da agricultura, da pesca, da Natureza, do ambiente, de uma vida com um pouquinho de tudo.

Nas cidades também há quem defenda o campo, o rural (não obrigatoriamente o bom ambiente, imprescindível). Nas Cidades, aí onde tudo se decide, com base em modelos, abdicando da realidade.

Questões de moda; fartamos-nos de ir a concertos e ao cinema ver filmes sobre o que somos, como deveríamos ser, mas nada muda, as letras apelam, os livros, mas estamos cada vez mais na mesma, temos mais materiais, mas menos matéria. Não há Justiça em Portugal.

No campo, onde sempre se viveu com a Natureza, as coisas estão confusas, entre o que entra pelos olhos adentro através da televisão, a tradição e as tecnologias para todos, os mensageiros que chegam com dinheiro e a semear ignorância, para controlar. Ou descontroladamente através de subsídios à não produção, ao não trabalho, ao à espera que cai do céu.

A verdade é que há regressão, evolução nem de Darwin, nem outra qualquer além da especulação, e sempre sem planear.

Já ninguém tem uma vida digna só a viver do que a terra dá, diz-se por aí, e temos que concordar, e este é o maior problema do Parque. Os agricultores são poucos, cansados e desanimados. Mal tratados. A juventude quer outras coisas. Nada na economia dos dias de hoje afecta positivamente e directamente as pessoas, é sempre indirectamente, através de grandes empresas, de grandes grupos económicos, figuras sem rosto, sem coração.

Coisas que roubam vidas, para fazer dinheiro, as verdadeiras areias movediças, que se relacionam através de terceiros, os que avaliam o crédito, as agências, as mesmas que venderam as casas do sonho Americano e Espanhol (vá lá que aqui há Parque! senão lá estávamos nós mais perto do Mundo…); tudo para eles, resumindo.

E falam de confiança, que os mercados para funcionar necessitam de confiança. E assim, investir e dinamizar a vida das pessoas, das população. O Deus mercado ocupa a alma das pessoas. Chegamos à era do Homos economicus.

As suas contradições começam no facto de cada um de nós ser hoje um ser plural, no que toca à existência para além da aparência, os nossos utensílios transcendem a nossa capacidade de entender a sua génese, o nosso mundo é muito maior do que o que conhecemos ou onde já estivemos, é um mundo imaginado a cada segundo, de real pouco mais tem que o fim do mês; acreditamos no que nos dizem, sonhamos com o que nos querem vender, abstraímos-nos da nossa própria existência para seguir no rebanho, sem piar.

Ou não!

Que grande confusão.

JN

Meteorito na Terra

O que aconteceria se um meteorito chocasse com a Terra?
Certamente e infelizmente estas imagens impressionantes, simuladas podem responder a esta questão...




Fonte: Sorisomail

Link do video

Ficção Cientifica: Preservação x Destruição



Fonte: Coagret

Pare, escute e olhe


Dezembro de 91.

Uma decisão política encerra metade da centenária linha ferroviária do Tua, entre Bragança e Mirandela.

Quinze anos depois, o apito do comboio apenas ecoa na memória dos transmontanos.

A sentença amputou o rumo de desenvolvimento e acentuou as assimetrias entre o litoral e o interior de Portugal, tornando-o no país mais centralista da Europa Ocidental.


Os velhos resistem nas aldeias quase desertificadas, sem crianças.

A falta de emprego e vida na terra leva os jovens que restam a procurar oportunidades noutras fronteiras.

Agora, o comboio que ainda serpenteia por entre fragas do idílico vale do Tua é ameaçado por uma barragem que inundará aquela que é considerada uma das três mais belas linhas ferroviárias da Europa.


PARE, ESCUTE, OLHE é uma viagem por um Portugal profundo e esquecido, conduzida pela voz soberana de um povo inconformado, maior vítima de promessas incumpridas dos que juraram defender a terra.

Esses partiram com o comboio, impunes.

O povo ficou, isolado, no único distrito do país sem um único quilómetro de auto-estrada.


Trailer Cinema "Pare, Escute, Olhe"

"Pare, Escute, Olhe" retrata uma região transmontana despovoada, vítima de promessas políticas não cumpridas. Na linha ferroviária do Tua, o comboio viaja para uma morte iminente. Em nome da progresso, a construção da barragem de Foz-Tua, ameaça submergir um património único que faz parte da identidade transmontana. "Pare, Escute, Olhe", realizado por Jorge Pelicano, venceu seis prémios nacionais, incluindo Melhor Documentário Português no DocLisboa 2009 e o Grande Prémio do Ambiente no CineEco 2009 em Seia.

Teaser "Pare, Escute, Olhe" Barragens

O Plano Nacional de Barragem deu origem a vários movimentos de protesto, quer na sociedade civil, quer nos partidos da oposição, em particular o Partido Ecologista "Os Verdes". Heloísa Apolónia é um dos rostos da luta. A barragem da Foz-Tua ameaça submergir a centenária Linha Ferroviária do Tua.

Fonte: PEO

Dia da Terra

Novo Concurso PescaVicentina.net


Um novo concurso online de SPINNING esta a ser lançado pela loja.pescavicentina.net sem juízes, local ou horas marcadas.

Este concurso decorrerá de 10 de Junho a 13 de Junho e será dividido em 2 categorias:

- Spinning ao robalo

- Spinning ás bicudas

O que se pretende é que durante estes dias façam chegar fotos de pescarias em qualquer uma destas vertentes para o mail pescavicentina@gmail.com , as fotos enviadas pelos concorrentes terão que conter o peixe, uma fita métrica a indicar a medida do mesmo e a capa do jornal diário a comprovar a veracidade da data de captura.

Só serão permitidas fotos no próprio dia com o jornal do mesmo dia, sendo que, na 2ª feira será feito o balanço de todas as fotos recebidas e a atribuição de prémios, ganha o exemplar com maior comprimento.

Para concorrer só é preciso estar registado no site, não sendo necessário ter efectuado compras.

Os prémios são:

Primeiros classificados: Oferta de material no valor de 70 euros ou um fim de semana para 2 pessoas em Odeceixe num monte alentejano.

Segundos classificados: Uma artificial Dansel e uma artificial Lucky Craft à escolha.
Terceiro classificados: Duas artificiais Dansel à escolha.

NOTA: Os prémios serão enviados para os vencedores gratuitamente, sendo o site pescavicentina.net a suportar os portes, qualquer duvida podem sempre contactar por telem: 964227766, ou por mail pescavicentina@gmail.com

Quim: Hasta la lubina siempre!!

Desligado da realidade


Pescadores lúdicos do Alentejo e Algarve são os únicos que contribuem para o declínio das espécies no PNSACV, um estudo, defende isso e comprova que as alterações climatéricas, pesca profissional e poluição em nada interferem nessa matéria.

Pesca de subsistencia x Pesca lúdica


Fonte: sorrisomail

Reflexão II

A LPN defende as suas posições, coloca os seus limites e objectivos.

Aborda o PNSACV na perspectiva que lhe compete como Liga para a Protecção da Natureza.

Mas a Natureza dos Homens resume-se a €uros, é com €uros que as pessoas se governam.

Este parecer está elaborado em termos científicos e olhando para o que a criação do PNSACV pretende, mas esquece-se de dar valor à vida e aos bens das pessoas.

Uma coisa é prevenir e evitar que a carga humana seja demasiado grande sobre o território, outra é impossibilitar a existência daqueles que aqui vivem.

A LPN com o direito que lhe assiste em defender a Natureza (e ainda bem que há LPN’s…), também tem o dever de explicar como se vai compensar aqueles que deixam de poder fazer o que pretendem nas suas propriedades (nem que seja vende-las a um "Camone" qualquer cheio de papel, e mesmo que nunca tenha conseguído tirar de lá 5 cêntimos agora vale milhões, a Natureza do Homem é especulativa e a LPN sabe disso).

Relativamente aos que não são proprietários, mas que aqui vivem, como é que se resolvem as simples questões do posto de trabalho, da pesca de subsistência?

Ou será que a ideia da LPN é fixar estes objectivos tão altos, e depois do POPNSACV ser cozinhado, com a sua aprovação ou não, hibernar, desaparecer?

Por exemplo nos últimos 20 anos, no PNSACV, nem a LPN, nem as Autarquias, nem o ICNB, alertaram as populações para o decréscimo e sobre exploração dos recursos marinhos e de repente, passaram a chamar lúdicos a pessoas que sempre viveram do que o mar dá, emitindo legislação de forma pouco adequada em democracia.

Estou certo que a LPN percebe que para que tudo isto seja possível, tem estar presente no território uma cultura educacional e de permanente contacto com as populações, e claro as questões monetárias, quanto vale em €uros esta Natureza que se quer proteger?

Está claro que as populações não querem proteger a mesma Natureza que a LPN , não somos todos cientistas, temos as nossas limitações para entender certas coisas, como por exemplo: por que razão estas ervinhas e bichinhos que nem se vêem (mesmo que se vejam) são tão importantes de proteger ou porquê só nós pagarmos por uma coisa que é importante para todos, do mundo inteiro?

Se é mesmo importante tem que se pagar, de outra forma, em 2011 só restam 3 lagoas, os médos serão cada vez mais amarelos, etc, etc.

JN

Reflexões

O parecer da LPN, na minha humilde opinião, é o ponto de vista e o interesse da referida Liga Ambientalista.

"A agricultura intensiva desenvolvida no PRM e os interesses urbano turísticos que ameaçam o litoral constituem as duas principais ameaças à conservação do património natural do PNSACV"

Não duvido desta questão, mas parece-me que não existirá alternativa, a não ser que estes municípios cruzem os braços e depois, terão de fechar as portas, o financiamento das autarquias locais está pela rua da amargura e ainda mais em tempos de crise, o poder central remete cada dia mais o peso das delegações de competências, e onde estará a fonte de rendimento? Isto não é desculpa, mas é um facto, como a agricultura intensiva também o é, existe um número considerado de trabalhadores locais e estrangeiros, o que fazer com eles? A economia sectorial e local que fazer com ela?

- Pertinente é sem duvida a das lagoas temporárias e a sua exterminação em pouco tempo, bem como os habitats que abarcam.

- As lontras, é caricato mas pelos rumores que ouvi, acho que esse estudo do ICN (na altura) matou algumas lontras, que ficaram presas em armadilhas de estudo, e quando a maré subiu (factor que não foi tido em conta, as lontras morreram afogadas). Quanto à sua existência no litoral, poderei até confirmar alguns locais onde já as avistei (como pescador lúdico).

- Plantago Almogravensis, também sou da mesma opinião, devem ser criadas zonas que possibilitem a expansão e defesa da mesma, criando também uma protecção a outras actividades que possam lesar a espécie.

- A pressão das actividades urbanas e turísticas são isso mesmo, turismo e dia-a-dia, custa a querer que se defenda condicionalismos neste território que condicionem a visitação, turismo ou simples livre-trânsito dos que cá vivem sejam proprietários ou não de pequenas parcelas de terreno, não vamos entrar com caminhos tipo lagoas temporárias... Acabaríamos com as praias, festivais de verão, idas à pesca, caminhadas, etc...

Quanto ao ponto 23

i. Concordo com a justificação, mas o grande impacte a nível mundial não é Português, existem países a serem "comprados" para aumento de cotas e votos da super potencia mundial que mais chacina num dia que todo o pais num mês...
ii. Portugal comprometeu-se com tanta coisa... e falhou...
iii. A responsabilidade deverá em primeiro lugar ser acrescida na fiscalização e monitorização o que trará mais encargos.
iv. essa do cluster do mar ou hiper cluster da economia do mar dá pano para mangas e abre espaço a tantos PIN`s…
v. é um facto, se tivermos um aquário com 10 crustáceos (machos e fêmeas) e durante um tempo considerável não retirarmos nenhum eles acabarão por se reproduzir e aumentar o número de efectivos como é obvio. A recuperação de recursos e exportação de biomassa seria bem vinda, mas a melhoria da qualidade sócio económica da população da região, suporte da economia local viria quando? Talvez quando já não existirem cá as pessoas que se dedicam actualmente a essas actividades, isto é muito bonito, mas vale a pena descer à terra, existem pessoas a viver do que o mar lhes da no dia-a-dia é um facto.
vi. E já pensaram em aumentar ou propor outras áreas protegidas no litoral de Portugal? Assim expandiam a biomassa para todo o território nacional e ficaríamos com mais fauna e flora (peixinhos, alguinhas, crustacinhos, mulusculozinhos), etc
vii. A legislação da pesca profissional e da pesca lúdica são suficientes perfeitamente, antes apanhava-se o que se podia, actualmente existem regras, pesos e tamanhos, fiscalização, licenças pagas, bastantes restrições que foram melhoradas e aceites perfeitamente, mais será complicado.
O peixe vai e vem, não esta no mesmo local, encosta a terra para mariscar e segue viagem, isto não é o oceanário, muitas espécies entram em Sagres e começam a “arribar” para Norte, zonas mais frias, com outro tipo de alimento, fundos, etc, apenas os crustáceos e bivalves por aqui permanecem e algumas espécies territoriais. No mar não existem cercas eléctricas, apenas panos de rede…
viii. O conhecimento existente é incapaz de responder a todas as questões inerentes a gestão, mas é mais que suficiente? É INCAPAZ e SUFICIENTE ao mesmo tempo? O princípio da precaução devia estar reflectido em muitas coisas, por exemplo na questão das falésias em risco nas zonas balneares, também é contra natura tratar do saneamento das mesmas, que fazer? Deixar que as mesmas caiam em cima das pessoas? Também não vejo preocupação ou chamada de atenção para esse grande problema no PO.
ix. 76.4% dos pescadores? Essa amostragem é referente a quantos 20, 40, 60, 100? Numa amostragem que se refere a menos de 10% do território em causa mencionar esse ponto como base de fundamentação num todo não me parece positivo, muito pelo contrário. Nem tão pouco se pode comparar o tipo de pesca exercida em Porto Covo, com a exercida em Odemira, Aljezur, Sagres, nem tão pouco em termos comparativos da pressão em termos de massa humana nestes três concelhos ou pressão de visitantes lúdicos. No molde da área marinha Luiz Saldanha, não concordo que aqui seja implementada uma, mas se for escolhido um local onde não interfira directamente com zonas frequentadas ou perto de povoamentos litorais, já me parece mais aceitável.
A certificação dos produtos do mar foi uma proposta avançada pelo MOVPNSACV e apresentada ao Sec. Estado do Ambiente Humberto Rosa, bem como a questão do pescador profissional de cana (aqueles que vivem do mar como fonte de rendimento).

24. A % é insuficiente porque é?

26. Numa área marinha protegida como podem beneficiar as condições sócio económicas das populações que vivem nessa área protegida? Talvez fosse bom para alem do estudo da biomassa e aumento de espécies estudar os impactos que esse parque marinho teve no comércio local e na vida das pessoas da zona limítrofe, os relatos que já ouvi não são abonatórios em termos de sustentabilidade económica comercial e social).

O exemplo Luiz Saldanha já me foi transmitido por gente de Sesimbra que parte do ambiente sócio económico esta a desaparecer em contraste com a biomassa que se vai expandindo...

O sócio económico é amplo e vasto quando tratado com a simplicidade que aparenta, existem um grupo de actividades lúdicas que carecem de estabelecimentos de oferta, se condicionamos uma actividade esses estabelecimentos perdem a fonte de rendimento, mas mantém os encargos deixa de ser uma actividade sustentável e origina desemprego, fundo de desemprego, fim do social, etc por exemplo temos as lojas de pesca, os cafés, tascos, restauração, locais para pernoitar ou casas para alugar (nós aqui não temos hotéis), por outro lado, a antiga economia de inverno andava em torno de pequenos alugueres de casas ao fim de semana para a pratica de pesca o que tem tendência a acabar dado o condicionalismo aos residentes fora do PNSACV. Entretanto de passagem pelo Rogil e leva-se uns amendoins ou umas batatas doce isso sim agricultura tradicional.

É de lamentar que se considere terra, areia e rocha de perturbação de espécies típicas das arribas, não convém generalizar o que se tem uma ideia ou o que se conhece minimamente.

"Pesqueiros que foram criados e equipados com sofisticados equipamentos de escalada"

Os pesqueiros não são criados, estão lá, sempre estiveram, um pesqueiro não se cria, é água pedras e areia, onde existe vida em circulação.
Eu utilizo uma corda e em 25 anos de frequentador de mar apenas vi 4 pescadores utilizarem equipamento de escalada/rappel, nas minhas contas dará 1 pescador em 8,3 anos. Por outro lado é bastante positivo a meu ver que se utilize esse tipo de equipamentos, pois são um reforço de segurança e não um atentado ao meio ambiente, descer uma falésia de xisto por exemplo onde não há vida para alem de pedra condiciona a fauna e flora onde?

Nota: Infelizmente não vi nenhuma menção sobre a questão da população de ostras ou alguma inclusão contra futuros PIN na zona do PNSACV.

Artigo 8

No que diz respeito as apreciações específicas, a alínea ccc) irá abrir as portas não à construção de empreendimentos turísticos, mas sim a PIN`s da mesma ou de outra natureza.

Interdita a construção ou instalação de campos de golf, por acaso até temos espaço dentro do PNSACV que noutros tempos teve a permissão de expansão e nele dedicam-se a venda de tapetes de relva, seria sustentável apenas abrir uns buracos e “voilá” um campo de golf. Economicamente é vantajoso, turisticamente também, o golf é uma actividade "Green", que só peca pelo elevado consumo de água, mas estamos a falar de um PRM.

A questão dos caminhos é fácil de gerir, tudo o que estiver na cartografia militar é caminho, tudo o que não estiver é auto para a ARH, ou também se vai proibir agora o acesso ao mar? Mares Privados? Costa privada?

Artigo 9

Ponto 1, alínea p) Concordo plenamente.

Ponto 2 "A instalação de parques eólicos e de aerogeradores" (para além do impacto visual) sugiro uma leitura (Morcegos e Parques Eólicos relação entre o uso do espaço e a mortalidade, avaliação de metodologias, e influência de factores ambientais e ecológicos sobre a mortalidade) onde se pode ler:

"Actualmente assiste-se a uma aposta crescente em energia eólica sendo que, em muitos casos, os estudos de monitorização e acompanhamento destes projecto têm revelado mortalidade de morcegos."

As áreas de PT e PPI são insuficientes, porque a Lpn não propõe todo o território do PNSACV a Protecção Total, teria mais lógica...

Artigo 66º alínea e) e f) muito sinceramente também não concordo que numa zona onde existe condicionalismos para a pesca comercial e pesca lúdica se abra uma excepção aos mariscadores profissionais, uma vez que com uma extensão de 110 km, sendo a Área total de cerca de 131 000 há, acho que deveria ser abolida esta permissão, ficando a PPI como uma PT aumentando consideravelmente essa reserva de biomassa, por outro lado também essa PPI deveria ser transferida (cabo sardão - Ponta da Perceveira) para (Carraca - telhado) minimizando o pisoteio dessa zona mais ou menos virgem e com grande potencial natural de variados habitats.

A titulo de conclusão, vejo a posição da Lpn na defesa dos interesses que acha e idealizam para uma sustentabilidade de futuro a médio/longo prazo, não poderei concordar com algumas propostas, reconhecendo sem duvido mérito nas outras.

As propostas, que em algumas medidas ultrapassam o inaceitável condicionalismo e proibição do ICNB no PO.

Muita coisa esta mal, muito condicionalismo à mistura onde existem pessoas e povoação, onde existe praias e pontos turísticos, onde existe um Perímetro de Rega do Mira, onde existem 4 concelhos tão distintos, onde existem tradições centenárias e milenares (agricultura, pesca, caça, pecuária), onde existe um festival sudoeste e mais alguns em sagres e Porto Covo, onde existe pouca oferta de trabalho (sazonalidade laboral), onde as populações desde sempre acorreram ao mar como fonte de rendimento e/ou subsistência, etc.

Porque isto é um território rico os "autóctones" sempre cuidaram dele (uns mais que outros é certo) mas também a preocupação na educação ambiental nunca teve relevo nem empenho por parte da tutela e varias organizações (pelo menos no PNSACV), apenas foram criadas leis, pareceres e portarias que condicionaram na teoria, porque na pratica nunca houve uma preocupação de fiscalização a não ser com a pesca lúdica.

Mas creio e tenho a esperança que este PO não irá para a frente tal como está e algumas destas propostas da LPN nunca serão aceites pela totalidade destes concelhos, principalmente porque se esquecem das pessoas e essas são sem duvida a natureza a proteger...

Se não pudermos parar o PO, se não pudermos repara-lo, esqueçamos os problemas maiores...

FE

LPN dá parecer negativo ao plano do PNSACV, mas quer colaborar com o Ministério na sua reformulação


A Liga para a Protecção da Natureza (LPN) apresentou um parecer negativo sobre a sexta versão do Plano de Ordenamento do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina (PNSACV), cuja discussão pública termina esta sexta-feira.

A associação ambientalista «considera que o Plano de Ordenamento proposto não tem condições para ser aprovado e identifica uma clara violação das diretivas comunitárias de conservação da natureza», avançou a direção nacional da LPN em comunicado.

Apesar do parecer negativo, a Liga mostrou-se disponível para colaborar com o Ministério do Ambiente na reformulação do Plano de Ordenamento do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina.

As duas grandes ameaças à conservação do património natural do Parque, que sustentam a posição da mais antiga associação ambientalista do país, são a «agricultura intensiva desenvolvida no perímetro de rega do Mira (Odemira) e os interesses urbano-turísticos» no litoral.

A LPN justificou o seu parecer negativo com cinco razões: o Plano de Ordenamento «tem uma incorreta caraterização dos valores da biodiversidade e da forma como são protegidos, tem uma lógica errada de planeamento do território para a conservação da biodiversidade e uma insuficiência de ordenamento e proteção da área marinha».

A direção nacional da LPN acredita ainda que esta versão do Plano de Ordenamento promove o agravamento quer «dos impactos negativos da agricultura intensiva no PNSACV, quer da pressão das atividades urbanas e turísticas» no mesmo território.

A LPN reforça que, «na sua redação atual, este Plano de Ordenamento não deve ser aprovado e que deve ser reformulado no mais curto prazo de tempo», sendo essa nova proposta sujeita a uma nova discussão pública.

«Com base no seu historial de conhecimento e contribuição para a classificação desta área, a LPN disponibiliza-se a colaborar com o Instituto da Conservação da natureza nesta reformulação, sendo que durante o período de reformulação deverão manter-se as medidas preventivas definidas pela Resolução do Conselho de Ministros nº19/2008 de 4 Fevereiro», adiantou.

A associação alerta ainda que deve ser revogado o artigo 3º-A do Decreto Regulamentar 9/99 de 15 Junho, com caráter de urgência.

Isto porque este artigo possibilita, em casos excecionais devidamente justificados, a construção de edificações em locais com grande valor para a conservação da biodiversidade.

Consulte aqui o parecer da LPN

Fonte: Barlavento

Autarcas socialistas criticam plano de ordenamento da costa vicentina

Três autarcas socialistas criticam o Plano de Ordenamento do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, cujo período de discussão termina hoje e admitem avançar com uma providência cautelar se o documento for aprovado tal como está.

Declarações do Presidente da Câmara de Aljezur José Amarelinho

Três autarcas socialistas não aceitam as limitações impostas pelo plano. Uma proposta, como nos explica a jornalista Maria Augusta Casaca, que já foi alterada por diversas vezes.

O Plano de Ordenamento do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina já vai na sexta revisão e está a merecer não só a rejeição dos três autarcas socialistas, mas também da população.

Segundo os presidentes das Câmaras de Odemira, Aljezur e Vila do Bispo só pretende proibir e condicionar actividades como a pesca, a agricultura ou o turismo.

O presidente da Câmara de Aljezur, José Amarelinho, dá voz à contestação. Em Aljezur, por exemplo, e segundo o Plano, os pescadores só poderão pescar onde não há peixe.

No plano agrícola, em vez defender a agricultura tradicional, o documento faz a apologia da agricultura intensiva e quem quiser visitar esta zona conhecida pela suas bonitas paisagens não o pode fazer em todo o lado, defendem os autarcas.

No último dia da discussão pública do Plano, o autarca de Aljezur espera que o Ministério do Ambiente arrepie caminho e deixa o recado ao governo.

Se nada for alterado os autarcas socialistas, estão dispostos a colocar uma providência cautelar e a impugnar o Plano do Ministério do Ambiente.

Confrontada com estas críticas, a ministra do Ambiente diz que vai analisar todas as sugestões sobre o Plano de Ordenamento do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina.

Fonte: TSF

Costa alentejana: fervor ambiental versus turístico

Câmaras criticam Plano de Ordenamento por impedir construção e ambientalistas vêem nele uma ameaça

Termina hoje a discussão pública da revisão do Plano de Ordenamento do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, mas a versão final do documento conta com muito mais críticas do que elogios, de autarcas a ambientalistas.

Todos juntos, porém, a várias vozes e antagónicas, contra as medidas preconizadas pelo documento que pretende regular a ocupação territorial e as actividades económicas, acautelando a biodiversidade, na área do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina (PNSACV).

Senão vejamos: enquanto os ambientalistas criticam o plano por considerar que abrirá portas a um desenfreado edificado turístico ao longo da costa, desde Grândola ao Algarve, já os quatro concelhos abrangidos pelo parque - Sines, Odemira, Aljezur e Vila do Bispo - denunciam que a economia local será fortemente atingida de forma negativa, essencialmente pelas condicionantes impostas à construção ao longo de uma faixa de dois quilómetros paralela à costa.

Segundo a Liga para a Protecção da Natureza (LPN), o Plano de Ordenamento (PO) contém uma "clara violação das directivas comunitárias". "Tal como os autarcas, estamos contra o plano mas por razões muito diferentes. Consideramos que os interesses urbano-turístico encontrarão neste documento forma de se expandirem, tal como a agricultura intensiva que será potencializada no perímetro do Mira", explicou, ao JN, Alexandra Cunha, dirigente daquela associação que enviou, ontem, um parecer negativo ao PO, exigindo uma reformulação.

Para os concelhos abrangidos, o PO destrói os direitos adquiridos de proprietários e altera de raiz as regras de edificação naquela área que, apesar de estar protegida desde 1988, só se transformou em parque sete anos depois.

ICN diz ter atingido equilíbrio

"Nem falo de erros cartográficos ou do afastamento da pesca tradicional, porque se me focar naquilo que é uma ingerência na gestão municipal há inúmeras falhas a apontar ao plano", disse Adelino Soares, presidente da Câmara de Vila do Bispo (PS). Posição subscrita por José Amarelinho, autarca de Aljezur (PS): "o plano é amplamente mais restritivo. Há medidas impensáveis, como por exemplo, aquelas que levarão ao definhamento da comunidade piscatória de Arrifana". "São controlos loucos de querer proteger mas que não protegem nada", acrescenta.

Ao JN, o director do Departamento de Gestão de Áreas Classificadas do Sul, do Instituto de Conservação da Natureza, João Alves, mostrou-se satisfeito com aquilo que classificou de "compatibilização de vários interesses num território muito vasto". "Quando há críticas de ambos os lados, quer dizer que, provavelmente, atingimos um equilíbrio", admite, salientando que o documento poderá será enviado à Tutela até ao fim do Verão.

Fonte: JN

Spinning em Março


Com boas condições de mar o peixe não colaborou, foram vários os varrimentos e varias artificiais a tentarem a sua sorte e dinâmica, por zonas de pedra e mistas sem nenhum êxito.

Já com pouca esperança lá saiu um lançamento com a SP para um local mais afastado da costa com uma baixa de pedra submersa, foi tocar na água e iniciar o seu trabalhar, pouco depois um bom ataque, uma investida razoável e lá surgiu este exemplar com 2,100 kg.

Este exemplar foi capturado em 12 de Março.

Fundo: Areia / Misto
Maré: Baixa-mar
Multifilamento: Fireline Cristal 0,17 mm
Cana: Vega - Predador 3.30
Carreto: Vega - Regal 40
Artificial: SP - Daiwa