Autarquias pedem explicações à Galp sobre petróleo no Alentejo

Provavelmente irão iniciar-se já em Agosto os trabalhos de prospecção de petróleo no Alentejo, ora para não bastar a monopolização dos combustíveis, poluição na fase de refinação (em Sines), os possíveis acidentes de transfega (21/07/2008) que poderão existir também em pleno litoral Alentejano, agora teremos a GALP a agir livremente em plena costa (sem informar os Municípios), que à bem pouco tempo e segundo os argumentos da 868/2006 que tenderiam por base a preservação dos recursos.

Claramente uma empresa como a GALP tem livre transito para fazer o que bem entende em Portugal, enquanto o interesse publico e a voz das populações são deixados para 3º plano segundo argumentos de pessoas que tendem a continuar a deixar estas situações acontecerem.

Quiçá em prol do desenvolvimento e enriquecimentos de x empresas não teremos o declínio da qualidade ambiental, económica e social deste "antigo paraíso".

Municípios não foram consultados sobre intenções da petrolífera.


A Associação de Municípios do Litoral Alentejano (AMLA) está indignada com o comportamento da GALP e vai emitir ainda esta quarta-feira um ofício a pedir esclarecimentos sobre a prospecção de petróleo no Alentejo.

O presidente da petrolífera portuguesa anunciou que a GALP Energia vai começar a pesquisa de petróleo na bacia alentejana já em Agosto. Segundo a «Renascença», a possibilidade de perfurações será decidida nos próximos três anos.

António Camilo, autarca de Odemira e presidente da AMLA, anunciou, em declarações à «Renascença», a emissão de um comunicado a pedir esclarecimentos sobre a prospecção: «Sairá ainda hoje um ofício da Associação de Municípios e, naturalmente, incentivarei cada um dos meus colegas a fazer, individualmente, o mesmo, perguntando, afinal, qual é a zona concessionada, a que distância é que está da costa e pedindo para sermos informados assim que isto for avante».

O autarca estranha o facto de os municípios não terem sido consultadas sobre as intenções da GALP e repudia o comportamento da petrolífera, que ignorou a opinião das câmaras.

Uma empresa da Noruega, fez, entre 1999 e 2002, na costa portuguesa, uma série de levantamentos que apontam para a existência de alguns indícios de crude.

De acordo com o Professor Luís Menezes Pinheiro, especialista em Geofísica Marinha, docente da Universidade de Aveiro, a GALP deverá agora estudar a viabilidade económica das estruturas encontradas.

Fonte Agencia Financeira:

Exercício de Combate à Poluição Marítima 2001

Exercício de Combate à Poluição Marítima
Plano Mar Limpo

Nos dias 8, 9 e 10 de Maio de 2001, desenrolou-se na zona de SINES mais um exercício de combate à poluição marítima, no âmbito do Plano Mar Limpo (PML) sob a responsabilidade do Serviço de Combate à Poluição Marítima (SCPM) da Direcção Geral de Marinha, organismo de cúpula daquele plano.

O cenário do exercício foi inspirado num acidente real ocorrido em 1989 à entrada do porto de Sines com o petroleiro Marão. Recorde-se a propósito que este acidente ocorreu em plena época balnear provocando um derrame de crude, que para além de consequências nefastas para o meio ambiente provocou sérios danos na economia da região.

Assim, o cenário era o seguinte:

Em 9 de Maio o navio tanque “Baleia Branca” procedente do Médio Oriente carregado com 130 000 tons de “Iran heavy crude” ao efectuar a aproximação do Terminal Petrolífero do Porto de Sines, debaixo de cerrado nevoeiro, embateu na cabeça do molhe Oeste tendo sofrido dois rombos abaixo da linha de água na zona do encolamento, os quais afectaram os tanques de BB nºs 1 e 4.

Supostamente, foram derramadas 4 875 tons de produto, pelo que foi considerado que o acidente atingiu o Grau 2 previsto no PML, passando pois a coordenação das operações a ser da responsabilidade directa do Chefe do Departamento Marítimo do Centro, conforme prevê aquele Plano.


Localização do incidente e áreas afectadas.

O produto derramado viria a afectar as seguintes áreas costeiras:

- Zona 1 – Lagoa de St. André

- Zona 2 – Praia da Lagoa de Melides

- Zona 3 – Praia de S. Torpes

- Zona 4 – Praia das Furnas

- Zona 5 – Porto de Sines


De imediato, após dado o alarme, foi constituído um Centro de Operações que coordenou as seguintes acções:


- Operação de evacuação de feridos

- Reconhecimento da mancha.

- Operação de recolha dinâmica no mar.

- Operação de recolha dinâmica no interior do Porto de Sines.

- Operação de recolha e limpeza do litoral (Praias).

A operação de recolha dinâmica no mar ficou a cargo do rebocador “Barra de Leixões”, fretado pela Sacor Marítima e disponibilizado à DGM para este exercício, que para o efeito lançou uma barreira oceânica e operou um skimmer, devidamente auxiliado por um rebocador da Administração do Porto de Sines (APS).

O “Barra de Leixões” recolhe produto no Mar.

Foram ainda simuladas operações de protecção de zonas sensíveis, contenção e recolha de produto e limpeza de praias nas zonas costeiras supostamente afectadas. Para esta acção o SCPM contou com a colaboração de meios materiais e humanos afectos aos Serviços Municipais de Protecção Civil dos municípios afectados.

Em Vila Nova de Milfontes, pessoal da DGM procede à limpeza da praia com a colaboração de meios materiais e humanos pertencentes à Câmara Municipal e Bombeiros Voluntários de Odemira.

Em todo o exercício foi notória a franca colaboração entre os diversos organismos envolvidos, tal como prevê o Plano Mar Limpo (Autoridade Marítima, Exército, Força Aérea, Forças de Segurança, Autoridade Portuária e Serviços Municipais de Protecção Civil). Colaboraram ainda diversas corporações de Bombeiros Voluntários e Empresas Privadas.

Como inovação relativamente aos exercícios anteriores, foram constituídos Grupos de Trabalho (Tipo Mesa Redonda) com a presença de peritos na matéria (nacionais e estrangeiros), que debateram os seguintes temas:

- Recuperação de organismos (fauna e flora) contaminados pela mancha;

- Gestão dos resíduos/Utilização de dispersantes;

- Armadores/Carregadores: questões legais, técnicas e operacionais.

A Direcção Geral de Marinha, em colaboração com o CILPAN (Centro Internacional de Luta Contra a Poluição do Atlântico Nordeste – Acordo de Lisboa) convidou observadores pertencentes a diversos organismos públicos e privados ligados de forma directa ou indirecta às questões relacionadas com a poluição marítima que embarcaram no dia 9 no NRP “João Roby” onde acompanharam de perto as operações no mar. No dia seguinte os observadores acompanharam em terra as operações de limpeza. Estiveram ainda presentes observadores da União Europeia, Reino Unido, Espanha e Marrocos.

No final os comentários eram unânimes em considerar que o exercício atingiu plenamente os objectivos, não ficando nada a dever aos exercícios semelhantes que se vão realizando nos outros países membros do Acordo de Lisboa (França, Espanha e Marrocos).

Vasco Galvão
CTEN
(Colaborador do CILPAN)

Fonte: Marinha.pt

Foi o ultimo simulacro de que há memoria e já passaram sete anos, terá havido inovação dos materiais de combate a situações destas?
E quem os fiscaliza?
O MAI - Ministério da Administração Interna; MAP - Ministério da Agricultura e Pescas, MA - Ministério do Ambiente, Ministério da Economia ou Ministério da Defesa?

Pelo exemplo acima será o Ministério da Defesa (Marinha), mas porque será que não se continuou a praticar estes simulacros de sensibilização e operacionalidade?

Estaremos à espera de outro Marão?

Todo o impacto de uma situação destas será catastrófica em termos ambientais, económicos e sociais e disso todos nós sabemos e temos consciência, resta saber se todos nos estaremos preparados para uma situação deste tipo.

Golfinho deu à costa

Um golfinho foi encontrado numa enseada na praia do Cavaleiro, em Odemira, com ferimentos na cabeça, vindo a falecer pouco depois.

O golfinho, com cerca de 1,20 metros de comprimento, foi descoberto cerca das 20:15 de quinta-feira por um popular, que alertou o piquete da autoridade marítima.

"Informámos de imediato a organização SOS Golfinho e o Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade, mas, quando chegámos ao local, às 21:00, o animal já estava morto", informou o comandante da Polícia Marítima e capitão do Porto de Sines, Guilherme Marques Ferreira.

O golfinho acabaria por ser entregue aos serviços da Câmara Municipal de Odemira, que ficou encarregue da sua remoção.

A morte de golfinhos junto à costa, que "acontece com alguma frequência" no litoral alentejano, pode ter origem, na opinião de Marques Ferreira, em ferimentos causados pelas redes de pesca.

Na semana passada, outro golfinho deu à costa na praia de Morgavel, no vizinho concelho de Sines.

Fonte:

OceanusAtlanticus FishEye

video

Derrame de crude no Porto de Sines

QUERCUS apela para uma informação verdadeira e atempada

Por incrível que pareça, no passado dia 14, ocorreu um derrame de crude no Porto de Sines, de média gravidade, sem que a Administração do referido porto (APS) tenha prestado os esclarecimentos suficientes e obviamente devidos para se evitarem especulações e até para se obterem as colaborações eventualmente voluntárias ou institucionais, aliás previstas no documento “Mar Limpo”.

De acordo com a APS, «cerca das 11:00 H de segunda-feira, no posto 2 do Terminal de Granéis Líquidos do Porto de Sines, aquando da preparação para uma operação de descarga, ocorreu um pequeno derrame de crude junto ao citado posto que se estima em dois mil litros».

O «PEQUENO» derrame, “de cerca de 2.000 litros” que a APS diz ter ocorrido prolongou-se até hoje, passados que são oito dias, e chegou a 20 quilómetros a sul de Sines (praia do Malhão, no Concelho de Odemira, onde funcionários da Administração do Porto, ontem, recolhiam crude)!

De acordo com as declarações da APS teriam sido recolhidos cerca de 1.500 litros, logo no dia do derrame, junto do local onde este ocorreu.

A Quercus tentou obter da APS informações oficiais sendo que nenhum elemento da Administração esteve disponível, apenas tendo sido possível o contacto com um quadro que não tinha informação de pormenor.

Informações de fontes não oficiais afirmam que o derrame teria sido, no mínimo, de três toneladas, sendo que outras referem que poderia ter atingido as oito ou dez.

Quanto às causas do acidente na descarga do navio “Isi Olive” nada se sabe.

O que se sabe é que outro navio, o “Mar Adriana” se recusou a sair para o mar sem que o respectivo casco fosse limpo. Porém, o “Sn Stella” largou com o casco sujo sendo previsível que o vá limpando enquanto navega!

Fontes não oficiais referem-nos que ao nível da APS, “70% dos equipamentos de sucção estão em deficientes condições de operacionalidade” que “as barreiras de contenção do “pequeno” derrame chegaram ao local cerca de quatro horas depois” e que “em seis semanas terão ocorrido dois derrames nos Postos 4 e 2 (em 8 de Junho e 14 de Julho) de que, aliás, ninguém falou!

Admite-se que parte destas informações não sejam totalmente rigorosas.

Porém, não deixa de ser estranho que a informação no site da Administração do Porto de Sines sobre o navio “ISI OLIVE” não tenha estado disponível, ao contrário da de todos os outros navios!

Tudo isto para concluir que a ausência de informação permite todas as especulações já que, como diz o povo, “quem não deve não teme” e “não há fumo sem fogo”.

Anda mal a Administração do Porto de Sines quando se fecha sobre si própria não se disponibilizando para prestar informação aberta e clara.

De qualquer forma, sabemos que o navio largará do Porto de Sines hoje, dia 21 de Julho, com destino ao porto que tem por código «ZZ 997».

É legítimo interrogar:
Sairá o “ISI OLIVE” com o casco limpo ou limpá-lo-á a navegar?


Lisboa, 21 de Julho de 2008
A Direcção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza

Fonte:

Pescar com Bóias de Pião

Esta vertente da pesca à bóia é quanto a mim a mais básica em termos de funcionamento da técnica e teoria que fundamentaram outras vertentes da pesca à bóia, pura e simplesmente pelo simples facto de colocarmos algum material com propriedades flutuantes e com diversas formas e efeitos numa linha de nylon, dando a sustentabilidade da baixada que pretendermos para trabalharmos nesse mesmo ponto a própria arte da captura.

Existem bastantes vertentes, experiências pessoais e técnicas que explicam a própria pesca à bóia e nesta modalidade não acredito em verdades absolutas, mas sim na capacidade de que cada para optimizar esta técnica consoante o local, material, condições climatéricas, estado do mar, exemplares a capturar e condições geográficas.

Penso que esta modalidade nasceu nas zonas de falésias Algarvias, muito antes da existência da apelidada costa Vicentina, devido justamente à altura das mesmas falésias de descidas praticamente inexistentes, onde dependendo das zonas, poderão ter mais de 40/60 metros de altura. Ora, a estas alturas, terão de ser utilizadas as bóias de pião e porque?

Em primeiro lugar porque são bóias que pelo seu tamanho permitem um pescar e trabalhar bastante bom, coisa que a estas alturas não será possível com outro tipo de bóias. O seu volume causa um determinado atrito consoante a forma e peso da calibragem, o que permite um trabalhar direccionado e preciso em altura, mesmo em condições adversas de mar e algum vento.

A meu ver estamos a falar da rainha da flutuabilidade / durabilidade / resistência, a sua forma é idêntica a um vulgar peão daí o seu nome, podem ser compostas por todo o tipo de material, podem ser calibradas já incluindo o chumbo incorporado no interior da mesma ou não quando teremos de colocar peso para as calibrarmos (com o problema de no caso de ser necessário colocar algum peso considerável para a calibragem das mesmas, a bóia ao bater na água provoca muito barulho o que poderá afastar o peixe se estivermos a pescar em locais amplos de pouca profundidade, poderemos sempre colmatar este ponto negativo com o lançamento mais longo, mas o principio é quase o mesmo).


A dificuldade do vento em arrastar este tipo de bóias é um ponto que vem a nosso favor, bem como o seu trabalhar em locais de correntes, ondulação forte ou mar agitado (reversas). A boa visibilidade quer ao nível da linha de água, mas a media altura ou grande altura é uma factor de enorme contributo que estas bóias nos fornecem, (pois se estamos a 40 metros de altura a pescar com mares de 3 m de ondulação numa zona cheia de espuma, qualquer outra bóia, com excepção das de madeira (carrapateiras), trará bastantes problemas e incómodos à pesca e que sabe se a jornada não terá condições para prosseguir).

Aspectos positivos:

- Excelentes prestações em lançamento/distancia;

- Excelentes prestações com ondulação acima do 1.5/3.00 metros;

- De grande resistência ao embate na rocha;

- Excelente visibilidade, quer a nível vertical como horizontal;

Aspectos negativos:

- Muito ruidosas quando batem na água.

- Nos dias em que o peixe está a comer mal não são a melhor opção;

A distancia do estralho ou montagem fica ao critério do pescador, mas também da zona ou espécie que se tenta capturar, pessoalmente já usei montagens com bóias de pião com estralhos ou montagens de 1.5 até 7 metros, isto no Sudoeste Alentejano, mas na Costa Vicentina existe a norma de utilizarem montagens com bóias de correr bastante superiores a estes valores.

As calibragens destas montagens ficam também ao critério de cada um, pois podemos utilizar desde as 2 ou 3 gramas e por ai em diante, dependendo obviamente do estado do mar e dos locais onde se pesca, costumo por norma não utilizar muito peso com mares mais mansos ou com montagens mais pequenas justamente para a isca ter um aspecto livre na oxigenação. Quando o mar está mais bastante mais mexido costumo carregar mais no peso para que a isca afunde mais depressa e comece a "pescar" mais depressa também, uma vez que com o mar alterado existem correntes onde o engodo se dirige e as aguagens são mais fortes, por sinal é onde o peixe esta.

O peixe neste tipo de pesca não se ferra sozinho geralmente, isto é existe a necessidade de o ferrarmos em certas ocasiões, principalmente quando o mar esta mais parado, são mais desconfiados, chegando a perceber a tensão do atrito da bóia de pião que no caso de bóias mais finas e leves essa tensão não se sente e o peixe ferra melhor, outras vezes engolem literalmente o anzol e não afundam a bóia, mal se tem a noção que estão ferrados.

São bóias que pelo seu formato e volume trabalham muito bem na escoa, atrevo-me a dizer que são as melhores, escoa essa que é a altura que o peixe sai dos locais onde anda a mariscar atacando tudo o que lhe aparece à frente, uma vez que mariscam e comem as partículas ou pequenos caranguejos e marisco que são libertados pela ondulação.

Em que situações o pião deve ser utilizado - Em qualquer pesqueiro de altura, com mares revoltos, grandes escoas, em pesqueiros onde haja pedras ilhadas fora de alcance, quando se pretende pescar longe, directamente de uma praia, sobre as rochas, em fundos de pedra, em fundos de areia, em fundos mistos....

Em termos de iscos, podia numera-los, uma vez que praticamente todos os iscos poderão ser utilizados, mas existem os mais utilizados, como o camarão, o ralo, a sardinha, o caranguejo, o mexilhão, etc.

Normalmente tenho preferência pelos peões calibrados, uma vez que são mais facilmente montados, não requerem travão e tem uma caída na água bastante mais suave.

As canas mais resistentes e ideais são as de acção de ponteira, ideais para pescar em lajões de média ou altura considerável que nos obriguem a elevar o peixe de forma a que o mesmo não bata na rocha, deverá ter entre os 5 e os 6 metros.
Canas concebidas em Carbono Radial de Alto Módulo para permitir uma manobra considerável entre a pesca com bóias pesadas e pequenas chumbadas, ideal portanto para a pesca à Bóia de peão.
Os carretos têm um papel principal de relevo neste tipo de pesca, uma vez que são os “guinchos” de levantamento ou não de bons exemplares.

A pesca com peão é um mundo de experiências que todos os que aderirem a ele terão de se moldar efectivamente às experiências de forma a evoluírem, pois não existe uma lei base. Os pesqueiros não são todos iguais, os fundos e a geo-morfologia idem.

Nesta técnica de pesca de bóia existe uma variável e enorme quantidade de oferta de mercado pelo que podemos utilizar peões calibrados; não calibrados; peões de cortiça; peões de madeira; peões de esferovite; peões de espuma de propitileno; peões de plástico, peões de correr; peões fixos, montagens curtas; montagens médias; montagens compridas; montagens calibradas fixas; montagens calibradas de correr, formatos de bóias redondas; ovais; compridas; finas, isto só para se ter uma ideia da hipótese de conjugação desta enorme quantidade de variantes que por sua vez conjugada com os diferentes estados do mar, ondulação, vento e espécies temos ao nossa dispor.

Nota: Para uma boa optimização deverão ser utilizados nylons de qualidade nas montagens inferiores, com resistência/elasticidade e fiabilidade.

Talvez a técnica mais utilizada, que se mantêm fiel e equilibrada entre as capturas de diferentes espécies.
Pelo simples acto de afundar a bóia o peixe transmite ao pescador um aviso visual que com a pratica e desenvolvimento da técnica um dia tornar-se há instintivo e mecanizado, do tipo sente e vê agindo de imediato, somente pelo simples facto de manter uma sem tensão entre a bóia e a ponteira da cana onde o elo de ligação é justamente o nylon.

Esta técnica de pesca reúne um considerável numero de praticantes de igual forma como a pesca ao fundo, consistindo basicamente na utilização de um instrumento com um grau de flutuabilidade que pode ser calibrado, quando a bóia já trás o peso ideal que a torna equilibrada à superfície da linha de água na posição vertical ou não, no ultimo caso se não o for, poderá ser adquirido um acessório que o calibre de forma a que a mesma não fique à superfície da linha de água na posição horizontal, vulgarmente conhecido como chumbo fendido ou chumbo de aperto.

Esse utensílio que chamamos bóia tem uma dupla finalidade, a visibilidade ao toque/ferragem/mordida do peixe assim que deixamos de observar a bóia á superfície da linha de água, ou então, pelo simples facto de conseguirmos desta forma manter a isca a uma profundidade fixa ou variável ou não conforme pretendermos.

Uma cana com boas características será necessária para nos auxiliar na prática desta técnica, como por exemplo não nos podemos esquecer aquando da aquisição de algumas características das canas tais como;

Leveza – Consideravelmente leve que não interfira no conforto de pesca, porque estamos por vezes a praticar esta técnica em locais com superfícies acidentadas que interferem com a correcta postura da coluna e quanto mais pesada for a cana mais depressa este incomodo sugue ou dores nas costas, braços e ombros, por outro dado essa mesma leveza pressupõe uma maior facilidade no transporte.

Resistência – Permite a recuperação de exemplares de bom porte, por um lado auxiliam ao combate dos mesmos e por outro é bastante positivo termos uma cana de resistência considerável quando estamos a içar exemplares a alturas consideráveis o que se reflecte em termos menos importantes quando estamos a trabalhar ao nível do mar, embora a resistência seja um factor importante inclusivamente nestas alturas.

- Boa ferragem – Não só a boa ferragem é essencial, mas também o trabalhar do peixe, deverá estar equilibrada com o carreto adequado deverá ser equilibrada em termos de flexibilidade ou rigidez, embora seja do critério de cada um e gosto esta escolha.

Teremos basicamente três tipos de características de canas como acção, de forma gradual poderemos avalia-las em acção rija, em que o vergar da cana não é significativo sendo uma mais valia em termos de ferragens, pesca em locais altos, dias de vento, sendo uma característica que chamo de 4 x 4 porque com uma cana deste tipo de acção podermos utiliza-la ao fundo, chumbadinha/engano (light), bóia, tento, etc.


Deixou de ser proíbido levar animais para a praia

Quando alguém seja abordado por algum Nadador Salvador ou Agente da Policia Marítima, quando se deslocar a alguma praia com assistência que leve o seu animal de estimação tem aqui um possível "álibi":

Quando chegar ao areal e der de caras com algum Nadador Salvador ou Agente da Policia Marítima que o aborde por causa do animal de estimação, pode alegar que não vai para a praia com nenhum animal de estimação, vulgo levar o cão à praia. Pode responder que o animal só foi consigo para facilitar a apanha de perceves, uma vez que está previsto pela Portaria nº868/2006, já que é unicamente permitido a apanha deste marisco à mão, com os pés ou com o auxilio de um animal.

Nota: DEIXOU DE SER PROIBIDO LEVAR ANIMAIS PARA AS PRAIAS

6º Sentido


Banco de areia construído pela acção das marés


Contraste

Viúva


Cabeça de Porco


Enseada


Safia


Falésias


Gaivotas no repouso